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Artes Home > Artes > VAN GOGH, O SUICIDA DA SOCIEDADE
VAN GOGH, O SUICIDA DA SOCIEDADE
Autor: Antonin Artaud
EAN: 9788503007290
Gênero: Artes
Páginas: 104
Formato: 14x18
Editora: José Olympio
Preço: R$ 44,90
   

Antonin Artaud (1896-1948) Diretor teatral francês, criador do conceito do Teatro da Crueldade e uma das grandes influências internacionais no teatro experimental, Artaud foi um dos fundadores do Teatro Alfred Jarry, em Paris, onde encenou suas obras. Ele acreditava que, através da encenação de suas peças segundo suas teorias, estaria violando os sentidos dos espectadores e, desta forma, levando-os a uma espécie de estado pré-civilizado, em que o drama humano mais primitivo é desnudado tal qual os sentimentos primários da própria platéia são extravasados pelo desnudamento do inconsciente. Durante vários períodos de sua vida, Artaud sofreu de uma série de enfermidades físicas e mentais. Aos 24 anos, começou a tomar tintura de ópio para aliviar dores de cabeça. Foi internado diversas vezes. Apenas após sua morte, seus conceitos foram largamente empregados, tendo influenciado ou mesmo originado algumas escolas teatrais experimentalistas e toda uma geração de diretores e atores. Artaud escreveu peças teatrais, poemas, ensaios e cartas (seu meio de expressão preferido), questionou e subverteu a noção de loucura em seus textos, como em Van Gogh, o suicida da sociedade. Van Gogh O suicida da sociedade Nos 150 anos de nascimento de Van Gogh, a Editora José Olympio presta uma homenagem ao pintor e lança Van Gogh, o suicida da sociedade. Publicado em 1947, alguns meses antes da morte de Antonin Artaud, o livro foi acolhido com elogios pela crítica e recebeu o prêmio Sainte-Beuve de ensaios, em janeiro de 1948. A pedido do amigo e marchand Pierre Loeb e em seguida à leitura de um artigo do doutor Beer, no qual ele revelava ter descoberto no pintor uma esquizofrenia "do tipo degenerado", Artaud visita a exposição de Van Gogh no museu L"Orangerie. Ele escreve, então, o primeiro esboço do que se constituiria o seu Van Gogh. Artaud é enfático: "Não, Van Gogh não era louco; ou então ele o era no sentido desta autêntica alienação que a sociedade e os psiquiatras querem ignorar, sociedade que confunde escrita com texto, ela que tacha de loucura visões exorbitadas de seus artistas e sufoca seus gritos no papel impresso: foi assim que calaram Baudelaire, Edgar Alan Poe, Gerard de Nerval e o impensável Conde de Lautréamont. Porque tiveram medo que suas poesias saíssem dos livros e revertessem a realidade." "Mas que garantia têm os alienados evidentes deste mundo de serem tratados por seres autênticos?" Os pintores que Artaud gosta como Balthus, Lucas de Leyde, Picasso, Masson, Dubuffet ou Van Gogh também sabiam que toda pintura é uma fulminação do pensamento, uma perfuração do olhar. E Van Gogh, o louco superlúcido, tem o olhar de Nietzsche, "este olhar que desnuda a alma, capaz de provocar em quem é olhado esta espécie de descolamento da retina, conclamando a nulidade definitiva do olhar clínico de toda a psiquiatria". "Eu escrevo para analfabetos", dizia Artaud. "Van Gogh pinta para os simples de espíritos." "E, no entanto, ele revela uma extraordinária força insurrecional nas telas, que golpeia a natureza com sua clava, que perfura nossa visão e nos disseca em um movimento de regressão violenta a um estágio infantil que em nós comprime sua força selvagem." Poucos textos de Artaud sugerem como este uma tal embriaguez, uma tal irrupção de vida e sensualidade. A edição inclui ainda ilustrações das obras que Van Gogh criou. Com tradução do poeta Ferreira Gullar, este pequeno ensaio ganha sabor especial. A José Olympio também publicou Rembrandt, de Jean Genet. Tradução: Ferreira Gullar EDITORA JOSÉ OLYMPIO LTDA. Sede: Rua Argentina, 171 - 1º andar - parte ( São Cristóvão ( 20921-380 Rio de Janeiro RJ ( Brasil Tel.: (21) 2585-2060 ( Fax: (21) 2585-2080 Filial: Rua do Paraíso, 139/7º andar, Conj. 71 ( 04103-000 São Paulo SP ( Brasil Tel.: (11) 3171-1540 ( Fax: (11) 285-0251 E-mail: vendas@joseolympio.com.br

Antonin Artaud
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