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Rubem Braga Home > Autores > Rubem Braga

Rubem Braga nunca deixou de escrever regularmente crônicas para jornais e revistas, vindo a constituir um verdadeiro fenômeno: o de ser o único escritor a conquistar um lugar definitivo na nossa literatura exclusivamente como cronista. Abordando sempre assuntos do dia-a-dia, falando de si mesmo, de sua infância, mocidade, primeiros amores, impregnava tudo que escrevia de um grande amor à vida – a vida simples, não sofisticada, dos humildes e sofredores.

Tinha predileção especial pelas coisas da natureza, tomando freqüentemente como tema o mar, os animais, as árvores. Não apenas as suas crônicas de amor e exaltação à mulher, mas também as que dedicou a passarinhos, borboletas, cajueiros, amendoeiras e pescarias são das mais belas páginas de nossa literatura.

Nascido em Cachoeiro de Itapemirim, Espírito Santo, em 12 de janeiro de 1913, Rubem Braga começou a trabalhar em jornal ainda estudante, assinando uma crônica diária no Diário da Tarde de Belo Horizonte, para onde se transferira, depois de curto período no Rio de Janeiro. A partir de então, escreveu em diversos jornais e revistas do Brasil, tendo morado em São Paulo, Recife, Belo Horizonte, Porto Alegre e finalmente de novo no Rio de Janeiro. Como correspondente do Diário Carioca junto ao Alto Coando Aliado na Itália, acompanhou a Força Expedicionária Brasileira durante a Segunda Guerra Mundial.

Suas viagens se estenderam a vários países do mundo; viveu durante o ano de 1950 em Paris e em 1955 em Santiago do Chile, onde chefiou o Escritório Comercial do Brasil, exonerando-se a pedido em novembro do mesmo ano. Em 1961, foi nomeado embaixador do Brasil no Marrocos, posto do qual também se exonerou a pedido em 1963. Morreu no Rio de Janeiro em dezembro de 1990.



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