{"title":"Daniel Johnson","description":"","products":[{"product_id":"rei-branco-e-rainha-vermelha","title":"Rei branco e rainha vermelha","description":"Rei branco e rainha vermelha narra com detalhes cativantes a história do jogo e de seus competidores durante o século XX, culminando com a emergência de Garry Kasparov, o último campeão mundial soviético. O autor Daniel Johnson — um enxadrista, correspondente na Guerra Fria e historiador — é o guia perfeito para esta época extraordinária, em que os matches de xadrez, por um breve e glorioso período, foram notícias das primeiras páginas dos jornais e capturaram a atenção do mundo. “Esta é a história de como o xadrez veio a desempenhar um papel único: ao mesmo tempo, um símbolo da Guerra Fria e sua antítese – a cultura da velha Europa que de algum modo havia sobrevivido. O xadrez joga luz sobre o processo pelo qual a civilização ocidental por fim triunfou sobre a mais grave ameaça que enfrentou. E a história do xadrez na Guerra Fria apresenta lições de como lidar com ameaças presentes ou futuras a essa civilização. Como diz a Rainha Branca a Alice em Alice no país do espelho: “É uma pobre espécie de memória que só funciona para trás”, conclui o autor. O autor mostra como a história do xadrez do século XX possui uma indissociável conexão com a ascensão e queda do comunismo soviético. O livro tem início com os primórdios da atividade revolucionária na Europa central, quando o tabuleiro era o território dos intelectuais exilados e os jogos ficavam confinados aos salões dos cafés. Quando os bolcheviques se instalaram no Kremlin após a Revolução de 1917, levaram o xadrez consigo. Apesar de o próprio Lenin ser um entusiasmado enxadrista, foi Nikolai Krilenko, o criador do Exército Vermelho, quem persuadiu o Kremlin a adotar o xadrez como um símbolo do poder soviético. A partir daí, os jogadores passaram a ser obrigados a competir pelo Estado, sob risco de serem presos ou exilados, caso se recusassem. Durante a Guerra Fria, a influência comunista na política internacional se refletiu na dominação soviética do xadrez mundial. A partir de 1945, os campeões invariavelmente vinham do solo soviético. Finalmente, em 1972, três décadas de hegemonia soviética no xadrez foram destruídas com o histórico embate entre Bobby Fischer e Boris Spassky. Os anos entre 1974 e 1981 viram a igualmente emocionante luta entre Viktor Kortchnoi, um dissidente anticomunista, e Anatoli Karpov, fiel representante do Kremlin. “Rei branco e rainha vermelha mostra que a rivalidade politica e militar da Guerra Fria, banida do campo de batalha pela destrutividade da guerra nuclear, foi disputada nos tabuleiros. O livro termina com um eco dessa rivalidade: o duelo entre Kasparov e Putin, no qual a batalha de ideias se deslocou do tabuleiro para a arena política”, conclui o autor. ","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159463903484,"sku":"9788501083319","price":94.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/46d6df1a0f76e23cd39148f2ef6c03db.jpg?v=1778728338"}],"url":"https:\/\/www.record.com.br\/collections\/daniel-johnson.oembed","provider":"Editora Record","version":"1.0","type":"link"}