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Tabajara Ruas Home > Autores > Tabajara Ruas

Gaúcho, 57 anos, nascido em Uruguaiana no dia 11 de agosto de 1942, Tabajara Ruas é considerado um dos dez maiores romancistas da literatura sul-riograndense. Apesar de ser formado em arquitetura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Tabajara trabalha como publicitário, além de ser escritor e de estar ligado à produção cinematográfica desde 1978, tendo exercido nessa área várias funções, desde a de roteirista até a de diretor. Em 1966, o jovem universitário Ruas, recém-chegado à capital, engajou-se em movimentos políticos que lutavam contra a ditadura. Este envolvimento fez com que Tabajara deixasse o país, para que não terminasse preso como muitos de seus amigos. Assim começou a peregrinação de Ruas pelo mundo. Entre 1971 e 1981, morou no Uruguai, Chile, Argentina, Dinamarca (onde estudou cinema e arquitetura), São Tomé, Príncipe e Portugal. Durante o exílio, Tabajara Ruas escreveu A região submersa, seu romance de estréia, que foi publicado primeiramente na Dinamarca e em Portugal. Somente em março de 2000, o livro chegou ao Brasil, através da Coleção Negra — dedicada aos romances noir e policiais. No exterior, Tabajara também publicou os romances Perseguição e cerco a Juvêncio Gutierrez (Colômbia e Uruguai), Netto perde sua alma, O fascínio, A cabeça de Gumercindo Saraiva (Uruguai), El cerco (Uruguai) e Fronteira (Chile). Além de literatura, Ruas já escreveu peças de teatro e fez traduções Atuando no cinema desde 1978, Tabajara Ruas participou dos longas-metragens Netto perde sua alma (2000), como roteirista, produtor e diretor, junto com Beto Souza; escreveu o roteiro de Kilas, o mau da fita, de José Fonseca e Costa (1978); foi assistente de direção no filme Um s marginal, de José Caetano (1978); foi o responsável pelo roteiro final de Anahy de las missiones, de Sérgio Silva (1997); escreveu o roteiro de Concerto campestre, de Henrique de Freitas Lima (2000) e de Oeste, de Chico Faganello (2000). É autor do roteiro da minissérie Garibaldi in America (Laz Produções/1998) e do roteiro de longa Perseguição (com Ligia Walper), premiado pelo Ministério da Cultura. Em curtas-metragens, fez os roteiros de Paulo e Ana Luíza em Porto Alegre, de Rogerio Ferrari (1998); Manhã, de Zeca Pires (1989); escreveu o argumento de O dia em que Dorival encarou a guarda, de José P. Goulart e Jorge Furtado (1987) e de Duelo, de Jaime Lerner (1998). Atualmente Tabajara Ruas vive entre Florianópolis e Porto Alegre. Está finalizando o longa Netto perde sua alma e preparando novos projetos. BIBLIOGRAFIA A cabeça de Gumercindo Saraiva - 1997 O fascínio - 1997 O amor de Pedro por João - 1998 A região submersa - 2000



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