J.P. Cuenca

J.P. Cuenca é autor, entre outros, de Corpo presente (2003), O único final para uma história de amor é um acidente (2013) e Descobri que estava morto (2016), eleito o melhor romance do ano pelo Prêmio Literário Biblioteca Nacional e relacionado ao longa-metragem A morte de J.P. Cuenca (2016). Em 2007, foi selecionado pelo Festival de Hay um dos 39 jovens autores mais destacados da América Latina e em 2012 foi escolhido pela revista britânica Granta um dos vinte melhores romancistas brasileiros com menos de 40 anos. Seus livros já foram traduzidos para oito idiomas.

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