A história da música popular brasileira, a biografia de Henrique Lage e mais

28/09/2021 135 visualizações

História da música popular brasileira: Sem preconceitos (Vol. 1) – Dos primórdios, em 1500, aos explosivos anos 1970, do Rodrigo Faour

Rodrigo Faour retona neste primeiro volume magistral a história da música popular brasileira, desde de 1500 até os anos 1970. Em, História da música popular brasileira: Sem preconceitos (Vol. 1) – Dos primórdios, em 1500, aos explosivos anos 1970 (Record, 574 págs, R$ 84,90), Faour convida o leitor a (re)descobrir o Brasil por meio de sua expressão musical, evidenciando a diversidade de produção de cada região que compõe o país. A obra conta com um encarte colorido de 64 páginas e atravessa ritmos como o choro, samba, marchinha, valsa, entre outros. A proposta é não privilegiar ritmos nem artistas e sim despir de preconceitos estéticos, apresentando o máximo da diversidade do que já foi produzido em cada região do país, do mais ingênuo e sentimental ao mais revolucionário, experimental e irreverente, sem deixar de citar os sucessos mais representativos de cada artista em seu tempo.

A Biblioteca da Meia-Noite, do Matt Haig

Romance incrível que fala dos infinitos rumos que a vida pode tomar e da busca incessante pelo rumo certo. Em A Biblioteca da Meia-Noite  (Bertrand, 308 págs, R$ 44,90), Aos 35 anos, Nora Seed é uma mulher cheia de talentos e poucas conquistas. Arrependida das escolhas que fez no passado, ela vive se perguntando o que poderia ter acontecido caso tivesse vivido de maneira diferente. Após ser demitida e seu gato ser atropelado, Nora vê pouco sentido em sua existência e decide colocar um ponto final em tudo. Porém, quando se vê na Biblioteca da Meia-Noite, Nora ganha uma oportunidade única de viver todas as vidas que poderia ter vivido.

Neste lugar entre a vida e a morte, e graças à ajuda de uma velha amiga, Nora pode, finalmente, se mudar para a Austrália, reatar relacionamentos antigos – ou começar outros –, ser uma estrela do rock, uma glaciologista, uma nadadora olímpica… enfim, as opções são infinitas. Mas será que alguma dessas outras vidas é realmente melhor do que a que ela já tem?

Em A Biblioteca da Meia-Noite, Nora Seed se vê exatamente na situação pela qual todos gostaríamos de poder passar: voltar no tempo e desfazer algo de que nos arrependemos. Diante dessa possibilidade, Nora faz um mergulho interior viajando pelos livros da Biblioteca da Meia-Noite até entender o que é verdadeiramente importante na vida e o que faz, de fato, com que ela valha a pena ser vivida.

Henrique Lage – O grande empresário brasileiro que, por amor, criou um parque, do Clóvis Bulcão

Um dos principais nomes da história empresarial e do empreendedorismo, Henrique Lage foi também um homem apaixonado. Em Henrique Lage – O grande empresário brasileiro que, por amor, criou um parque (Record, 224 págs, R$49,90), Clóvis Bulcão mostra além de uma biografia rica em detalhes do grande industrial, um panorama do Brasil no início do século XX. Nessa época, enquanto o Estado brasileiro só tinha olhos para o café, o empresário carioca ousou investir em carvão, aço e navios, elevando o país a outro patamar industrial. Ele apostou na indústria carbonífera de Santa Catarina e expandiu a malha ferroviária local; construiu um porto na cidade de Imbituba; transformou a ilha do Vianna, na baía de Guanabara, em um polo industrial de ponta; e ainda construiu o primeiro navio petroleiro da América do Sul. Além da faceta empresarial, Henrique Lage era um homem apaixonado: sua musa, a diva italiana da cena lírica Gabriella Besanzoni, uma das grandes estrelas da ópera, um sucesso nos palcos de todo o mundo. Depois de anos de cortejo, os dois se casaram e, dez anos depois, Gabriella ganhou de presente aquele que se tornaria um dos espaços públicos mais belos e mais frequentados no Rio de Janeiro: o Parque Lage, no bairro do Jardim Botânico. Inaugurado como Villa Gabriella, o local ficaria famoso como um conservatório de música e pelas festas dadas pelo casal, com a presença de chefes de Estado e de toda a alta sociedade carioca da primeira metade do século passado.

A garota dos olhos esmeralda, da Ana Beatriz Brandão

A garota dos olhos esmeralda (Verus, 224 págs, R$ 39,90) é a nova e apaixonante história do universo de O garoto do cachecol vermelho. Nele, é possível rever personagens especiais e conhecer outros. Depois de perder duas das pessoas mais importantes de sua vida, Helena se vê sem rumo em meio ao caos que se tornou sua existência. Distante de sua fé, passando por um momento complicado no relacionamento com a mãe e enfrentando a rotina intensa da residência em medicina, ela tenta reencontrar forças para lidar com seus anseios e medos. Até conhecer Abigail, uma garota com um jeito leve de encarar a vida que a faz lembrar muito de seu irmão — Daniel, o garoto do cachecol vermelho. Juntas, Helena e Abigail encontram apoio uma na outra e se entregam a um amor que precisará derrubar as barreiras do preconceito.

Agente em campo, do John le Carré

Uma história eletrizante de nosso tempo escrita pelo mestre da espionagem, John le Carré. Em Agente em campo (Record, 266 págs, R$ 54,90), Nat, um veterano do Serviço de Inteligência britânico de 47 anos, acredita que seus dias de agente de campo estão chegando ao fim. De volta a Londres com a esposa, a advogada e grande companheira Prue, ele espera ser dispensado do trabalho a qualquer momento. Mas, com a ameaça crescente do Centro de Moscou, o Serviço tem mais um trabalho para ele. Nat vai assumir o Refúgio, uma subestação esquecida do Geral de Londres, com um grupo de espiões heterogêneo. A única luz no fim do túnel para sua equipe é a jovem Florence, que está de olho no departamento da Rússia e em um oligarca ucraniano corrupto.

Não sei como ela dá conta, da Allison Pearson

Como uma verdadeira heroína dos nossos tempos, Kate Reddy prova que nunca é tarde para se reinventar e reescrever a sua história. Hilário e emocionante, Não sei como ela dá conta (Verus, 420 págs, R$ 59,90) representa mulheres de todas as idades que já se pegaram penando para dar conta de tudo sem perder o passo. Kate Reddy tinha tudo: uma bela casa, dois filhos fofos, um bom marido. Então seus filhos se tornaram adolescentes (leia-se: monstros). Richard, o marido, largou o emprego e começou a beber poções verdes, vestir lycra da cabeça aos pés e gastar o tempo dele — e o dinheiro deles — para dominar a arte do mindfulness. Já que Richard não enxerga ter uma renda regular como parte do caminho para a iluminação, resta a Kate voltar a trabalhar. Como as empresas não estão interessadas em contratar mães de 49 anos, Kate faz o que precisa fazer: diminui alguns anos da sua idade, entra para um grupo de mulheres que estão retornando ao mercado de trabalho e prepara um currículo com chances de ganhar um prêmio literário de ficção experimental. Enquanto ela aprende alguns truques para sobreviver em seu novo trabalho, Jack, uma antiga paixão, reaparece — e isso não é nem o começo dos problemas de Kate.

O dia em que a poesia derrotou um ditador, do Antonio Skármeta

Em O dia em que a poesia derrotou um ditador (Record, 224 págs, R$ 49,90) acompanhamos o cotidiano de duas famílias cujas vidas estão íntima e irrevogavelmente ligadas à história do Chile e a seu despertar para a liberdade. Em uma quarta-feira de 1988, Santos, professor de filosofia de uma das escolas mais tradicionais de Santiago, é levado pela polícia durante uma de suas aulas. Prisões como aquela não são raras no Chile de então, mas para Nico, que assiste à cena junto aos outros alunos, dessa vez é diferente. Ele é filho do professor, e a partir desse momento a única coisa que pode fazer é encontrar uma forma de ter o pai de volta. A namorada de Nico lhe dá apoio, mas a família de Patricia Bettini também sente os efeitos da ditadura instaurada em 1973. Seu pai, Adrián Bettini, outrora um bem-sucedido publicitário, agora é boicotado pelo regime e sobrevive fazendo pequenos trabalhos informais. Uma luz aparece no fim do túnel: pressionado pela comunidade internacional, Pinochet anuncia um plebiscito pelo qual a população decidirá se o general pode ou não concorrer a um novo mandato. É a chance de Adrián retomar sua carreira, e de Santos, como tantas outras vítimas da repressão política, encontrar a liberdade.

Os astros sempre nos acompanham, da Cláudia Lisboa

Transmitido de geração em geração durante milhares de anos, o saber da astrologia ganha nova capa e mais capítulos em seu manual definitivo Os astros sempre nos acompanham (BestSeller, 808 págs, R$ 99,90). Claudia Lisboa, uma das grandes referências em astrologia no Brasil, mostra os melhores caminhos para entendermos os signos e como alcançar o melhor de cada um deles. A renomada astróloga apresenta, com uma linguagem embasada e sem rodeios, um tratado escrito tanto para os profissionais dessa ciência quanto para entusiastas e iniciantes nos estudos da astrologia. De forma simples e inteligente, Claudia explica os “pilares” da astrologia e ainda resume os variados mitos que permeiam esse saber, já que a mitologia grega é um manancial de símbolos que interagem com a nomenclatura astrológica e contribuem para elucidar os mais intrincados significados.

Oxe, baby, da Elayne Baeta

Um caderno roubado de poesias de uma garota que ama garotas. Ousado e sincero, Oxe, baby (Galera, 224 págs, R$ 59,90) é o primeiro livro de poesias de Elayne Baeta, autora de O amor não é óbvio. Despretensioso este é um convite silencioso mas urgente de Elayne. Nesse mesmo ritmo que são conduzidas as próximas páginas, entre metáforas com casulos, morcegos e borboletas, a autora conta um pouco de si e de suas experiências como uma menina que ama meninas. Nascida e criada em Salvador, Elayne Baeta reuniu, ao longo de sua trajetória, alguns arranhões. Mas foram eles – doloridos – que a fizeram apurar seu senso crítico e firmar-se hoje como uma das vozes mais influentes da literatura jovem adulta LGBTQ+ no Brasil, desafiando o conservadorismo, a intolerância e o preconceito que ainda existem no país.

Sex Education: Pé na estrada, da Katy Birchall

Acompanhe Maeve, Otis, Eric e Aimee em uma aventura para solucionar um mistério em Sex Education: Pé na estrada (Galera, 224 págs, R$ 39,90), da aclamada série da Netflix. O irmão de Maeve, Sean, se meteu em (mais) uma encrenca. Um grupo de playboys o acusa de roubo e as provas parecem irrefutáveis. Se ele não conseguir limpar seu nome, a prisão será seu novo endereço. Disposto a provar a inocência, ele aciona a inteligente e esperta Maeve. Mesmo sem estar segura sobre a inocência do irmão, ela é a única com quem Sean pode contar. E ela não daria as costas para ele. Mas Maeve não estará sozinha nessa missão. Com Otis, o improvável guru adolescente de sexo, ao seu lado, a leal amiga Aimee no volante e Eric, o exuberante melhor amigo de Otis, os quatro colocarão todas as suas habilidades de detetive à prova para descobrir o que realmente aconteceu e tentar livrar Sean da confusão. Entre sobreviver uns aos outros, solucionar um crime de verdade e lidar com as emoções da viagem, os amigos de Moordale farão uma jornada que promete ser inesquecível.

Magisterium: O desafio de ferro (Vol. 1), da Cassandra Clare e Holly Black

Das incríveis imaginações das autoras best-sellers Holly Black e Cassandra Clare, Magisterium O desafio de ferro (Vol. 1) (Galera Junior, 352 págs, R$ 54,90) é um mergulho fantástico, empolgante e impactante dentro de um mundo mágico inédito. A primeira colaboração das autoras, a série de cinco livros é a união de duas das mais conceituadas autoras de livros para jovens adultos. Na trama, Callum Hunt precisa enfrentar o Desafio de Ferro. Um teste para os potenciais alunos do Magisterium, uma renomada escola de magia. Todo mundo faria tudo para ser aceito, mas não Callum. Após tudo que o seu pai lhe contou sobre o lado sombrio da magia, Call está decidido a falhar na prova. Mas parece que alguém está determinado que ele seja bem-sucedido e, apesar de um teste nada promissor, ele se encontra sendo levado para o mesmo lugar que cresceu aprendendo a temer, com uma série de mentiras e segredos sendo trazidos à tona. No entanto, o Desafio de Ferro é apenas o começo. O mais difícil teste de Call ainda está por vir.

Aumente o poder do seu subconsciente para vencer o medo e a ansiedade, do Joseph Murphy

Em Aumente o poder do seu subconsciente para vencer o medo e a ansiedade (BestSeller, 192 págs, R$ 39,90), o renomado autor Joseph Murphy ensina como podemos, por meio da prece e da meditação, desenvolver o poder laten­te de resolver problemas e derrotar a angústia que costuma acompanhá-los. Naturalmente, a solução prática para cada caso ainda deve ser procurada, mas a aplicação das sugestões e palavras de conforto de Joseph Murphy geralmente aceleram o processo e permite lidar com os problemas de modo mais eficaz — sem perder a serenidade. Nos dias de hoje, a grande questão que nos atravessa é: como nos libertar da tristeza e das preocupações? Todos vivenciamos momentos nos quais o medo e a ansiedade dominam a existência cotidiana. Estes podem ser resultantes de fatores relacionados ao planeta em que vivemos, ou ainda fatores pessoais. Muitas vezes, esses problemas assustam e tiram toda a alegria e a felicidade de nossa vida. E nem sempre podemos impedir que aconteçam, ou encontrar soluções imediatas. No entanto, todos nós possuímos, em nosso interior, a capacidade de lidar com eles de maneira a não nos destruirmos no processo.

Aumente o poder do seu subconsciente para ter saúde e vitalidade, do Joseph Murphy

Para Joseph Murphy viver bem significa ter uma atitude mental feliz. Por isso, Aumente o poder do seu subconsciente para ter saúde e vitalidade (BestSeller, 256 págs, R$ 39,90) é aliado na jornada rumo a uma saúde plena e à longevidade. Pensar na saúde, cultivar ideais, assim os processos do envelhecimento não o atingirão. Nesta edição revista e repaginada, Murphy defende que a vida deve ser uma perpétua alegria e, quando você não a aprecia, não sente que é um prazer estar vivo. Por isso, cada indivíduo deve construir um alicerce para a saúde da mesma forma que uma pessoa aplicada estabelece os fundamentos para aprender algo que é importante para ela. Murphy afirma que cada um é responsável pelo bem-estar do seu corpo e deve se propor a comer alimentos saudáveis e adequados. Deve também seguir um programa de exercícios para melhorar sua fisiologia e tônus muscular, evitar a ingestão de álcool e o tabagismo, bem como outros hábitos ou costumes que possam prejudicar sua saúde.

Olualê Kossola: As palavras o último homem negro escravizado, da Zora Neale Hurston

Esse trabalho fundamental da autora Zora Neale Hurston, Olualê Kossola: As palavras o último homem negro escravizado (Record, 240 págs, R$ 54,90) traz o poderoso relato de um dos últimos sobreviventes do tráfico atlântico levado para os Estados Unidos. Baseado em entrevistas, com a linguagem única de Cudjo – ou Olualê Kossola, seu nome na África é escrito do ponto de vista de Hurston, com a compaixão e o estilo singular que fizeram dela uma das mais proeminentes autoras dos Estados Unidos do século XX. Ilustra, também com maestria os horrores da escravização de pessoas negras. Oferecendo uma compreensão do legado pernicioso que ainda assombra a sociedade americana. Esse trabalho comovente e poderoso é uma contribuição inestimável para nossa história e cultura.

O Falcão de Esparta, do Conn Iggulden

Na Idade Antiga, um exército era mais temido que todos os outros. Baseado numa das aventuras mais épicas da história, O Falcão de Esparta (Record, 448 págs, R$ 69,90) retrata com maestria a ferocidade, o heroísmo e a selvageria que caracterizaram o Mundo Antigo. Os filhos de Esparta, aqueles cujos pais e avôs pereceram nas Termópilas e na Guerra do Peloponeso, trabalham como mercenários para príncipes persas ávidos em se engajar em guerras de tronos. Quando o príncipe Ciro, o Jovem, irmão do Grande Rei, resolve reivindicar a coroa, parte nessa empreitada com um exército de dez mil desses mercenários. A questão é que uma guerra inteira pode ser perdida com um único golpe: como o que acabou com a vida do príncipe. Assim que a poeira da guerra civil baixa, os mercenários se veem encurralados no coração do império inimigo, sem apoio, sem comida e sem água. Longe de casa, rodeados de adversários, cabe ao jovem ateniense Xenofonte liderar os sobreviventes numa guerra contra os lendários guerreiros persas de Artaxerxes.

Ser justo com a psicanálise, do Joel Birman

Em Ser justo com a psicanálise (Civilização Brasileira, 420 págs, R$ 64,90), Joel Birman apresenta ensaios e conceitos essenciais para explicar como a psicanálise de Freud e suas ideias mudaram a história da filosofia. Provocado pelo pensamento de Michel Foucault sobre Sigmund Freud, o aclamado psicanalista medeia um diálogo entre os discursos da psicanálise e da filosofia. O autor conduz leitores e leitoras em uma viagem que parte do início da construção teórica psicanalítica, época em que o advento das ideias de Freud sobre o inconsciente encontrou resistência para validação científica. Birman explica como, sendo a psicanálise uma experiência da interpretação da subjetividade, suas premissas foram encaradas mais como especulações ficcionais do que um exercício cartesiano da razão.

Aprendendo com a própria história, do Paulo Freire e Sérgio Guimarães

Em Aprendendo com a própria história (Paz & Terra, 352 págs, R$ 64,90)¸ o educador Sérgio Guimarães conduz com sensibilidade e inteligência um diálogo com o Patrono da Educação Brasileira, fazendo de Freire um exemplo de como a própria caminhada é também fonte de diálogo e saber. Famoso por seu pensamento inovador e por sua incessante luta contra as desigualdades, aqui Paulo incorpora o verdadeiro sentido da pedagogia e se torna, ele mesmo, educador e educando. Vida e pensamento, teoria e prática, tudo se une nos relatos de uma história ao mesmo tempo rica e simples, e que só poderia resultar naquilo que durante toda a vida ele mais prezou: aprendizado. Além disso, Sérgio busca personagens que inspiraram e compartilharam momentos importantes desse aprendizado. Paulo de Tarso dos Santos, ministro da Educação e Cultura quando Freire trabalhou em Brasília, conta histórias sobre a política dos anos 1960. Já Clodomir Santos Morais, companheiro de cadeia de Paulo, fala de suas experiências de vida e da relação do amigo com o Vaticano.

Corte de chamas prateadas (Vol. 4 Corte de espinhos e rosas), da Sarah J. Maas

A guerra finalmente chegou ao fim, e a irmã de Feyre, Nestha, brilha em Corte de chamas prateadas (Galera, 714 págs, R$ 69,90), a sedutora e poderosa sequência da aclamada série Corte de espinhos e rosas. Nestha Archeron sempre foi orgulhosa, irritável e lenta em perdoar. Ter sido Feita pelo Caldeirão não tornou sua personalidade mais doce. Mas o que poucos sabem é que, por trás da fachada de força, Nestha carrega uma dor que a está corroendo: o arrependimento por não ter feito nada para ajudar a família quando caíram na pobreza e por não ter sido capaz de salvar o pai. Desde que foi forçada a entrar no Caldeirão e se tornar Grã-Feérica contra sua vontade, ela lutou para encontrar um lugar para si mesma dentro do mundo estranho e mortal que habita. No entanto, ela não consegue superar os horrores da guerra com Hybern e tudo o que perdeu nela. A única pessoa que a incendeia, mais do que qualquer outra, é Cassian, o guerreiro com cicatrizes de batalha cuja posição na Corte Noturna de Rhysand e Feyre o mantém constantemente na órbita de Nestha. Mas seu temperamento não é a única coisa que Cassian inflama. O fogo entre eles é inegável, e fica ainda mais quente quando são forçados a ficarem próximos um do outro.