4 livros de terror para ler no Halloween

30/10/2020 151 visualizações

Nem só de gostosuras ou travessuras vivem os amantes de Halloween. A festa, que vem se popularizando no Brasil nos últimos anos, é uma ótima oportunidade para conhecer as criaturas sombrias deste e do outro mundo. Aventurem-se nas histórias que são verdadeiros shows de horrores (mas é melhor dormir com as luzes acesas!).

Amigo imaginário, de Stephen Chbosky

Combinando horror e emoção, Amigo imaginário (Ed. Record, R$ 69,90, 770 págs) foi o livro escolhido para abrir esta lista aterrorizante. Vinte anos depois de publicar As vantagens de ser invisível, que fez com que leitores do mundo inteiro se sentissem infinitos, Stephen Chbosky embarca nessa obra épica carregada de elementos secretos e personagens apaixonantes. Determinada a buscar uma vida melhor para ela e para o filho Christopher, Kate Reese abandona um relacionamento abusivo e escapa no meio da noite junto com seu garotinho. Eles acabam se sentindo atraídos pela agradável comunidade de Mill Grove, na Pensilvânia, uma cidadezinha distante de tudo e de todos, com apenas uma estrada de acesso. A princípio, o lugar parece perfeito para eles se estabelecerem. Porém, Christopher desaparece por seis longos dias sem deixar nenhum rastro. O desespero toma conta de Kate, e a polícia da cidade faz buscas incansáveis para descobrir o paradeiro do menino. Até que ele surge no meio da noite saindo de um bosque nos limites da cidade. Ileso, mas mudado. Christopher volta com uma voz na cabeça que apenas ele pode ouvir e com uma missão que apenas ele pode cumprir: construir uma casa na árvore no bosque da Mission Street antes do Natal; caso contrário, sua mãe e todos na cidade sofrerão as consequências.

Algo sinistro vem por aí, de Ray Bradbury                 

Considero um clássico de Ray Bradbury, um dos mestres da ficção científica e do horror, Algo sinistro vem por aí (Ed. Bertrand Brasil, R$ 44,90, 266 págs) é ambientado em um parque de diversões itinerante, que chega a uma pacata cidade do meio-oeste dos Estados Unidos. No entanto, sob tendas e luzes coloridas esconde-se algo ameaçador: um paraíso infernal. Envoltos pelas intrigantes atrações, os espectadores passam por transformações assustadoras que poderão mudar suas vidas de maneira diabólica. Ávidos por aventura, os amigos de infância Jim Nightshade e William Halloway mergulham nesse curioso circo de horrores para descobrir o que há por trás das atrações. Após se depararem com uma caravana do mal, a dupla tem de desvendar o pesado custo dos desejos… e a fábrica dos seus piores pesadelos.

O homem-sussurro, de Alex North

Se a porta aberta você deixar, o sussurro por ela vai entrar. Ainda arrasado após a perda da esposa, Tom Kennedy se muda com o filho Jake para o pacato vilarejo de Featherbank, em busca de um recomeço mais do que necessário. Mas Featherbank tem um passado tenebroso. Vinte anos antes, um pervertido assassino em série sequestrou e matou cinco meninos. Até finalmente ser pego. O assassino era conhecido como “O Homem-Sussurro”. Claro, um crime antigo não deveria incomodar Tom e Jake, que pretendem tão somente se estabelecer na nova casa. Só que agora outro garoto desapareceu. E, depois, Jake começa a agir de modo estranho. Ele diz que ouve um sussurro na janela. Escrito por Alex North, O homem-sussurro (Ed. Record, R$49,90, 420 págs) já teve seus direitos de publicação vendidos para 26 países e será adaptado para o cinema.
“De início, assustador. Depois, horripilante. Depois, apavorante. E… bom, caro leitor, prossiga à sua própria conta e risco. Um thriller ambicioso e profundamente satisfatório — uma mescla perfeita de Harlan Coben, Stephen King e Thomas Harris. Ainda sinto calafrios.” — A. J. Finn, autor do best-seller A mulher na janela.

A corrente, de Adrian McKinty

O dia começa como qualquer outro. Rachel Klein deixa no ponto de ônibus a filha de 13 anos, Kylie, e segue sua rotina. Mas o telefonema de um número desconhecido muda tudo. Do outro lado, uma voz de mulher avisa que Kylie está no banco de trás de seu carro, e que Rachel só verá a filha de novo se pagar um resgate — e sequestrar outra criança. Assim como Rachel, a mulher no telefone é mãe, também teve o filho sequestrado e, se Rachel não fizer exatamente o que ela manda, o menino morre, e Kylie também. Agora Rachel faz parte da Corrente, um esquema aterrorizante que transforma os pais das vítimas em criminosos — e, ao mesmo tempo, deixa alguém muito rico. A Corrente é implacável, apavorante e totalmente anônima. As regras são simples: entregar o valor exigido, escolher outra vítima e cometer um ato abominável do qual, apenas vinte e quatro horas antes, você se julgaria incapaz. Rachel é uma mulher comum, mas, nos dias que se seguem, será levada a extremos que ultrapassam todos os limites do aceitável. Os cérebros por trás da Corrente sabem que os pais farão qualquer coisa pelos filhos. Mas o que eles não sabem é que talvez tenham se deparado com uma oponente à altura. Vítima. Sobrevivente. Sequestrador. Criminoso. Em A corrente (Ed. Record, R$ 44,90, 378 págs) você vai se tornar cada um deles. Um thriller arrepiante.