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Augusto Boal Home > Autores > Augusto Boal

Dramaturgo e político, Augusto Boal sempre fez do teatro a sua bandeira. Nascido em 1931, no Rio de Janeiro, Boal estudou dramaturgia na School of Dramatic Arts da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos e tornou-se um teórico de teatro. Sua carreira como diretor artístico começou no Teatro de Arena de São Paulo, que comandou de 1956 a 1971, época que transformou o teatro brasileiro. O Teatro de Arena provocou uma revolução estética no teatro brasileiro dos anos 50 e 60 ao desenvolver novas formas de um teatro popular brasileiro, através da criação de um Seminário de Dramaturgia e de um Laboratório de Interpretação, que renovaram a dramaturgia e a arte do ator. Em fevereiro de 1971, durante o Regime Militar, Augusto Boal foi preso e partiu para o exílio em junho daquele ano. Em Nova York, onde se instalou inicialmente, realizou a Feira Latino-Americana de Opinião, pela qual recebe o Prêmio Obie Award para melhor espetáculo off-Broadway. Em 1972, Boal encenou com os alunos da New York University, a peça Torquemada, que escrevera durante seu período na prisão. Logo depois, ele passou a residir na Argentina, tornando-se diretor artístico do grupo “El Machete”, de 1972 a 1976. Neste período, Boal produziu as montagens de O grande acordo internacional do Tio Patinhas, Torquemada e Revolução na América do Sul — todas as três de sua autoria —, e iniciou intensas viagens por toda a América Latina, onde começou a desenvolver novas formas do “Teatro do Oprimido”: Teatro-Imagem, Teatro-Invisível e Teatro-Fórum. Em 1976 mudou-se para Lisboa, dirigiu, como diretor artístico, o grupo “A Barraca de Lisboa” e montou as peças Zé do Telhado (de Helder Costa, com música de Zeca Afonso), Tiradentes e Uma Feira Portuguesa de Opinião. Em 1978, convidado para lecionar na Université de la Sorbonne-Nouvelle, Boal mudou-se para Paris e criou, em 1979 o Centre du Théatre de l´Opprimé — Augusto Boal, o qual dirige até hoje. Morando em Paris, desenvolveu novas técnicas introspectivas do Teatro do Oprimido, sob o título genérico de “Arco-Íris do Desejo”, e passou a viajar e a ter seus trabalhos encenados em quase todos os países europeus. De volta ao Brasil, em 1986, Boal retornou ao país a convite do então secretário de cultura do estado do Rio de Janeiro, Darcy Ribeiro, iniciou o plano piloto da Fábrica de Teatro Popular, que tinha como principal objetivo tornar acessível a qualquer cidadão a linguagem teatral, tanto como método pedagógico quanto como forma de conhecimento e transformação da realidade social. Com a mudança do Governo do estado, em 1987, o projeto não teve continuidade. Surgiu, então, o Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro (CTO), que promove estudos e pesquisas da teoria e da prática do Teatro do Oprimido como expressão artística e cultural. Em 1990, com o espetáculo Somos 31 milhões e agora? O CTO-Rio consolida-se definitivamente como um grupo que luta pela liberdade e igualdade dos direitos humanos. Em 1992, Boal elegeu-se vereador pela cidade do Rio de Janeiro, tendo como programa político a proposta de trabalhar teatralmente os problemas vividos pelo cidadão comum e discutir nas ruas as leis da cidade do Rio de Janeiro. Depois de transformar o espectador em ator com o Teatro do Oprimido, Boal transformou o eleitor em legislador com o projeto do Teatro Legislativo. Utilizando o teatro como política, Boal encaminhou à Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro mais de 30 projetos de lei, dos quais 14 tornaram-se leis municipais. Em 1993, além de suas atividades como vereador, organizou, juntamente com o Centro de Teatro do Oprimido, CTO-Rio, o 7º Festival Internacional de Teatro do Oprimido com a participação de 25 países, além de 12 grupos brasileiros. Em 1997, Boal dirigiu o espetáculo musical Angu avec Farofa, do CTO-Rio, produzido especialmente para o 8º Festival Internacional de Teatro do Oprimido em Toronto, Canadá. Como mestre de ce.



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