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Gilberto Freyre Home > Autores > Gilberto Freyre

GILBERTO FREYRE Personagem inédito da historiografia brasileira, Gilberto Freyre inovou com seu ponto de vista antropológico da história, deixando de lado a velha fórmula de registro de guerras, revoluções e coroações para dar lugar a uma abordagem condizente com sua formação em Ciências Sociais — especialmente a Antropologia e Sociologia. Além disso, seu método de pesquisa, que incluía desde documentos pessoais, manuscritos de arquivos públicos até anúncios de publicidade de jornais, foi pioneiro e mostrou a importância de o historiador dar atenção a pequenos fatos. A publicação de Casa-Grande & Senzala, em dezembro de 1933, foi um marco para a historiografia e um sucesso de crítica. Entretanto, este não foi o começo da trajetória de Gilberto Freyre. Apadrinhado por um dos mais importantes intelectuais do país, Monteiro Lobato, Freyre participou de várias conferências e teve inúmeros artigos publicados, por iniciativa de Lobato, na Revista do Brasil. O prestígio do jovem autor começava a se alastrar pelo Nordeste, chegando até o Sul do país. Natural de Recife, filho de Alfredo Freyre, educador, juiz de Direito e catedrático de Economia Política na faculdade de Direito de Recife e de dona Francisca de Mello Freyre, Gilberto nasceu no dia 15 de março de 1900. Depois de passar a infância e juventude fazendo muitas incursões em casas-grandes dos engenhos de parentes e amigos, Gilberto graduou-se bacharel em Artes na Baylor University, em 1920, e dois anos depois, concluiu o mestrado em Ciências Sociais, na Columbia University, em Nova York. Apesar de estudar fora do Brasil, Gilberto jamais deixou de se inquietar com os problemas brasileiros, tanto que sua dissertação, apresentada em 1922 na Columbia University, teve como tema o estudo da vida social brasileira no século XIX. Sempre preocupado em não tornar-se um intelectual “puro”, Freyre procurou promover atividades culturais, além de exercer as funções de escritor, antropólogo e historiador social. Também teve a oportunidade de viajar e conhecer diferentes áreas de colonização portuguesa na África e na Ásia. Durante esse período de estudos, Freyre criou os conceitos de tropicalismo e luso-tropicalismo. No entanto, foram seus livros que o consagraram como um dos maiores intelectuais do Brasil. A Editora Record, em comemoração ao centenário de nascimento de Gilberto Freyre, lançou nova edições de suas principais obras: Casa-Grande e Senzala, Sobrados e mucambos e Ordem e progresso. Em Casa-Grande e Senzala, Freyre estuda as características gerais da colonização portuguesa e a formação da família e da sociedade brasileira, abordando a influência cultural e o problema da miscigenação. Já em Sobrados e Mucambos, o autor revela a decadência do patriarcado rural e o crescimento do pólo urbano, pontuando a obra com antíteses culturais. Ordem e Progresso é o retrato do desmantelamento da sociedade patriarcal, atingida em cheio pelo trabalho livre. Após anos de trabalho e dedicação, Gilberto Freyre conseguiu seu objetivo: compreender o Brasil em sua totalidade histórico-geográfica e socio-antropológica. Darcy Ribeiro confirma com uma declaração veemente: “Casa-Grande e Senzala é o maior dos livros brasileiros e o mais brasileiro dos ensaios que escrevemos: livro que fundou o Brasil no plano cultural tal como Cervantes à Espanha, Camões à Lusitânia, Tolstoi à Rússia, Sartre à França.” BIBLIOGRAFIA Prêmio da Sociedade Felipe d’Oliveira, Rio, 1934. Prêmio Anisfield-Wolf, E.U.A, 1957. Prêmio de Excelência Literária, da Academia Paulista de Letras, 1961. Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (conjunto de obra), 1962. Prêmio Moinho Santista de “Ciências Sociais em geral”, 1964. Prêmio Aspen, do Instituto Aspen, E.U.A., 1967. Prêmio Internacional La Madonnina, Itália, 1969. Troféu Novo Mundo, de São Paulo, por “obras notáveis em Sociologia e História”, 1973. Troféu Diários Associados, po.



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