{"title":"Albert Camus","description":"\u003cp\u003eAlbert Camus foi um jornalista, filósofo e escritor francês nascido na Argélia, em 1913. Seus trabalhos contribuíram com o crescimento da corrente de pensamento conhecida como absurdismo. Um dos grandes autores do século XX, recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1957, três anos antes de sua morte. Entre suas maiores obras estão \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eA peste\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eA queda\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"estado-de-sitio-nova-edicao","title":"Estado de sítio (Nova edição)","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eUma obra de um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura, Albert Camus, \u003cem\u003eEstado de sítio,\u003c\/em\u003e lançada originalmente em 1948\u003cem\u003e,\u003c\/em\u003e se passa em uma pequena cidade litorânea, assolada pela peste e dominada pelo medo. \u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara Camus, o medo era o mal do século XX e, por isso, ele o utiliza como o fio condutor desta obra, que, para muitos críticos, é uma alegoria da ocupação, da ditadura e do totalitarismo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNesta edição, foram reunidos um prefácio de Pierre-Louis Rey, documentos históricos, entrevistas, uma nota assinada pelo autor sobre a peça e um testemunho de Jean-Louis Barrault, contando a história de sua colaboração com Camus para a composição e encenação de \u003cem\u003eEstado de sítio\u003c\/em\u003e, e analisando as razões do seu fracasso. A edição apresenta, ainda, críticas à peça, encenada pela primeira vez em 27 de outubro de 1948, pala Companhia Madeleine Renaud-Jean-Louis Barrault, no Théâtre Marigny, com direção de Simmone Volterra e resposta de Camus à crítica, reunindo, assim, tudo que já foi dito sobre a peça, que foge do realismo, abre o horizonte cênico e dá toda a liberdade ao diretor.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159237017852,"sku":"9788501111678","price":69.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/a9a163a7d7d813b4df2ffb85375e91f6_3c57e24e-018b-4d7c-a745-e2c085655083.jpg?v=1776898581"},{"product_id":"a-queda","title":"A queda","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDe um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUm advogado francês faz seu exame de consciência num bar de marinheiros, em Amsterdã. O narrador, autodenominado “juiz-penitente”, denuncia a própria natureza humana misturada a um penoso processo de autocrítica. O homem que fala em \u003cem\u003eA queda\u003c\/em\u003e se entrega a uma confissão calculada. Mas onde começa a confissão e onde começa a acusação? Ele se isolou do mundo após presenciar o suicídio de uma mulher nas águas turvas do Sena, sem coragem de tentar salvá-la. Camus revela o homem moderno que abandona seus valores e mergulha num vazio existencial. Fundamental para todas as gerações.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159268999420,"sku":"9788501111265","price":64.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/f00ecb81f43c8a49331c8577aeda0d7a.jpg?v=1776889871"},{"product_id":"a-morte-feliz-edicao-de-bolso","title":"A morte feliz (edição de bolso)","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eObra de um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura em edição de bolso.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eA morte feliz\u003c\/em\u003e, Albert Camus retrata a busca pela felicidade, assim como a aceitação, o entendimento e a consciência da morte. O autor acredita que, para conquistar a felicidade, é necessário ser independente, livre, mas também ter dinheiro; a pobreza é a condição que impede a vida feliz.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta obra foi o trabalho precursor de seu livro mais famoso, \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e. O protagonista Patrice Mersault de \u003cem\u003eA morte feliz\u003c\/em\u003e tem características muito semelhantes a Meursault de \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e, ambos são franco-argelinos e levam uma vida difícil em uma sociedade indiferente. Em \u003cem\u003eA morte feliz\u003c\/em\u003e, o protagonista mata um homem a sangue frio, e acompanhamos sua jornada por várias fases, como exílio, hedonismo, privação e morte. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eApesar da morte precoce, Albert Camus deixou um legado para a sociedade e para cada indivíduo, iluminando os problemas da consciência humana. Nesta obra, o autor nos mostra um vislumbre de sua filosofia de ação e responsabilidade moral que faria dele e a figura central do pensamento de nosso tempo.\u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159326998780,"sku":"9788577994793","price":49.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/82b285a5fa3643781035d79a03993f04.jpg?v=1776889896"},{"product_id":"a-queda-edicao-de-bolso","title":"A queda (edição de bolso)","description":"\u003cp\u003eEdição de bolso do romance de um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura. Em \u003cem\u003eA queda\u003c\/em\u003e, um advogado francês faz seu exame de consciência num bar de marinheiros, em Amsterdã. O narrador, autodenominado “juiz-penitente”, denuncia a própria natureza humana misturada a um penoso processo de autocrítica. O homem que fala em \u003cem\u003eA queda\u003c\/em\u003e se entrega a uma confissão calculada. Mas onde começa a confissão e onde começa a acusação? Ele se isolou do mundo após presenciar o suicídio de uma mulher nas águas turvas do Sena, sem coragem de tentar salvá-la. Camus revela o homem moderno que abandona seus valores e mergulha num vazio existencial. 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É inegável a dimensão política deste livro, um dos mais lidos do pós-guerra, uma vez que a cidade assolada pela epidemia lembra a ocupação nazista na França durante a Segunda Guerra Mundial. A peste é uma obra de resistência em todos os sentidos da palavra. Narrado do ponto de vista de um médico envolvido nos esforços para conter a doença, o texto de Albert Camus ressalta a solidariedade, a solidão, a morte e outros temas fundamentais para a compreensão dos dilemas do homem moderno.\u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159379820796,"sku":"9788577991181","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/e1a44edfcc6c325269b67d11fa365b52_52ff973c-077f-4cab-bc91-68f979467e61.jpg?v=1776891957"},{"product_id":"o-homem-revoltado-edicao-de-bolso","title":"O homem revoltado (edição de bolso)","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEdição de bolso deste ensaio de um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAs obras de Albert Camus destacam em geral dois conceitos: o absurdo e a revolta. Em \u003cem\u003eO homem revoltado\u003c\/em\u003e, o autor faz vários questionamentos de ordem filosófica. Coloca-se a favor da liberdade humana e da dignidade do indivíduo, e contrário ao comunismo, aos regimes totalitários e ao terrorismo, pois incitam a revolta humana, os assassinatos e a opressão.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMuito mais do que um ensaio, \u003cem\u003eO homem revoltado\u003c\/em\u003e é uma obra contra os crimes de Estado, com destaque para aqueles ocorridos durante o regime stalinista. Segundo Camus, não há crime que possa ser justificado em nome da História. Nesta obra, o autor analisa o conceito de revolta do ponto de vista histórico, observando suas características e desvirtuamentos. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO autor mostra toda a sua personalidade por si só revoltada, com o objetivo da superação e da procura de um caminho, já que termina de escrevê-la alguns anos após o fim da Segunda Guerra Mundial. Apesar da morte precoce, Camus deixou um legado para a sociedade e para cada indivíduo, iluminando os problemas da consciência humana.\u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159381197052,"sku":"9788577994786","price":64.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/92b6d3af721946f7e767728ed6c3d954_78873f84-4735-4d09-9ecb-d59e55a0a8e2.jpg?v=1776893852"},{"product_id":"diario-de-viagem","title":"Diário de viagem","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDe um dos mais importantes e representativos autores do século XX e ganhador do Prêmio Nobel de Literatura.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste \u003cem\u003eDiário de viagem\u003c\/em\u003e de Albert Camus, publicado na França em 1978, traz as impressões anotadas pelo escritor em duas viagens: aos Estados Unidos, em 1946, e à América do Sul (principalmente o Brasil) entre junho e agosto de 1949.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDurante sua estada em nosso país, Camus registra observações preciosas sobre vários aspectos da vida brasileira, comentando ainda seus encontros com Aníbal Machado, Manuel Bandeira, Murilo Mendes, Augusto Frederico Schmidt, Oswald de Andrade, Mário Pedrosa e muitos outros.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSão de leitura obrigatória para o leitor brasileiro os comentários aguçados feitos pelo pensador francês sobre este “país em que as estações se confundem umas com as outras; onde os sangues misturam-se a tal ponto que a alma perdeu seus limites”.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159396466940,"sku":"9788501111272","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/da6febf0a7483f3d44f834afedc25b82_98cbd4ca-5210-46f0-95c9-418c7e20d4ce.jpg?v=1776896592"},{"product_id":"a-inteligencia-e-o-cadafalso","title":"A inteligência e o cadafalso","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDe um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e \u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEscritor visceral, jornalista, ensaísta, autor de obras fundamentais como \u003cem\u003eA peste \u003c\/em\u003ee \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e, Albert Camus também dedicou parte de seu tempo à produção de textos críticos sobre a própria literatura. Esse é o Camus de \u003cem\u003eA inteligência e o cadafalso\u003c\/em\u003e, reunião de críticas, resenhas e prefácios nos quais ele se debruça sobre autores como Oscar Wilde, Jean Paul-Sartre e Herman Melville para, a partir deles, refletir sobre as próprias preocupações literárias, filosóficas e ideológicas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAssim, de Wilde ele corajosamente abre mão de clássicos como \u003cem\u003eSalomé\u003c\/em\u003e \u003cem\u003ee O retrato de Dorian Gray\u003c\/em\u003e em benefício de D\u003cem\u003ee profundis\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eA balada da prisão de Reading\u003c\/em\u003e , temas do ensaio \"\"O artista na prisão\"\", exemplo de sua teoria de que o sofrimento e a miséria mais extrema guardam uma espécie de felicidade. Para Camus, é longe dos salões aristocráticos, na escuridão de sua cela e no convívio com a ralé que Wilde encontra uma linguagem que rompe com sua antiga vida burlesca, criando nele uma cumplicidade com aqueles que sofrem. Nas obras de Herman Melville, autor de \u003cem\u003eMoby Dick\u003c\/em\u003e, elevado por ele à condição de \"\"Homero do Pacífico\"\", Camus encontra a revolta e o consentimento, o amor indomável e extremado, a dor e a solidão, o absurdo transformado em corriqueiro, temas que são a base de \u003cem\u003eA peste\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNos dois ensaios sobre Sartre, publicados ainda na Argélia, em 1938 e em 1939, bem antes do rompimento entre os dois autores, Camus já mostra como sua raiz literária é diferente do existencialismo ao qual foi sempre vinculado. Finalmente, no ensaio que dá título ao livro e foi publicado em 1943, podemos encontrar uma condensação do percurso literário e ensaístico do autor, que se desdobrará a partir de então em personagens e raciocínios que encarnam sua \"\"concepção do homem\"\". Obra crítica, \u003cem\u003eA inteligência e o cadafalso\u003c\/em\u003e também é, assim, um roteiro para a mitologia pessoal de Camus e as estruturas internas de obras como \u003cem\u003eO avesso e o direito\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eO mito de sísifo\u003c\/em\u003e ou \u003cem\u003eO homem revoltado\u003c\/em\u003e, marcos da literatura do século XX.\u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159396532476,"sku":"9788501111654","price":54.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/d680820eeca653348b1e3d8b6be062f1_b8d9b8aa-bf64-4538-96f3-ecf243dfbce1.jpg?v=1776891084"},{"product_id":"o-avesso-e-o-direito","title":"O avesso e o direito","description":"\u003cp\u003e\u003cb\u003eDe um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura\u003c\/b\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eAlbert Camus tinha apenas 22 anos quando publicou, na Argélia, \u003ci\u003eO avesso e o direito\u003c\/i\u003e, conjunto de cinco peças que ele classificou como “ensaios literários”. Já estão ali o estilo poético que é sua marca registrada e a preocupação com alguns temas essenciais, como o amor ao Mediterrâneo, a solidão do homem em meio ao abandono e o absurdo da condição humana. Francês da Argélia, Camus recebeu a luz do Mediterrâneo como um dom de vida, expressa numa escrita nobre, um pouco à espanhola, mas com registro variado. Mais do que negar Deus, naqueles anos de juventude, desisnteressou-se dele. Quando amadureceu na reflexão, compreendeu que o homem é o valor capital e relegou Deus às ideias-fábulas dos poetas. Mais tarde, ao romper com os existencialistas, denunciou os regimes totalitários (sobretudo os de esquerda) e proclamou, no Discurso da Suécia, ao receber o prêmio Nobel, que “o escritor não pode se colocar a serviço daqueles que fazem a História; ele está a serviço daqueles que a sofrem”. \u003ci\u003eO avesso e o direito\u003c\/i\u003e é uma leitura fundamental para uma compreensão mais abrangente da vida e da obra de Camus. \u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159396565244,"sku":"9788501111661","price":54.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/0f5347e389978d567b6a67b1196aed05.jpg?v=1776898877"},{"product_id":"o-homem-revoltado","title":"O homem revoltado","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eO homem revoltado\u003c\/em\u003e é um ensaio de um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAs obras de Albert Camus destacam em geral dois conceitos: o absurdo e a revolta. Em \u003cem\u003eO homem revoltado\u003c\/em\u003e, o autor faz vários questionamentos de ordem filosófica. Coloca-se a favor da liberdade humana e da dignidade do indivíduo e contrário ao comunismo, aos regimes totalitários e ao terrorismo, pois incitam a revolta humana, os assassinatos e a opressão. Muito mais do que um ensaio, é uma obra contra os crimes de Estado, com destaque para aqueles ocorridos durante o regime stalinista. Segundo Camus, não há crime que possa ser justificado em nome da História. O autor mostra toda a sua personalidade por si só revoltada, com o objetivo da superação e da procura de um caminho, já que termina de escrever o livro alguns anos após o fim da Segunda Guerra Mundial. Apesar da morte precoce, Albert Camus deixou um legado para a sociedade e para cada indivíduo, iluminando os problemas da consciência humana.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\"\"Quando foi publicado pela primeira vez em 1951, \u003cem\u003eO homem revoltado\u003c\/em\u003e valeu a Albert Camus um verdadeiro linchamento promovido por intelectuais franceses encabeçados pelo romancista e filósofo Jean-Paul Sartre. O ataque de Camus aos crimes perpetrados em nome da revolta repercutiu mal, e ele ainda foi acusado de defender a liberdade de forma simplista, privilegiando a questão individual. Foi assim que, por várias décadas, a complexidade de seu pensamento foi reduzida a uma tese de direita.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eStálin ainda vivia, muita gente começava a se desentender com o Partido Comunista, mas apesar disso Camus não podia ser perdoado ao criticar igualmente a violência e o totalitarismo de direita e esquerda. Não se podia aceitar uma crítica tão forte contra as prisões e os assassinatos perpetrados em nome da revolução. O novo humanismo de Camus - talvez por vezes contraditório, mas certamente sincero - era repudiado radicalmente.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA amargura do consagrado autor de \u003cem\u003eO estrangeiro \u003c\/em\u003ee \u003cem\u003eA peste\u003c\/em\u003e foi canalizada então em 1956 com A\u003cem\u003e queda\u003c\/em\u003e, romance-monólogo de impressionante expressividade e força. No ano seguinte, Camus era reconhecido pela Academia Sueca e recebia o Nobel de Literatura. Ainda assim, suas ideias não chegaram a ser \"\"reabilitadas\"\" pelos que as atacaram. Livro ambicioso que é talvez um dos mais enfáticos e apaixonados libelos antiautoritários já escritos, \u003cem\u003eO homem revoltado\u003c\/em\u003e continuou sendo tratado com a frieza e a acomodação que critica tão veementemente.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMais de 50 anos depois de sua primeira publicação, com as disputas ideológicas e os questionamentos existenciais da humanidade radicalmente deslocados de seus eixos, o livro adquire uma dimensão especial. Não é possível mais ignorar crimes contra a humanidade, sejam quais forem seus pretextos revolucionários. A revolta não desculpa tudo. É assim que o humanismo proposto por Camus revela-se fundamental para aqueles que preferem defender os seres humanos antes de defenderem sistemas teóricos abstratos. E é por isso e muito mais que \u003cem\u003eO homem revoltado\u003c\/em\u003e é um dos livros mais importantes do século.\"\"\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e(Da orelha de João Domenech Oneto)\u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159418192124,"sku":"9788501111258","price":89.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/f5d1ca39a8e938275b1f1879a83feaff.jpg?v=1776893238"},{"product_id":"o-mito-de-sisifo","title":"O mito de Sísifo","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDe um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura, \u003cem\u003eO mito de sísifo\u003c\/em\u003e traz ensaios sobre o absurdo e o irracional, tornando-se uma importante contribuição filosófico-existencial que exerce influência profunda sobre toda uma geração.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAlbert Camus, um dos escritores e intelectuais mais influentes do século XX, publicou \u003cem\u003eO mito de Sísifo\u003c\/em\u003e em 1942. Este ensaio sobre o absurdo tornou-se uma importante contribuição filosófico-existencial e exerceu profunda influência sobre toda uma geração. Camus destaca o mundo imerso em irracionalidades e lembra Sísifo, condenado pelos deuses a empurrar incessantemente uma pedra até o alto da montanha, de onde ela tornava a cair, caracterizando seu trabalho como inútil e sem esperança.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO autor faz um retrato do mundo em que vivemos e do dilema enfrentado pelo homem contemporâneo: “Ou não somos livres e o responsável pelo mal é Deus todo-poderoso, ou somos livres e responsáveis, mas Deus não é todo-poderoso.” Quando Camus publicou \u003cem\u003eO mito de Sísifo\u003c\/em\u003e, em 1942, em plena Segunda Guerra Mundial, o mundo parecia mesmo absurdo. A guerra, a ocupação da França, o triunfo aparente da violência e da injustiça, tudo se opunha de forma brutal e desmentida à ideia do universo racional. Os deuses que condenaram Sísifo a empurrar incessantemente uma pedra até o alto da montanha, de ela tornava a cair, caracterizaram um trabalho inútil e sem esperança que podia exprimir a situação contemporânea.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCamus diz em \u003cem\u003eO mito de Sísifo\u003c\/em\u003e que “sempre houve homens para defender os direitos do irracional”. A época atual vê renascer sistemas paradoxais que se empenham em fazer a razão tropeçar. O terrorismo individual sucede o terrorismo de Estado, e vice-versa.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Em \u003cem\u003eO mito de Sísifo\u003c\/em\u003e, Camus formulou ideias sobre a gratuidade da existência, o confronto entre a opacidade das coisas e nosso ‘apetite de clareza’, sobre o ‘divórcio entre o homem e sua vida, entre o ator e seu cenário’.” – Manuel da Costa Pinto.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159437361404,"sku":"9788501111647","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/c0b706550ee1335d68fb5fb89acc4a3f.jpg?v=1776895978"},{"product_id":"o-estrangeiro","title":"O estrangeiro","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eMais conhecida e importante obra de ficção de Albert Camus, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura. Com a emoção de um thriller perfeitamente executado e a força de uma parábola, \u003cem\u003eO Estrangeiro\u003c\/em\u003e é a obra de destaque deum dos escritores mais engajados e respeitados do século.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e narra a história de um homem comum que se depara com o absurdo da condição humana depois que comete um crime quase inconscientemente. Meursault, que vivia sua liberdade de ir e vir sem ter consciência dela, subitamente perde-a envolvido pelas circunstâncias e acaba descobrindo uma liberdade maior e mais assustadora na própria capacidade de se autodeterminar. Uma reflexão sobre liberdade e condição humana que deixou marcas profundas no pensamento ocidental. Uma das mais belas narrativas deste século.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEscrito em 1957, \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e é o mais pop(ular) dos livros do francês nascido na Argélia Albert Camus. Tão pop que rendeu até música do grupo de rock inglês The Cure (“Killing an Arab”). Tão popular porque, à parte ser a seca narrativa das desventuras de Mersault, é também a narrativa das desventuras do homem do século XX. Uma espécie de autobiografia de todo mundo. Seu drama pode ser lido como o drama de qualquer homem do século, o homem que se depara com o absurdo, ponto central do pensamento camusiano.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eQuando Mersault descobre que absurdo e liberdade são faces da mesma moeda e que uma implica na outra, afinal encontra a paz. É a história dessa compreensão, desse encontro, que Camus nos propõe. \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e se apresenta como uma espécie um tanto perversa de livro de autoajuda.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159456137468,"sku":"9788501014863","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/8d5c6fc2491d5ffa9c48ad7218d3be4a.jpg?v=1776889937"},{"product_id":"o-estrangeiro-edicao-de-bolso","title":"O estrangeiro (edição de bolso)","description":"\"\u003cp\u003eMais conhecida e importante obra de ficção de Albert Camus em edição de bolso.\u003cbr\u003e \u003cbr\u003e \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e narra a história de um homem comum que se depara com o absurdo da condição humana depois que comete um crime quase inconscientemente. Meursault, que vivia sua liberdade de ir e vir sem ter consciência dela, subitamente perde-a envolvido pelas circunstâncias e acaba descobrindo uma liberdade maior e mais assustadora na própria capacidade de se autodeterminar.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e nos oferece uma reflexão sobre liberdade e condição humana que deixou marcas profundas no pensamento ocidental. O livro foi lançado originalmente em 1942 e foi traduzido para 68 idiomas, além de ter uma adaptação cinematográfica. É considerada uma das mais belas narrativas deste século.\u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159522525436,"sku":"9788577992706","price":39.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/c509396b8fc50ea43bf02b8794898bcc.jpg?v=1776889982"},{"product_id":"a-morte-feliz","title":"A morte feliz","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eA morte feliz\u003c\/em\u003e, obra de um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura em edição de bolso, Albert Camus retrata a busca pela felicidade, assim como a aceitação, o entendimento e a consciência da morte. \u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eApesar da morte precoce, Albert Camus deixou um legado para a sociedade e para cada indivíduo, iluminando os problemas da consciência humana. Nesta obra, o autor nos mostra um vislumbre de sua filosofia de ação e responsabilidade moral que faria dele e a figura central do pensamento de nosso tempo. Ele acredita que, para conquistar a felicidade, é necessário ser independente, livre, mas também ter dinheiro; a pobreza é a condição que impede a vida feliz.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta obra foi o trabalho precursor de seu livro mais famoso, \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e. O protagonista Patrice Mersault de \u003cem\u003eA morte feliz\u003c\/em\u003e tem características muito semelhantes a Meursault de \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e, ambos são franco-argelinos e levam uma vida difícil em uma sociedade indiferente. Em \u003cem\u003eA morte feliz\u003c\/em\u003e, o protagonista mata um homem a sangue frio, e acompanhamos sua jornada por várias fases, como exílio, hedonismo, privação e morte. \u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159600808188,"sku":"9788501111289","price":69.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/8b54d782d3923827d4e9ef68fb8dc28c_f971f862-c415-4052-9eeb-c5d685731d24.jpg?v=1776914696"},{"product_id":"box-albert-camus-edicao-de-colecionador","title":"Box Albert Camus (Edição de colecionador)","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eQuatro livros indispensáveis da obra de Albert Camus, um dos autores mais importantes do século XX, pela primeira vez em uma coletânea de luxo.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEsta edição conta com um livreto escrito pelo jornalista e crítico literário Manuel da Costa Pinto, apresentando o texto inédito \u003cem\u003eUm romance sempre é uma filosofia posta em imagens\u003c\/em\u003e e fotos de Albert Camus. \u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÉ inegável a importância de Albert Camus na produção literária do século XX no Ocidente, um autor que dedicou a vida a explorar o absurdo da condição humana. E essa edição conjunta é uma celebração de sua obra, que reúne seu primeiro ensaio filosófico – \u003cem\u003eO mito de Sísifo\u003c\/em\u003e – e os três romances que Camus publicou em vida – \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eA peste\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eA queda\u003c\/em\u003e. Segundo Manuel da Costa Pinto, “Camus sempre insistiu em que, apesar da heterogeneidade formal e estilística das suas obras, todas giravam em torno de alguns temas obsessivamente revisitados a cada momento criativo”. E é pensando nestes temas camusianos que a Editora Record publica esse box com novo projeto gráfico que enaltece esses quatro livros obrigatórios em qualquer estante.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAlém dos livros, essa coletânea é acompanhada também por um livreto com o texto inédito \u003cem\u003eUm romance sempre é uma filosofia posta em imagens\u003c\/em\u003e, de Manuel da Costa Pinto, e fotos de Albert Camus. Ele amarra as quatro obras, traçando uma linha ligando cada um dos livros às reflexões da filosofia camusiana e à própria história do autor, o que enriquece ainda mais o repertório de quem já é leitor de Camus e serve como uma bela introdução para quem deseja se aventurar pelos tratados de um dos autores mais importantes do mundo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO estrangeiro\u003c\/strong\u003e (176 pág)\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEscrito em 1942, \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e, a mais famosa e importante obra de ficção de Albert Camus, narra a história de um homem comum que se depara com o absurdo da condição humana depois de cometer um crime quase inconscientemente. Meursault, que vivia sua liberdade de ir e vir sem consciência dela, subitamente perde-a envolvido pelas circunstâncias e descobre uma liberdade maior e mais assustadora na autodeterminação. Uma reflexão sobre liberdade e condição humana que deixou marcas profundas no pensamento ocidental. Uma das mais belas narrativas do século XX.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA peste\u003c\/strong\u003e (424 pág.)\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOrã, na Argélia, é atingida por uma terrível peste transmitida por ratos, que dizima sua população. É inegável a dimensão política desse livro, um dos mais lidos do pós-guerra, uma vez que a cidade assolada pela epidemia lembra a ocupação nazista na França durante a Segunda Guerra Mundial, e que retornou à lista de mais vendidos durante a pandemia de Covid-19. \u003cem\u003eA peste\u003c\/em\u003e é uma obra de resistência em todos os sentidos da palavra. Narrado do ponto de vista de um médico envolvido nos esforços para conter a doença, o texto de Albert Camus, publicado em 1947, ressalta a solidariedade, a solidão, a morte e outros temas fundamentais para a compreensão dos dilemas do homem moderno.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO mito de Sísifo\u003c\/strong\u003e (224 pág.)\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eO mito de Sísifo\u003c\/em\u003e, publicado em 1942, é um ensaio sobre o absurdo e se tornou uma importante contribuição filosófico-existencial e exerceu profunda influência sobre toda uma geração. Camus destaca o mundo imerso em irracionalidades e lembra Sísifo, condenado pelos deuses a empurrar incessantemente uma pedra até o alto da montanha, de onde ela tornava a cair, caracterizando seu trabalho como inútil e sem esperança. O autor faz um retrato do mundo em que vivemos e do dilema enfrentado pelo homem contemporâneo: “Ou não somos livres e o responsável pelo mal é Deus todo-poderoso, ou somos livres e responsáveis, mas Deus não é todo-poderoso.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA queda\u003c\/strong\u003e (152 pág.)\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eA queda\u003c\/em\u003e, um advogado francês faz seu exame de consciência num bar de marinheiros, em Amsterdã. O narrador, autodenominado “juiz-penitente”, denuncia a própria natureza humana misturada a um penoso processo de autocrítica. O homem que fala em \u003cem\u003eA queda\u003c\/em\u003e se entrega a uma confissão calculada. Mas onde começa a confissão e onde começa a acusação? Ele se isolou do mundo após presenciar o suicídio de uma mulher nas águas turvas do Sena, sem coragem de tentar salvá-la. Camus revela o homem moderno que abandona seus valores e mergulha num vazio existencial. Publicado em 1956, esse livro é fundamental para todas as gerações.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159605788924,"sku":"9788501303813","price":279.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/df51209996d9f6baa9a0f2fdb0c0070c_ef79b36e-6df2-4355-b5c4-ced1da5f9ccf.jpg?v=1776914908"},{"product_id":"a-peste","title":"A peste","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eRomance que destaca a mudança na vida da cidade de Orã, na Argélia, depois que ela é atingida por uma terrível peste, transmitida por ratos, que dizima a população. É inegável a dimensão política deste livro, um dos mais lidos do pós-guerra, uma vez que a cidade assolada pela epidemia lembra a ocupação nazista na França durante a Segunda Guerra Mundial. \u003cem\u003eA peste\u003c\/em\u003e é uma obra de resistência em todos os sentidos da palavra. Escrita por Albert Camus, um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003eNarrado do ponto de vista de um médico envolvido nos esforços para conter a doença, o texto de Albert Camus ressalta a solidariedade, a solidão, a morte e outros temas fundamentais para a compreensão dos dilemas do homem moderno.\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003eNada melhor – como já mostrara André Malraux na sua fase romanesca – do que uma crise coletiva para revelar ao indivíduo acuado os valores não individuais – políticos, éticos, metafísicos – que constituem sua preciosa individualidade.\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e\"Como o próprio Malraux, como Sartre e como tantos outros intelectuais e artistas franceses do século XX, Camus descobre a primazia do coletivo. Com suas personagens lúcidas e atormentadas, cujas histórias particulares se encontram repentina mas decisivamente emaranhadas nos fios de chumbo da História, o romance \u003cem\u003eA peste \u003c\/em\u003epode ser lido como uma crônica deste descobrimento.” – Savvas Karydakis\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159700357372,"sku":"9788501111241","price":69.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/df64cbcfd8ec7afa486f44a02ff1a563_36d586f3-92b1-4362-9c4a-d4a443d8545d.jpg?v=1776890238"},{"product_id":"o-mito-de-sisifo-edicao-de-bolso","title":"O mito de Sísifo (edição de bolso)","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEste ensaio sobre o absurdo tornou-se uma importante contribuição filosófico-existencial e exerceu influência profunda sobre toda uma geração.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAlbert Camus, um dos escritores e intelectuais mais influentes do século XX, publicou \u003cem\u003eO mito de Sísifo\u003c\/em\u003e em 1942. Camus destaca o mundo imerso em irracionalidades e lembra Sísifo, condenado pelos deuses a empurrar incessantemente uma pedra até o alto da montanha, de onde ela tornava a cair, caracterizando seu trabalho como inútil e sem esperança. O autor faz um retrato do vazio em que vivemos e do dilema enfrentado pelo homem contemporâneo: “Ou não somos livres e o responsável pelo mal é Deus Todo-Poderoso, ou somos livres e responsáveis, mas Deus não é Todo-Poderoso.”\u003cbr\u003eEsta edição de bolso inclui prefácio do jornalista Manuel da Costa Pinto, autor de Albert Camus - Um elogio do ensaio, organizador e tradutor da antologia A inteligência e o cadafalso e outros ensaios, de Albert Camus.\u003c\/p\u003e\n\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159731716348,"sku":"9788577992690","price":39.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/6638745af9b9f2badf88347fc005e60f_0fd5a17b-f148-48de-9720-028ebc616b75.jpg?v=1776897834"},{"product_id":"escreva-muito-e-sem-medo","title":"Escreva muito e sem medo","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEm 1944, na noide do dia D, um dos maiores autores do século XX e uma das grandes atrizes do teatro francês iniciam um caso amoroso. Inédito no Brasil, \u003cem\u003eEscreva muito e sem medo\u003c\/em\u003e é a coletânea da intensa troca de cartas de Albert Camus e Maria Casarès, um testemunho da busca de dois amantes pela verdadeira experiência do amor.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm 19 de março de 1944, Albert Camus e Maria Casarès se conhecem na casa de Michel Leiris. A ex-aluna do Conservatório de Arte Dramática de Paris, nascida em Corunha e filha de um político espanhol forçado ao exílio, tem apenas 21 anos. Ela havia começado a carreira em 1942, no Théâtre des Mathurins, mesmo ano em que Camus publicara O estrangeiro pela Gallimard. Na época, o escritor morava sozinho em Paris. Por causa da guerra, acabou afastado da esposa, Francine, que havia ficado em Orã, na Argélia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSensível ao talento da atriz, confiou-lhe o papel de Martha na estreia de O mal-entendido, peça de sua autoria, em junho de 1944. Em 6 de junho do mesmo ano, na noite do Dia D, Albert Camus e Maria Casarès tornaram-se amantes. Esse era só o preâmbulo de uma grande história de amor que só deslancharia de fato em 1948.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTendo como pano de fundo a vida e as atividades criativas dos amantes (livros e congressos no caso do escritor; a Comédie-Française, turnês e o Teatro Nacional Popular no caso da atriz), a troca de correspondências revela a intensidade do relacionamento, vivida não só na ausência e na privação como também na compreensão da necessidade dessa separação, no ardor do desejo, na felicidade dos dias compartilhados, nos trabalhos em comum e na busca pelo verdadeiro amor, com sua perfeita formulação e plena realização.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSabe-se que a obra de Albert Camus é atravessada pela ideia e pela experiência do amor. A publicação desta enorme troca de correspondências revela uma pedra angular de uma preocupação constante em seu trabalho. “Quando se ama alguém, ama-se para sempre”, confidenciou Maria Casarès muito depois da morte de Albert Camus; “quando não se esteve mais sozinho uma vez, nunca mais se estará”.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159795581180,"sku":"9786555879469","price":349.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/9055f2fb98eb4a74853f04591ceb8a8d_3b7b6152-f747-4290-8eea-5168265790fe.jpg?v=1776890937"},{"product_id":"o-exilio-e-o-reino","title":"O exílio e o reino","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eUma coletânea de contos que têm em comum o tema universal da fraternidade humana e suas dificuldades. De um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEmbora seja o único volume de contos publicado pelo escritor franco-argelino Albert Camus, \u003cem\u003eO exílio e o reino\u003c\/em\u003e está longe de ocupar um lugar menor dentro da obra do romancista de \u003cem\u003eO estrangeiro \u003c\/em\u003ee \u003cem\u003eA peste\u003c\/em\u003e. A favor da coletânea seria possível evocar elementos que evidenciam, por exemplo, sua importância histórica: foi lançado em 1957, mesmo ano em que Camus recebeu o Nobel de Literatura; trata-se do último livro de ficção publicado por ele; a derradeira narrativa do volume assume, ao menos, para os brasileiros, um caráter especial, já que tem o Brasil por cenário. Tudo isso lhe dá a indiscutível relevância, mas sua grandeza decorre ainda de outros fatores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAo escrevê-lo, Camus não poderia imaginar que estava preparando seu último livro de ficção. Porém, \u003cem\u003eO exílio e o reino\u003c\/em\u003e constitui, de certo modo, uma síntese exemplar da obra camusiana. Sua temática, expressa desde o título não deixa dúvidas a respeito disso. Nos seis contos da coletânea, o escritor discute a oposição entre os extremos que alimentam a \"\"consciência da revolta\"\". De um lado, a solidão do estrangeiro compulsório, aquele que paga com a marginalização completa sua opção pela \"\"recusa à representação de um papel que a sociedade lhe atribui\"\", conforme explicava Camus. É o \"\"exílio\"\". Na outra ponta, o repouso na história universal ou mesmo na história pessoal, aquele que em última instância poderíamos chamar de felicidade. É o \"\"reino\"\".\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNão seria justo para com o leitor apontar aqui que modo o embate entre \"\"exílio\"\" e \"\"reino\"\" se concretiza em cada um dos contos deste volume - por que negar-lhe o prazer inteligente dessa descoberta? Nunca se saberá se Camus continuaria escrevendo outros contos - talvez o gênero jamais se transformasse em uma primeira necessidade para Camus. Ainda assim, ele fez de \u003cem\u003eO exílio e o reino\u003c\/em\u003e um livro de primeira necessidade para os cultores do gênero e de sua extraordinária obra.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e(Texto adaptado da orelha de Rinaldo Gama)\u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159829004540,"sku":"9788501111296","price":74.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/25315463ab16239234c152e733ce0eec_36d71821-a5f6-4688-8cb5-833448647335.jpg?v=1776898495"},{"product_id":"o-estrangeiro-manga","title":"O estrangeiro (Mangá)","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eMais conhecida e importante obra de ficção de Albert Camus, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura. Com a emoção de um thriller perfeitamente executado e a força de uma parábola, \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e encontra nova vida nessa adaptação para o mangá por Ryota Kurumado.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e narra a história de um homem comum que se depara com o absurdo da condição humana depois que comete um crime quase inconscientemente. Meursault, que vivia sua liberdade de ir e vir sem ter consciência dela, subitamente perde-a envolvido pelas circunstâncias e acaba descobrindo uma liberdade maior e mais assustadora na própria capacidade de se autodeterminar. Uma reflexão sobre liberdade e condição humana que deixou marcas profundas no pensamento ocidental. Uma das mais belas narrativas deste século.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEscrito em 1957, \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e é o mais pop(ular) dos livros do francês nascido na Argélia Albert Camus. Tão pop que rendeu até música do grupo de rock inglês The Cure (“Killing an Arab”). Tão popular porque, à parte ser a seca narrativa das desventuras de Mersault, é também a narrativa das desventuras do homem do século XX. Uma espécie de autobiografia de todo mundo. Seu drama pode ser lido como o drama de qualquer homem do século, o homem que se depara com o absurdo, ponto central do pensamento camusiano.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eQuando Mersault descobre que absurdo e liberdade são faces da mesma moeda e que uma implica na outra, afinal encontra a paz. É a história dessa compreensão, desse encontro, que Camus nos propõe nesta obra que se apresenta como uma espécie um tanto perversa de livro de autoajuda.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA adaptação para mangá de Ryota Kurumado reinventa um dos livros mais importantes e influentes do século XX, perpassando toda a obra do autor franco-argelino com primor gráfico. \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e é uma verdadeira investigação da natureza humana.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159836180732,"sku":"9788501921017","price":79.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/6378f29f0fac977511eccdfac184fa82.jpg?v=1776897971"},{"product_id":"reflexoes-sobre-a-guilhotina","title":"Reflexões sobre a guilhotina","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEm \u003cem\u003eReflexões sobre a guilhotina\u003c\/em\u003e, ensaio inédito no Brasil do vencedor do Prêmio Nobel, Albert Camus, o autor demarca sua posição contrária à pena de morte. O livro ainda conta com um prefácio à edição brasileira escrito por Manuel da Costa Pinto.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm 1914, o pai de Camus, descrito como um homem bom, comparece a uma execução pública. Após a decapitação do assassino, considerada por muitos uma pena “suave demais” por conta de seus crimes, ele volta para casa em choque, em completo silêncio, passa mal e vomita. Como essa “justiça” pode deixar um homem nesse estado?, questiona o autor argelino. O que há de errado com essa condenação?\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsse é o ponto de partida de \u003cem\u003eReflexões sobre a guilhotina\u003c\/em\u003e, ensaio em que Camus, um dos mais importantes pensadores do século XX, discute a pena de morte, em especial a morte na guilhotina. Para tanto, ele tece críticas a qualquer argumento em defesa da pena capital. Para Camus, numa sociedade dessacralizada não pode haver uma pena definitiva. Enquanto para a Igreja católica a pena de morte não é o fim – afinal, é provisória: o condenado é arrancado da sociedade, mas com chance de redenção no pós-vida –, na sociedade em que vivemos a pena capital é, sim, definitiva. É uma afirmação de que alguém é absolutamente mau enquanto a sociedade seria absolutamente boa, e coloca o juiz no lugar de Deus.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAlém disso, Camus argumenta que, para se acreditar que a morte na guilhotina teria um caráter exemplar, seria preciso partir do pressuposto de que a morte de um criminoso condenado num processo judicial, sujeito a falhas, impediria crimes que poderiam nunca ser cometidos. Ou seja, mata-se uma pessoa por uma hipótese.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCamus percebe a pena de morte como nada mais que uma lei de talião da sociedade – um “olho por olho”. E vê nela uma contradição: como pode uma lei responder a um instinto natural quando o papel da legislação é justamente inibir os ímpetos mais animalescos da humanidade? Em sua análise, o Estado e a sociedade, mais que cúmplices, são responsáveis por essas mortes; Estado este que mata o indivíduo condenado à morte duas vezes: uma quando o condena e o faz viver com a expectativa do fim; outra quando de fato dá cabo à sua vida.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA última morte por guilhotina na França aconteceu ainda no século XX, em 1977. O autor de grandes livros como \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eA peste\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eO mito de Sísifo\u003c\/em\u003e apontou as contradições dessa prática em 1957 em um contexto muito específico da França, mas seus argumentos reverberam ainda hoje em nossa sociedade.\u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47174817218812,"sku":"9786555874068","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/6d11bfaa1efa9047d6ea702580947505_fb07b287-4cf4-4cfb-b930-427452d02153.jpg?v=1776890341"},{"product_id":"o-primeiro-homem","title":"O primeiro homem","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eRomance inacabado do vencedor do Prêmio Nobel de Literatura Albert Camus, \u003cem\u003eO primeiro homem\u003c\/em\u003e é um retrato da infância do autor e um resgate da história de sua terra natal, a Argélia.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Em suma, vou falar daqueles que eu amava”, escreve Albert Camus numa anotação para \u003cem\u003eO primeiro homem\u003c\/em\u003e. O projeto deste romance, um manuscrito encontrado nos destroços do acidente de carro em que morreu, em Villeblevin, França, no dia 4 de janeiro de 1960, era ambicioso. Ele disse certa vez que os escritores “têm a esperança de descobrir os segredos de uma arte universal que, escorada na humildade e na perícia, afinal ressuscitaria os personagens em sua carne e em sua duração”. Embora tenha levado mais de trinta anos até ser publicado, foi um estrondoso sucesso ao chegar às livrarias francesas, em 1994.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEle havia lançado as bases do que seria o relato da infância do seu “primeiro homem”. O “primeiro homem” é Jacques Cormery, que suporta sua existência miserável com o amor pela mãe silenciosa e analfabeta e pelo professor que transforma sua visão de mundo. Essa redação inicial tem um caráter extremamente autobiográfico que sem dúvida teria desaparecido na versão final do romance. Mas é justamente esse aspecto autobiográfico que é tão precioso hoje.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eO primeiro homem\u003c\/em\u003e nos fornece uma profunda compreensão da vida de Camus e dos poderosos temas subjacentes à sua obra. Lendo estas páginas, vemos surgir as raízes do que constituiria sua personalidade, sua sensibilidade, a gênese do seu pensamento, os motivos do seu engajamento. Porque a vida inteira ele quis falar em nome daqueles aos quais a voz era recusada.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47174849429756,"sku":"9786555874754","price":99.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/c7f21913f9d1cbd658322b225c623316.jpg?v=1776892021"},{"product_id":"conferencias-e-discursos","title":"Conferências e discursos","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEm uma reunião de 34 textos de palestras de Albert Camus, \u003cem\u003eConferências e discursos: 1937–1958\u003c\/em\u003e é uma excelente porta de entrada ao pensamento camusiano e uma introdução a um dos gênios filosóficos mais influentes do século XX.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNão há melhor forma de reconhecer a imagem que Albert Camus tinha de incansável, artífice das palavras e implacável do que em seus discursos. Além de gênio do pensamento filosófico e da escrita, Camus era mestre da oratória.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eConferências e discursos\u003c\/em\u003e reúne 34 textos de palestras de Albert Camus realizadas entre 1937 e 1958, incluindo “O tempo dos assassinos” — preparado para ser apresentado em diversas cidades no Brasil em 1949. De uma palestra a outra, o autor argelino oferece um diagnóstico do que chama de “crise do homem”, esforçando-se para devolver a voz e a dignidade àqueles que foram privados delas ao longo de meio século pelas mais variadas formas de violência. Para ele, era a própria civilização que estava em jogo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCamus erguia a voz pela liberdade e pelo respeito à humanidade, fosse pelo fim da Segunda Guerra Mundial, fosse pela revolução de sua amada Argélia. Em todos os casos, o autor de \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e sempre foi inclemente com ideias que desejavam subjugar pessoas a qualquer forma de ideologia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara Albert Camus, é trabalho da humanidade, de acordo com a capacidade de cada indivíduo, opor-se à infelicidade do mundo para diminuir o sofrimento que há nele. E o vencedor do Prêmio Nobel não poderia escapar desse dever e dessa honra. “Gosto mais dos homens engajados que das literaturas engajadas”, escreveu Albert Camus em seus \u003cem\u003eCadernos\u003c\/em\u003e. “Ter coragem na vida e talento nas próprias obras já não é nada mal.”\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47176188788988,"sku":"9786555877748","price":99.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/7c0beac1204763bc1a6925f8305769f8.jpg?v=1776894781"},{"product_id":"camus-o-viajante","title":"Camus, o viajante","description":"Antologia dos textos de Albert Camus sobre Brasil. Albert Camus ainda não era Prêmio Nobel mas já era um escritor conhecido internacionalmente, autor de O estrangeiro e A peste quando desembarcou na América do Sul em 1949. Impactado por essa experiência, o autor escreveu importantes textos, que estão reunidos nesta edição comemorativa dos setenta anos de sua visita ao Brasil: “O mar muito de perto - Diário de bordo” (do livro O verão), a parte dedicada à América do Sul de seu Diário de viagem e o conto “A pedra que cresce” (do livro O exílio e o reino), que se passa em Iguape, no litoral de São Paulo. O volume inclui ainda a conferência “O tempo dos assassinos”, que o escritor preparou para apresentar em diferentes cidades brasileiras e na qual faz menção explícita ao país, contrapondo-o aos dilaceramentos políticos que assolavam a Europa à época.Organizada pelo jornalista Manuel da Costa Pinto, a antologia Camus, o viajante conta também com um encarte de fotos da viagem que Camus fez a Iguape, na companhia do poeta modernista Oswald de Andrade.","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47176299151612,"sku":"9788501112880","price":64.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/590400a2bc4f59a542dd2dd257bcb27d.jpg?v=1776897749"},{"product_id":"caro-professor-germain","title":"Caro professor Germain","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eAo receber o Nobel de Literatura, uma das primeiras pessoas em quem Albert Camus pensou foi seu ex-professor, o Sr. Germain. Inédito no Brasil, \u003cem\u003eCaro professor Germain\u003c\/em\u003e é um testemunho do amor, do respeito e do carinho nutridos entre aluno e professor.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“19 de novembro de 1957\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCaro senhor Germain,\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDeixei que arrefecesse um pouco o ruído que me cercou todos estes dias antes de vir falar um pouco com o senhor do fundo do coração. Acabam de me render uma honra demasiadamente grande, que não busquei nem solicitei. Mas, quando fiquei sabendo da notícia, meu primeiro pensamento, depois de minha mãe, foi para o senhor. Sem o senhor, sem essa mão afetuosa que se estendeu para o menininho pobre que eu era, sem seu ensinamento e seu exemplo, nada disso teria me acontecido.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e[...]\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAbraço-o com todas as minhas forças.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAlbert Camus”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAssim que recebeu o Prêmio Nobel de Literatura, Albert Camus escreveu a seu antigo professor em Argel, sem o qual, segundo o próprio Camus, nada disso teria lhe acontecido. Neste livro, são reunidas pela primeira vez cartas que Albert Camus e Louis Germain trocaram ao longo dos anos, repletas de carinho e admiração mútuos. Além disso, contém o texto “A escola”, de \u003cem\u003eO primeiro homem\u003c\/em\u003e, romance inacabado de Camus no qual Germain é a inspiração para o personagem Bernard, um professor severo, rigoroso, mas, acima de tudo, extremamente afetuoso e apaixonado pelo magistério.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eCaro professor Germain\u003c\/em\u003e é uma homenagem à relação de gratidão e carinho entre um aluno e seu professor e um testemunho inspirador do poder de mudança da educação.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47176302199036,"sku":"9788501920034","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/aa8899b7629fe2bd39669ebff2066fa3.jpg?v=1776896332"},{"product_id":"bodas-em-tipasa","title":"Bodas em Tipasa","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eUma coletânea de ensaios da juventude de Albert Camus, essenciais para entender a obra de um dos mais importantes autores do século XX.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Lembro-me pelo menos de uma moça alta, magnífica, que dançara a tarde inteira. Usava um colar de jasmins sobre o vestido azul colante, que o suor molhava das costas até as pernas. Ria ao dançar e virava a cabeça. Quando passava perto das mesas, deixava atrás de si um odor mesclado de flores e carne.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eBodas em Tipasa\u003c\/em\u003e é a reunião de dois livros de Camus: \u003cem\u003eBodas\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eO verão\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eBodas\u003c\/em\u003e, escrito entre 1936 e 1937, é um de seus primeiros trabalhos, e nele o autor já lida com questões que abordaria em toda sua obra — o absurdo e o suicídio. São quatro ensaios líricos com caráter autobiográfico. O primeiro, “Bodas em Tipasa”, texto mais famoso, se passa na cidade argelina onde, com suas ruínas romanas e o mar, “exibimos, todos, a lassidão feliz de um dia de bodas com o mundo”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAlém deste, é composto também por “O vento em Djemila”, com suas ruínas seus afloramentos rochosos, onde “reinava um silêncio pesado e compacto”; “O verão em Argel”, em que apresenta um dos grandes fundamentos de sua filosofia, pois “se há um pecado contra a vida, talvez não consista tanto em desesperar dela quanto em esperar outra vida, e se furtar à implacável grandeza desta”; e “O deserto”, sobre sua viagem à Toscana com um “deserto singular [que] só é sensível aos que são capazes de nele viver sem jamais enganar sua sede. É então, e só então, que ele se povoa das águas vivas da felicidade”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eO verão\u003c\/em\u003e é um ensaio de Camus escrito poucos anos depois, entre 1939 e 1953. Nele o autor se debruça sobre uma viagem que parte da Argélia, do fio de Ariadne no encalço do Minotauro para evocar Orã e seus arredores, revisita o mito de Prometeu à luz da violência do mundo então e sonha com a beleza de Helena e da Grécia, que nos envolve numa viagem pelo Mediterrâneo e por seus mitos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eBodas em Tipasa\u003c\/em\u003e é uma reunião de textos da juventude do filósofo do absurdo, que se tornaria um dos mais importantes autores do mundo no século XX, em que ele parte da própria vida para dar início a reflexões que seriam vistas em todo seu trabalho. Em suma, um livro fundamental para se entender a obra camusiana.\u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47176318353660,"sku":"9786555872385","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/3219a772ec450cf4f827bb4bd3d280b4_d50e65ba-0822-4ca9-a8d7-5b93bd396434.jpg?v=1776893509"},{"product_id":"o-estrangeiro-edicao-especial","title":"O estrangeiro (Edição especial)","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eMais famosa e importante obra de ficção de Albert Camus, vencedor do Nobel de Literatura em 1957, \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e recebe essa edição especial revisada e de capa dura, que contém um precioso ensaio de Jean-Paul Sartre que ajuda a entender um dos livros mais importantes do século XX.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMeursault não finge. Após a morte da mãe, todos ficam chocados ao ver que ele não demonstra tristeza. E, quando comete um ato aleatório de violência em Argel, a sociedade fica perplexa. Por que esse homem solteiro aparentemente cumpridor da lei faria tal coisa? E por que ele não demonstra remorso, mesmo quando isso poderia salvar sua vida? A recusa em satisfazer os sentimentos dos outros só aumenta a culpa aos olhos da lei. Logo, Meursault descobre que está sendo julgado não apenas por seu crime, mas por sua falta de emoção – uma reação que o condena por ser um estrangeiro àquele mundo. Para Meursault, isso é um insulto à sua razão e uma traição às suas esperanças; para Camus, isso encapsula o absurdo da vida.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicado em 1942, \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e, um clássico da literatura contemporânea, parece traduzir em imagens o conceito de absurdo que Albert Camus então delineava e que encontraria teorização em \u003cem\u003eO mito de Sísifo\u003c\/em\u003e, publicado no mesmo ano. Como Sísifo, Meursault é um herói “absurdo”: sua consciência lúcida da realidade lhe permite alcançar a verdade do ser e do sentir por meio de uma lógica exasperada. O livro é uma reflexão sobre a liberdade e a condição humana que deixou marcas profundas no pensamento ocidental. Não à toa foi eleito pelo jornal \u003cem\u003eLe Monde\u003c\/em\u003e como um dos livros mais importantes do século XX.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEssa edição, revisada pelo escritor, jornalista e crítico literário especializado na obra de Camus Manuel da Costa Pinto, conta ainda com um valioso texto de Jean-Paul Sartre em que explica \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e e seus paralelos justamente com \u003cem\u003eO mito de Sísifo\u003c\/em\u003e, trazendo uma nova compreensão para essa obra que merece ser lida e relida, sempre com novos olhos.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48522684629244,"sku":"9788501923141","price":109.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/9949f8e5a6bf83d3bf741d3ece82886f_40bb89e9-8544-4d3c-8a37-8b64d4110fe3.jpg?v=1776891282"}],"url":"https:\/\/www.record.com.br\/collections\/albert-camus.oembed?page=2","provider":"Editora Record","version":"1.0","type":"link"}