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Romance brasileiro Home > Romance brasileiro > NEM MESMO TODO O OCEANO
NEM MESMO TODO O OCEANO
Autor:
EAN: 9788501050908
Gênero: Romance brasileiro
Páginas: 798
Formato: 15.5x23
Editora: Record
Preço: R$ 74,90
   

NEM MESMO TODO O OCEANO Alcione Araújo Um romanção. É assim que os escritores Antônio Torres e Luis Fernando Verissimo classificam NEM MESMO TODO O OCEANO, lançamento da Editora Record. De fato, talvez seja este o termo que melhor sintetiza a estréia do dramaturgo e roteirista Alcione Araújo na literatura. Denso, envolvente - e, sem dúvida, volumoso -, o livro narra a ascensão e a derrocada de um homem, desde a infância humilde, no interior de Minas Gerais, passando pela vida de estudante, em Belo Horizonte, até tornar-se médico, no Rio de Janeiro, quando, após conhecer o sucesso, defrontar-se com a truculência das vítimas e dos beneficiários deste êxito. NEM MESMO TODO O OCEANO é, sobretudo, o relato da marcha de um homem na direção de um destino inexorável e absolutamente patético. Se a narrativa é, por si só, magnética a cada página, o final é surpreendente. Consagrado como autor de telenovela, de cinema e de teatro, Alcione Araújo consumiu dois anos e meio para desenvolver a história de um jovem ambicioso que, sem qualquer tipo de envolvimento político-ideológico, por uma série de golpes da sorte - ou do azar -, acaba mergulhando nos porões sombrios da repressão política. Mas, apesar de ter como cenário a vida político-social do Brasil, da euforia desenvolvimentista da década de 50 aos dias de terror da ditadura militar, a obra não pode nem deve ser colocada no mesmo caldo de tantos livros sobre os anos de chumbo. Ao escrever NEM MESMO TODO O OCEANO, Alcione Araújo pensava menos nas razões políticas e ideológicas da nação, e mais nas motivações éticas das atitudes humanas. Para tal, construiu um personagem cativante, sedutor e exemplo de obstinação profissional, mas que, ao longo de sua trajetória, derrapa moralmente na própria ambição e se revela um autênctico anti-herói. Um comportamento que suscita discussão sobre a personalidade perversa adormecida nos seres humanos, os meios de alcançar o sucesso e a responsabilidade moral sobre nossas escolhas. Narrado em primeira pessoa, NEM MESMO TODO O OCEANO conduz o leitor pela história de vida do protagonista, sempre à margem dos acontecimentos e superficial nas relações pessoais - muitas delas à mercê de interesses particulares. A narrativa de Alcione Araújo incursiona com a mesma elegância e destreza pelo mundo da alta sociedade do Alto da Boa Vista, por uma pensão do Catete, pelas ruelas de uma cidade do interior ou pelos corredores de um quartel. E, ao apresentar uma vasta coleção de personagens femininos, traça, ainda, a mudança do comportamento feminino, da submissão dos anos 50 e 60 à independência conquistada nos 70. Resultado de um minuncioso trabalho de pesquisa do autor, que mergulhou nos arquivos públicos, visitou cidades do interior e faculdades de Medicina, NEM MESMO TODO O OCEANO apresenta um retrato dos costumes e dos fatos que marcaram o Brasil durante as décadas de 50 a 70: as três copas do mundo da seleção canarinho, a inauguração de Brasília, o aterramento da praia do Flamengo, a mudança urbanística de Belo Horizonte, a chegada ao País dos primeiros aparelhos de televisão, o golpe mascarado de revolução, o primeiro transplante de coração e a viagem do homem à lua. Tudo com precisão cirúrgica de detalhes. Alcione Araújo nasceu em Minas Gerais e vive no Rio de Janeiro há mais de 20 anos. Nos anos 80, deixou a carreira de professor universitário, com pós-graduação em Filosofia, para se tornar escritor profissional. É autor de 11 peças teatrais, 12 filmes, minisséries e novelas para a TV. Entre os prêmios recebidos, estão: Molière, pela peça Muitos anos de vida, Kikito, no Festival de Cinema de Gramado, e Candango, em Brasília, pelo roteiro de Nunca fomos tão felizes. É autor da adaptação para o cinema de Jorge, um brasileiro e Policarpo Quaresma, herói do Brasil, com estréia prevista para março. Toda essa experiência em cinema, teatro e TV foi utilizada para estruturar a narrativa de NEM MESMO TODO O OCEANO, entrecortada por cortes, flashbacks e seqüências de suspense. O resultado é, de fato, uma série de "proezas", como assinala Antônio Torres: "na fluência do texto, riqueza do vocabulário, alta voltagem da narrativa - que alterna lirismo e tensão, erotismo e suspense, paixões desenfreadas, violência, tortura e morte. Numa história diabólica".

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