Gêneros
Administração
Artes
Astrologia
Biografia/ Memória
Chick Lit
Ciências
Ciências Políticas
Ciências Sociais
Cinema
Contos/ Crônicas
Culinária
Desenvolvimento pessoal
Desenvolvimento profissional
Economia
Educação
Ensaio/ Teoria literária
Entretenimento
Esoterismo
Espiritualidade
Filosofia
Geografia
Guerra
Guia
História
Infantil
Jovem Adulto
Juvenil
Literatura
Negócios
Obras de referência
Pensamento
Poesia
Policial
Política
Psicologia/ Psicanálise
Quadrinhos
Qualidade de vida
Relacionamento
Religião
Reportagem
Romance brasileiro
Romance estrangeiro
Romance histórico
Suspense
Teatro
Thriller
Viagem/ Aventura
Coleções
Autores
Tenha acesso a
conteúdos exclusivos.

leitor
livreiro
professor

Email:
Senha:
Lembrar senha
Artes Home > Artes > A grande feira: uma reação ao vale-tudo na arte contemporânea
A grande feira: uma reação ao vale-tudo na arte contemporânea
Autor: Luciano Trigo
EAN: 9788520009680
Gênero: Artes
Páginas: 240
Formato: 14 x 18 cm
Editora: Civilização Brasileira
Preço: R$ 59,90
   

Uma das questões centrais de A grande feira, ensaio sobre arte contemporânea, é a subordinação da figura do artista ao sistema de arte. Somos provocados a nos questionar se a chamada arte conceitual (instalações, performances etc), seria, de fato, arte. Este talvez seja o ângulo mais agudo e doloroso a ser investigado neste livro. Em vez de uma reflexão filosófica ou estética, este ensaio traça as relações éticas, a atuação do artista contemporâneo no mundo real. Luciano discute também o papel de todos os atores envolvidos nesse sistema: artista, crítico, curador, marchand, casa de leilões, cadernos de cultura, universidades, museus, revistas especializadas, colecionadores. Ele nos convida, assim, a um debate saudável, que no Brasil nem sempre é visto com bons olhos.

Luciano Trigo
...


Feito tatuagem
Danee Suave
R$ 19,90

De pai para filho
W. Tierno e Francine Rosa Medeiros
R$ 9,90

Ateliê Fashion: Estampas para colorir
Rafaella Machado
R$ 9,90


“A grande feira” é tema de artigo sobre o mercado da arte
05/01/2010
Saiba mais