{"title":"Augusto dos Anjos","description":"\u003cp\u003eAugusto dos Anjos (Engenho Pau d’Arco\/PB, 1884 – Leopoldina\/MG, 1914) foi escritor, poeta e professor. Aos 17 anos, publicou seus primeiros poemas no jornal paraibano \u003cem\u003eO Commercio\u003c\/em\u003e. Em 1912, lançou em edição particular \u003cem\u003eEu\u003c\/em\u003e, seu único livro publicado em vida.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFerreira Gullar (São Luís\/MA, 1930 – Rio de Janeiro\/RJ, 2016) foi escritor, poeta, dramaturgo, crítico de arte e tradutor. Laureado com o Prêmio Camões em 2010, é considerado um dos maiores autores da literatura brasileira. Foi nome proeminente do movimento neoconcreto, ao lado de Lygia Clark e Hélio Oiticica, e autor de obras imensuráveis, como\u003cstrong\u003e \u003cem\u003ePoema sujo\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eDentro da noite veloz\u003c\/em\u003e. Personalidade atuante na oposição à ditadura civil-militar, foi perseguido e preso. Em 2014, foi eleito para a cadeira n\u003csup\u003eo\u003c\/sup\u003e 37 da Academia Brasileira de Letras.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"toda-poesia-de-augusto-dos-anjos-1","title":"Toda poesia de Augusto dos Anjos","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEm nova edição com caderno de imagens exclusivo, \u003cem\u003eToda poesia de Augusto dos Anjos\u003c\/em\u003e é um convite à reflexão sobre dilemas humanos que conta com estudo monumental de Ferreira Gullar sobre o Poeta da Morte.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCaso raro de poeta erudito na forma e popular no alcance, Augusto dos Anjos, autor do poema “Versos íntimos”, aborda poeticamente o cotidiano sob uma perspectiva crua e visceral. Em \u003cem\u003eEu\u003c\/em\u003e, seu único livro publicado em vida, a deterioração da matéria e o escatológico ganham uma face sublime, e a morte – científica, inevitável e ao mesmo tempo benquista – se apresenta com extrema materialidade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA indiscutível força literária de Augusto dos Anjos o aproxima de poetas como Edgar Allan Poe e Charles Baudelaire, com os quais o brasileiro dialoga ao combinar motivos polêmicos e sonoridades impressionantes. Todos introduziram, cada qual em seu país, uma temática centrada na dor universal: solidão, amargura, crise existencial e perplexidade diante das injustiças da vida. Além disso, as referências autobiográficas e o contexto político são fundamentais para a obra augustiana, cujo desalento, melancolia e técnica incomodaram a crítica por muito tempo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm 1976, Ferreira Gullar – imortal da ABL e vencedor do Prêmio Camões – preparou a presente edição da poesia completa de Augusto dos Anjos e a enriqueceu com um ensaio que foi decisivo para reposicionar o poeta paraibano no imaginário literário brasileiro, destacando-o como criador singular, e não mais como simples escritor excêntrico. Nesse texto, Gullar sustenta: “Há poetas que apenas escreveram alguns poemas […]. E poucos são aqueles que conseguiram realmente criar uma obra poética, um universo poético próprio. Augusto é um destes.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAlém do estudo crítico de Ferreira Gullar, esta edição conta também com um caderno de imagens que reúne informações, fotos e documentos ainda pouco conhecidos, e capazes de recuperar, para os leitores de hoje, a figura e a vida de Augusto dos Anjos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“A leitura do \u003cem\u003eEu\u003c\/em\u003e foi para mim uma aventura milionária. Enriqueceu minha noção de poesia. Vi como se pode fazer lirismo com dramaticidade permanente, que se grava para sempre na memória do leitor. Augusto de Anjos continua sendo o grande caso singular da poesia brasileira.” – Carlos Drummond de Andrade\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Existem em Augusto dos Anjos inúmeros casos […] de descoberta de um sentido novo das palavras. Nem sempre percebemos claramente os motivos da nossa admiração. É o esclarecimento desses motivos que devemos […] a Ferreira Gullar. Sua análise estilística da poesia de Augusto dos Anjos é precisa, sem cair jamais no jargão pseudocientífico dos pseudoespecialistas.” – Otto Maria Carpeaux\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“[O] poeta em quem estraçalhado e desamparado amor da Vida, cuja visão lhe pareceu dever ser unitária e conspectiva, o levou a anteviver a Morte como tão seu necessário complemento, que seria impossível dissociar uma da outra.” – Antônio Houaiss\u003c\/p\u003e","brand":"Editora Record","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48902100975868,"sku":"9786558472483","price":109.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/a5e76fc91e81c0d211e432cdd44c2624_226cf245-97c0-4e80-a8b0-83e84e2f033a.jpg?v=1779246851"},{"product_id":"eu-e-outras-poesias","title":"EU E OUTRAS POESIAS","description":" \"Vês! Ninguém assistiu ao formidável Enterro de tua última quimera. Somente a Ingratidão, esta pantera Foi tua companheira inseparável.\"   Estes versos foram escritos por um rapaz magrelo e pálido. Intitulam-se \"Versos íntimos\" e se tornariam o primeiro pilar de sua única obra: EU.  Eis que surge, então, no cenário da literatura nacional, um expoente singular: Augusto dos Anjos. Augusto dos Anjos não teve sorte na vida: ninguém o compreendeu, ninguém o reconheceu. Passados 87 anos da sua morte, a verdadeira grandeza do poeta vem à tona com a publicação da 43ª edição da mais completa obra já feita, Eu \u0026amp; Outras Poesias, publicada pela Bertrand Brasil, com 217 poemas. O livro, lançado em 1912, já teve 42 edições. Desde a terceira edição, publicada em 1938, incorreções gráficas e ortográficas vinham se repetindo, totalizando 278 erros. À obra foram acrescentadas 11 dedicatórias, dois subtítulos e duas epígrafes. Merecem destaque cinco poemas não incluídos nas edições anteriores: \"Lago encantado\", \"O beijo maldito\", \"À memória de meu colega Caldas Lins\", \" Este soneto\" e \"Anseios\". Embora suas poesias tenham sido escritas há quase cem anos, os temas nela retratados continuam mais atuais do que nunca. A indiscutível força literária de Augusto dos Anjos coloca-o no mesmo naipe de poetas do quilate de Edgard Allan Poe e Charles Baudelaire. Eles introduziram, cada qual em seu país, toda uma temática centrada na dor universal: solidão, amargura, crise existencial e perplexidade diante das injustiças da vida. \"Li o Eu \u0026amp; Outras Poesias na adolescência e foi como se levasse um soco na cara...\" Vi como se pode fazer lirismo com dramaticidade permanente, que se grava para sempre na memória do leitor.\" (Carlos Drummond de Andrade)  O AUTOR  Augusto dos Anjos nasceu em abril de 1884, em Vila do Espírito Santo, Paraíba. Em 1900 publicou, no Almanaque do Estado da Paraíba, o soneto \"Saudade\", seu primeiro trabalho. Cursou Direito e lecionou Literatura. Em 1910, casou-se com Dona Ester Fialho e mudou-se para o Rio de Janeiro. Dois anos mais tarde, com auxílio financeiro do irmão Odilon, publicou o livro EU, com uma tiragem de mil exemplares. A crítica se dividiu entre aplausos e repulsa à publicação. Ele faleceu em 1914. Somente em 1920, Orris Soares organizou e publicou Eu (Poesias Completas), reedição do EU.    ","brand":"Editora Record","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48902146719996,"sku":"9788528608083","price":69.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/feccc4231fa0cb1db7eb0f5ec9e1383d_c4ddfd68-c6ee-4d1a-9b5c-1d561345f417.jpg?v=1778317969"}],"url":"https:\/\/www.record.com.br\/collections\/augusto-dos-anjos.oembed","provider":"Editora Record","version":"1.0","type":"link"}