Carpinejar em Depois é nunca, Sophie Kinsella, horóscopo para 2022 e mais

13/10/2021 215 visualizações

Depois é nunca, do Carpinejar

Em sua nova obra, o premiado autor Fabrício Carpinejar, Depois é nunca (Bertrand Brasil, 128 págs, R$ 39,90) retrata a despedida e o luto em forma de crônicas sensíveis e emocionantes. Nas crônicas que falam sobre o quanto não sabemos reagir ao luto, Carpinejar encontra palavras que possibilitam o fluxo nítido de pensamentos junto dos sentimentos, com a sabedoria de quem sabe mexer com a magia das palavras. Ele escreve como quem te escuta. As dores de amores perdidos, reparados, disfarçados, contidos, escondidos. A escrita é norteada pelo luto, pela saudade e pela esperança. Carpinejar trata dos sentimentos e das angústias de uma maneira tão única e leve que até assuntos considerados tabu, como a morte, ganham um significado especial em linguagem simples. Os textos ponderam sobre a intuição de que a morte vai chegar, e sobre o esforço feito para evitar as duas: a intuição e a morte. As memórias guardadas do derradeiro momento em que chega a notícia da morte de alguém. A incredulidade daquilo que já aconteceu e se demora a aceitar. A gratidão pela companhia dos momentos em vida, da memória boa que resta em quem fica.

Seu horóscopo pessoal para 2022, do Joseph Polansky

Seu horóscopo pessoal para 2022 (BestSeller, 384 págs, R$ 49,90) traz tudo o que você precisa saber para se preparar para o ano, aumentando assim suas chances de sucesso e realização. Na abertura de cada signo, há um perfil de personalidade minucioso, e ele é seguido de orientações específicas, indicando as tendências astrais mensais, mostrando a direção mais adequada para cada trânsito astrológico. Além de esboçar os traços gerais do seu caráter e as tendências básicas em sua vida, este livro ensina a utilizar as influências planetárias para aproveitar ao máximo o novo ano. Os leitores terão acesso à milenar sabedoria astrológica e assim melhorar a qualidade de sua vida. Com este guia, sua caminhada será facilitada e sua trajetória será iluminada, tornando-o mais consciente de sua ligação pessoal com todo o Universo.

Amar é relativo, da Sophie Kinsella

Em Amar é relativo (Record, 392 págs, R$49,90), conheça Ava: uma mulher que já não aguenta mais essa história de procurar namorado em aplicativos de encontros. Na verdade, ela nunca gostou muito disso. Sempre preferiu um encontro cara a cara e seguir a própria intuição a confiar em algoritmos que prometem o par ideal. Depois de um término recente, ela decide não pensar em homens por um tempo e parte para um retiro de escrita na Itália no qual todos os participantes são proibidos de revelar sua verdadeira identidade ou dar qualquer detalhe de sua vida pessoal. Eles não podem nem usar celular, o que para ela é algo desafiador. Mas Ava está decidida a se concentrar única e exclusivamente no livro que está escrevendo. Tudo o que Ava sabe sobre o cara que se autodenomina Holandês é que, além de gatíssimo, ele é divertido e gente boa. E não demora muito para que ela descubra que ele é bom de cama também. Os dias passam como em um sonho; tudo é perfeito… Mas chega o dia de retornar à realidade. De volta a Londres, Ava finalmente descobre que o cara por quem já está caidinha se chama Matt. E, à medida que o universo de faz de conta dá lugar ao mundo real, eles vão entendendo que suas vidas são bem diferentes. Os dois estão completamente apaixonados um pelo outro, porém, em pouco tempo, fica óbvio que eles não são lá tão compatíveis como haviam imaginado. Será que Ava e Matt conseguirão continuar juntos? Ou estamos diante de um caso de diferenças irreconciliáveis?

Naquele fim de semana, a Sarah Alderson

Orla e Kate são melhores amigas há muito tempo. Juntas, elas já enfrentaram várias coisas — seja o desafio de Orla como mãe de primeira viagem ou o divórcio complicado de Kate. E, independentemente do que aconteça na vida delas, todo ano as duas tiram um fim de semana para viajar juntas. Sozinhas, tirando um tempo só para elas. Em Naquele fim de semana (Record, 336 págs, R$ 49,90), o destino é Lisboa. Para começar o breve período de férias com estilo, nada melhor do que uma noite inesquecível: um jantar, regado a champanhe, em um restaurante sofisticado. Na manhã seguinte, quando Orla acorda, ainda de ressaca e sentindo-se culpada por ter deixado o marido sozinho com a filhinha deles, descobre que a amiga desapareceu. Ela procura a polícia, mas eles informam que é necessário esperar vinte e quatro horas para registrar um desaparecimento. Então só lhe resta esperar. As horas passam, e Kate não aparece. Apavorada, Orla se dá conta de que é a única esperança da amiga. Com apenas uma vaga lembrança dos acontecimentos da noite anterior, ela decide refazer seus passos. O que se desenrola em seguida é uma série de descobertas devastadoras, que ameaça tudo o que ela mais ama. Orla sabe que Lisboa guarda o segredo do que aconteceu naquela noite, mas não faz ideia de que a verdade pode estar mais perto do que ela imagina.

O Brasil: Território e sociedade no início do século XXI, do Milton Santos e María Laura Silveira

Em nova edição, com prefácio de Sérgio Abranches, O Brasil: Território e sociedade no início do século XXI (Record, 490 págs, R$ 79,90) é o resultado de uma vasta pesquisa, que constrói, a partir do olhar dos geógrafos, uma visão interdisciplinar da realidade brasileira. Com uma linguagem acessível, permite a leitura não apenas dos especialistas, mas também de outros cientistas sociais, administradores, políticos e do leitor em geral. Sua maior ambição é, ao atingir o grande público, participar ativamente do debate nacional. Ao mostrar o uso do espaço nacional como um todo e, paralelamente, o de cada uma de suas regiões, associado ao conceito de divisão territorial do trabalho e correlatos, Milton Santos e María Laura Silveira revelam que o território não é apenas um palco, mas, sobretudo, um ator na dinâmica social. Aspectos e relações importantes são criteriosamente selecionados para caracterizar nossa formação socioespacial.

Por uma outra globalização, do Milton Santos

Em nova edição, com prefácio de Itamar Vieira Júnior, Por uma outra globalização (Record, 196 págs, R$ 49,90) trata da globalização como fábula e como perversidade. A proposta é refletir sobre os seus fundamentos materiais e políticos, além de explicar os problemas e dores do mundo atual. Mas, apesar das dificuldades da era presente, quer também ser uma mensagem portadora de razões objetivas para prosseguir vivendo e lutando. Deixando de lado as “listagens copiosas de citações” que em geral caracterizam livros que se propõem a estudar as questões da sociedade, Milton Santos direciona este livro ao leitor comum, que dispensa a obrigação cerimonial das referências. Para o autor, a mudança histórica provirá de um movimento de baixo para cima, tendo como atores principais os países subdesenvolvidos e não os países ricos; os deserdados e os pobres e não os opulentos; o indivíduo liberado, partícipe das novas massas e não o homem acorrentado; o pensamento livre e não o discurso único. A globalização atual não será irreversível e a história universal está apenas começando.

Sangue dourado, da Namina Forna

Sangue dourado (Galera, 378 págs, R$ 49,90), é o primeiro volume da trilogia Imortais, uma fantasia feminista poderosa e envolvente inspirada na África Ocidental. Nela, conheça as alaki, guerreiras quase imortais que lutam para sobreviver em um império que só pensa em destruí-las. Deka convive com o medo e a expectativa todos os dias. Finalmente chegou seu momento de passar pela cerimônia do sangue, a qual todas as meninas de Otera são submetidas. Se o seu sangue for vermelho, igual ao de qualquer humano, Deka enfim fará parte da aldeia que a ignora e a despreza desde seu nascimento, enfim será aceita, enfim viverá uma vida normal. Se o seu sangue for vermelho. Mas não é. O sangue que escorre de suas veias é dourado, a cor da impureza. E, por isso, seu destino será enfrentar consequências piores do que a morte. Até que uma mulher misteriosa aparece trazendo uma alternativa: lutar pelo imperador em um exército de garotas como ela, as alaki, seres quase imortais e, mais importante, dotadas de dons raros. Juntas, as alaki podem conter a maior ameaça do império, os uivantes mortais, bestas selvagens que atacam de vilarejo em vilarejo, deixando dezenas de corpos em seu rastro. Em busca de sentir que pertence a algum lugar, Deka parte para a capital, onde logo descobre que nada é exatamente o que parece — nem mesmo ela.

O guia da donzela para anáguas e pirataria (Vol. 2 Irmãos Montague), da Mackenzi Lee

Felicity Montague precisará usar toda sua inteligência e artifícios femininos para realizar seu grande sonho de se tornar médica. O guia da donzela para anáguas e pirataria (Galera, 378 págs, R$ 54,90) é a sequência do best-seller O guia do cavalheiro para o vício e a virtude. Um ano após uma grande turnê acidental com o irmão Monty, Felicity Montague voltou à Inglaterra com dois objetivos: evitar a proposta de casamento de um pretendente apaixonado e se matricular na faculdade de medicina. No entanto, seu intelecto e paixão nunca serão suficientes aos olhos dos administradores, que veem os homens como os únicos guardiões da ciência. Mas então uma oportunidade surge: um médico que ela idolatra está se casando com uma amiga sua na Alemanha. Felicity acredita que se ela pudesse conhecer esse homem, ele poderia mudar seu futuro, mas ela não tem dinheiro para fazer a viagem. Até que uma misteriosa jovem está disposta a pagar a passagem de Felicity, desde que ela possa viajar com Felicity disfarçada de empregada.

Quem ama não adoece, do Marco Aurélio Dias da Silva

Um guia essencial para a saúde do corpo e da alma Quem ama não adoece (BestSeller, 322 págs, R$ 39,90) ganha nova edição. Baseado em anos de pesquisa e prática médica, o livro explora o papel das emoções para a origem e a cura de doenças, além de indicar que a saúde não é apenas a ausência de doença, mas um conceito amplo que envolve bem-estar, qualidade de vida, autoestima e capacidade de amar. A partir de uma abordagem séria e cientificamente embasada de várias doenças – da enxaqueca à depressão, da alergia à obesidade –, o Dr. Marco Aurélio Dias da Silva discute questões como envelhecimento, medo da morte, sexualidade, relações familiares e de trabalho. O resultado é um panorama das tensões a que nos submetemos, de suas consequências sobre o nosso corpo e das possíveis maneiras de superá-las. Ao debruçar-se sobre o componente afetivo da dor e da doença, o autor expõe os limites da ciência e questiona o papel do médico: mais que diagnosticar e prescrever, ele deve orientar, compreender e confortar aqueles que o procuram.

Como fazer sua (próxima) carreira decolar, do Dale Carnegie

Em Como fazer sua (próxima) carreira decolar (BestSeller, 320 págs, R$ 39,90), Dale Carnegie, mestre do desenvolvimento pessoal, traz métodos valiosos para você conquistar a carreira dos seus sonhos. Com as dicas e conceitos apresentados pelo autor best-seller de Como fazer amigos e influenciar pessoas, é possível aprimorar sua postura profissional. Dessa forma, terá todas as qualidades para se tornar o melhor candidato a uma promoção ou ao emprego dos seus sonhos. Cernegie oferece conselhos essenciais que vão ensinar você a desenvolver habilidades como: demonstrar uma postura profissional, elabora uma marca pessoal, buscar um novo emprego e mudança de carreira. Saber reconhecer qual é o momento certo para dar o próximo passo na carreira é essencial para qualquer profissional. Quando você não tem consciência de qual é a melhor decisão a tomar pode acabar estagnado em um emprego que não traz felicidade ou fazer escolhas que não acrescentam em nada na sua vida profissional.

Sidarta, do Hermann Hesse

Obra clássica do premiado autor, Herman Hesse, Sidarta (Record, 168 págs, R$ 49,90) é uma reflexão sobre a busca da sabedoria que encanta gerações. Esta obra inesquecível é fruto de uma viagem à Índia em 1911 e foi publicado onze anos depois, em 1922. Sidarta é um espírito rebelde que seguiu os ensinamentos de Buda, mantendo-se fiel à sua própria alma. Mas, como outros heróis desse ganhador do Prêmio Nobel de Literatura, não trata apenas de devoção. Destila altas doses de angústia ocidental no confronto do individualismo com os ideias de iluminação. Na busca da verdadeira felicidade, o filho de brâmanes, favorecido na aparência, na inteligência e no carisma, torna-se um asceta. Para isso, segue um caminho tortuoso que o leva, através de um sensual caso amoroso com uma cortesã, das tentações à autocompreensão. A sensibilidade harmonizada de Hesse com temas universais o fez referência da contracultura e precursor de questionamentos imperecíveis. Visionário, o autor foi um desbravador do misticismo oriental muito antes da corrida aos gurus orientais do século XX.

Celebridade Mortal, da J.D. Robb

Em Celebridade Mortal (Bertrand Brasil, 448 págs, R$ 59,90), um dos casos mais famosos de Eve Dallas é adaptado para o cinema. No 34° volume da série Mortal, a tenente Eve Dallas se sente em pânico, apesar de não estar em nenhuma cena de crime. Obrigada a participar de um jantar cheio de celebridades para festejar o lançamento de um filme baseado no seu caso mais famoso, ela se vê rodeada de atores e atrizes que são muito parecidos com todos que estão à sua volta na vida real. Até que um assassinato ocorre durante o jantar. A detestável atriz que vive nas telas o papel de Peabody, parceira de Eve na vida real, é encontrada morta, flutuando de bruços, na piscina da mansão. Eve decide interrogar os suspeitos imediatamente, antes que eles deixem o local, e acaba descobrindo que seria difícil encontrar alguém que não tivesse um motivo para cometer o crime. Na sequência, um detetive particular também é morto e uma gravação comprometedora desaparece, tudo isso em meio às filmagens de uma produção extremamente cara. Eve precisa lutar para manter a objetividade e a mente afiada, a fim de parar uma celebridade que, além de assassinar as pessoas, se mostra extremamente fria e calculista.

Dialogando com a própria história, do Sérgio Guimarães e Paulo Freire

Dialogando com a própria história (Paz & Terra, 160 págs, R$ 49,90) é a expressão em prática dos sonhos de Paulo Freire e Sérgio Guimarães: lutar por uma sociedade em que a intercomunicação seja menos difícil. A obra traz o registro da trajetória pessoal e profissional de Paulo Freire e Sérgio Guimarães, e oferece uma leitura leve e enriquecedora através do diálogo entre os dois mestres. Publicado originalmente em 2000, o livro recapitula as experiências de Paulo nos Estados Unidos e na Suíça, e de Sérgio na França. É uma análise fascinante sobre como aprendemos com o passado e a troca. A apresentação é assinada pela educadora Ana Maria Araújo Freire. Reconhecer-se como sujeito da história é um exercício político e pedagógico de extrema importância. É inquestionável o impacto dessa noção nos países que passaram por ditaduras. Eles têm como perspectiva a política participativa e a educação dialógica, comprometida com a emancipação dos marginalizados frente aos mecanismos de exclusão e controle. Não apenas a teorizam e a praticam como também lhe creditam destaque nas transformações das sociedades pós-regimes totalitários.

Testamento da presença de Paulo Freire, o educador do Brasil, da Ana Maria Araújo Freire

Reunindo o depoimento de intelectuais e personalidades cientificas, Testamento da presença de Paulo Freire (Paz & Terra, 464 págs, R$ 49,90) mostra como a presença do Patrono da Educação foi e ainda é fundamental para a educação, a pedagogia e principalmente para a democracia brasileira. Aqui, a organizadora, a educadora Ana Maria Araújo Freire, reúne personalidades que ajudam a reconstituir o convívio com o grande professor. Intelectuais renomados como Noam Chomsky ajudam a dimensionar a obra freireana e sua influência planetária. Políticos influentes como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mostram como o pensamento de Paulo Freire é fundamental para a construção de nossa democracia. E educadores como Luiza Erundina recuperam as lições que receberam dos profissionais que se dedicaram (e se dedicam) à educação pública com amor e luta.