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Infantil Home > Infantil > POEMINHAS PESCADOS NUMA FALA DE JOÃO - Por: Manoel de Barros
POEMINHAS PESCADOS NUMA FALA DE JOÃO - Por: Manoel de Barros
Autor: Ana Raquel Pereira
EAN: 9788501058737
Gênero: Infantil
Páginas: 24
Formato: 18x25
Editora: Galerinha Record
Preço: R$ 32,00
   

Apaixonada pela poesia de Manoel de Barros, a ilustradora mineira Ana Raquel transforma versos em imagens, levando o trabalho do poeta do pantanal ao público infantil. POEMINHAS PESCADOS NUMA FALA DE JOÃO traz vários poemas de Manoel, ilustrados por Ana Raquel. Pescados — como o próprio título explica — nos muitos livros de Manoel, os versos ganham forma e cor no traço da artista. POEMINHAS PESCADOS NUMA FALA DE JOÃO apresenta uma oportunidade única de apresentar às crianças a obra de um dos mais importantes poetas literatura brasileira contemporânea. Ana Raquel consegue o impossível e desenha os poemas de Manoel de Barros. O resultado emociona pela beleza das imagens e delicadeza da poesia. Manoel de Barros é um poeta modesto: “Não sou biografável. Ou, talvez seja. Em dez linhas. Nasci em Cuiabá, 1916, dezembro. Me criei no Pantanal de Corumbá. Só dei trabalho e angústias pra meus pais. Morei de mendigo e pária em todos os lugares da Bolívia e do Peru. Morei nos lugares mais decadentes por gosto de imitar os lagartos e as pedras. Publiquei dez livros até hoje. Não acredito em nenhum. Me procurei a vida inteira e não me achei — pelo que fui salvo. Sou fazendeiro e criador de gado. Não fui pra sarjeta porque herdei. Gosto de ler e de ouvir música — especialmente Brahms. Estou na categoria de sofrer do moral, porque só faço poesia.” É assim que Manoel de Barros, um dos maiores poetas brasileiros vivos, resume sua biografia. Filho de fazendeiros, aos 13 anos começou a esboçar seus primeiros poemas. O livro de estréia, Poemas concebidos sem pecado, foi publicado em 1937, quando, aos 21 anos, Manoel já morava no Rio de Janeiro. Aos 85 anos de idade e 60 de carreira, Manoel de Barros não publicou muitos livros. Apenas 12. Uma média de um a cada cinco anos. Um ritmo lento que expõe o perfeccionismo de um artista que não hesita em reescrever dezenas de vezes um poema até ficar satisfeito com seu resultado. Seu trabalho mais recente, Livro sobre nada, publicado em 1996, recebeu no mesmo ano o Prêmio Biblioteca Nacional e, em 1997, o Prêmio Nestlé de Literatura. Sua obra, antes publicada pela Editora Civilização Brasileira, está sendo inteiramente reeditada pela Editora Record, com um novo projeto gráfico.

Ana Raquel Pereira
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