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Fernando Sabino Home > Autores > Fernando Sabino

A 12 de outubro de 1923, nasce Fernando Tavares Sabino em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais. Faz o curso primário no Grupo Escolar Afonso Pena, e o secundário no Ginásio Mineiro, em Belo Horizonte. Aos 13 anos, escreve seu primeiro trabalho literário: uma história policial logo publicada na revista Argus, editada pela polícia minieira.

A partir daí, passa a escrever crônicas sobre rádio, enquanto inicia estreita convivência com Hélio Pellegrino, Otto Lara Resende e Paulo Mendes Campos. Entra para a faculdade de Direito em 1941, mesmo ano em que publica seu primeiro livro, Os grilos não cantam mais, elogiado por Mário de Andrade numa carta que daria início a pródiga correspondência entre ambos. Em 1944, muda-se para o Rio. Dois anos depois, ao completar o curso universitário, vai morar em Nova York como correspondente do jornal Diário Carioca e assistente no Consulado Geral do Brasil, o que lhe vale a iniciação nos autores de língua inglesa. Curiosamente, é na metrópole americana que começa a escrever O grande mentecapto, obra que abandona para retomar mais de 30 anos depois.

Em 1952, com o lançamento de A vida real, Sabino exercita-se em novas experiências literárias. Seu primeiro romance, O encontro marcado, é escrito quatro anos depois. Durante o ano de 1959, trabalha como correspondente na Europa de grandes jornais brasileiros, como o Jornal do Brasil e da revista Manchete. Um ano depois, é enviado a Cuba para realizar reportagens para diversos veículos de comunicação do Rio, Minas Gerais, Bahia e Recife.

Os anos 60 se caracterizam como um dos períodos mais férteis na carreira do escritor mineiro. São desta época livros como O homem nu, A mulher do vizinho (Prêmio Fernando Chinaglia do Pen Club do Brasil) e A companheira de viagem. De 1964 a 1966, o escritor vive em Londres como correspondente do Jornal do Brasil. Em 1972, passa a dedicar-se também ao cinema ao lado de David Neves, com quem realiza uma série de minidocumentários sobre Hollywood para a TV Globo. Funda a Bem-te-vi filmes, produzindo curtas-metragens sobre feiras internacionais em Assunção, Teerã, México, Argel e Hanôver. Concilia as funções de produtor e diretor numa série de documentários sobre escritores brasileiros contemporâneos.

As reminiscências de sua infância, Sabino as registra em O menino no espelho, obra de 1982. Seis anos mais tarde, o autor voltaria à autobiografia com O tabuleiro de damas. O livro De cabeça para baixo, em que relata suas experiências em incontáveis viagens, é lançado em 1989 e reeditado com atualizações e acréscimos sete anos depois. Tem, em seu currículo, traduções de Flaubert, Hemingway, Twain, Tolstoi e Maurois, entre outros, além de prêmios importantes, com destaque para o Jabuti de 1979 na categoria romance, com O grande mentecapto. Em 1999, ganhou da Academia Brasileira de Letras o Prêmio Machado de Assis pelo conjunto da obra.



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