{"title":"Ensino Médio","description":"","products":[{"product_id":"isto-nao-e-um-cachimbo","title":"Isto não é um cachimbo","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eTexto clássico de Michel Foulcault, \u003cem\u003eIsto não é um cachimbo\u003c\/em\u003e reflete de forma magistral sobre como associamos imagem, linguagem e realidade. Esta edição conta com um novo projeto gráfico mais arrojado, além de duas cartas entre o autor e o pintor surrealista Magritte.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUm quadro mostra o desenho de “um cachimbo”. Abaixo dessa imagem, uma legenda anuncia: “isto não é um cachimbo”. O professor que apresenta o quadro aos alunos precisa imediatamente contradizê-lo frente a realidade: “isto não é um cachimbo”, não é um cachimbo.  A turma se contorce de tanto rir e ninguém percebe que, enquanto riem, um exato cachimbo de fumaça se forma acima de todos. No entanto, qual seria o sentido de denegar a representação de um objeto?\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eIsto não é um cachimbo\u003c\/em\u003e tem como ponto de partida o célebre quadro \u003cem\u003eA traição das imagens \u003c\/em\u003ede René Magritte. Publicado pela primeira vez em 1968, este livro é fruto das conversas entre Michel Foucault e o pintor surrealista, das quais duas cartas de Magritte constam nesta edição.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAs reflexões acerca da linguagem, da representação, da semelhança e da similitude são temas que o filósofo já se debruçava desde \u003cem\u003eA palavra e as coisas\u003c\/em\u003e (1966). Aqui, elas alcançam uma espécie de suspensão do lugar-comum entre a imagem e a linguagem e se desdobram para interessantes realizações.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159254745340,"sku":"9786555480054","price":49.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/c6588e6bb4841748e2bdb8d7ac057072.jpg?v=1778310244"},{"product_id":"carta-de-uma-orientadora","title":"Carta de uma orientadora","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA premiada pesquisadora e ativista Debora Diniz compartilha seus conhecimentos sobre pesquisa e escrita acadêmica.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCom o rigor e a ternura que marcam sua trajetória profissional premiada, em \u003cem\u003eCarta de uma orientadora\u003c\/em\u003e, Debora Diniz compartilha sugestões sobre como você pode se descobrir uma leitora, pesquisadora e escritora. Nesta carta ao mesmo tempo íntima e pública, não espere fórmulas universais, mas uma tentativa de se aproximar da sua realidade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSubvertendo a sisudez dos manuais de metodologia tradicionais, que ditam normas sobre pesquisar e escrever, aqui Debora Diniz faz as vezes de \u003cem\u003eescutadeira\u003c\/em\u003e, editora e acompanhante, oferecendo caminhos para você transitar com tranquilidade entre tarefas que muitas vezes parecem difíceis, como: encontrar seu tema de pesquisa, abordar seu potencial orientadora, organizar seu tempo e cronograma de trabalho, superar o bloqueio diante da página em branco e a \u003cem\u003esíndrome de impostora\u003c\/em\u003e. Além da parte prática, Debora Diniz apresenta informações sobre a ética no ambiente acadêmico, o que inclui formas de lidar com temas difíceis, como abuso de poder, conflito de orientação e modos de evitar o plágio.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eOrientar é comunicar-se por histórias, saberes e experiências. É ler atentamente e escutar delicadamente. É também nos ajudar a transformar os meios de “habitar o poder e o prestígio acadêmicos”. É nos lembrar de que fazemos parte de uma construção coletiva. Tudo isso você encontra em \u003cem\u003eCarta de uma orientadora\u003c\/em\u003e, este livro conciso e escrito em linguagem acessível.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159331651836,"sku":"9786558021506","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/354d643829f172d5e84b034e0fdfcfcb.jpg?v=1780370686"},{"product_id":"igualdade-significado-e-importancia","title":"Igualdade: Significado e importância","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eIgualdade: Significado e importância\u003c\/em\u003e\u003c\/strong\u003e\u003cstrong\u003e reúne o renomado economista Thomas Piketty, de \u003cem\u003eO capital no século XXI\u003c\/em\u003e, e o aclamado filósofo Michael Sandel, de \u003cem\u003eJustiça\u003c\/em\u003e, com prefácio da economista Laura Carvalho, de \u003cem\u003eValsa brasileira\u003c\/em\u003e.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm um diálogo fascinante, Thomas Piketty e Michael Sandel, dois dos pensadores mais influentes da atualidade, debatem por que a igualdade é tão importante. Além disso, debatem o que cidadãos e governo devem fazer para diminuir os abismos sociais. Abordando economia, filosofia, história e atualidades, Piketty e Sandel refletem sobre o quanto já avançamos rumo à igualdade. E, ao mesmo tempo, tratam diretamente das grandes diferenças que perpetuam, tanto nacional quanto globalmente, na acumulação de riqueza, na distribuição de renda, no poder hegemônico e no \u003cem\u003estatus quo\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO que pode ser feito em uma época de forte instabilidade política e crise ambiental? Os autores concordam plenamente em diversos pontos: mais investimentos inclusivos em saúde e educação, aumento do imposto progressivo, restrição do poder político dos ricos e controle na intervenção de mercados. Mas quão rápido e longe podemos ir? Devemos priorizar a mudança econômica ou a social? Tendo em vista o ressurgimento de movimentos nacionalistas, quais são as perspectivas de mudança? Qual deve ser a relação da esquerda com princípios como patriotismo e solidariedade quando eles entram em conflito com os desafios da migração em massa e das mudanças climáticas?\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eObservar Piketty e Sandel esmiuçando essas e outras questões da atualidade é ter não só um vislumbre de novas possibilidades de mudança e justiça, mas também da dura verdade de que o progresso em direção à igualdade nunca é rápido ou sem graves conflitos sociais e lutas políticas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta edição conta com o prefácio da economista Laura Carvalho, autora dos livros \u003cem\u003eValsa brasileira: do boom ao caos econômico\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eCurto-circuito: o vírus e a volta do Estado\u003c\/em\u003e (ambos pela Todavia).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Um renomado economista político encontra um renomado filósofo político nesta discussão sobre desigualdade e suas soluções. [...] Eles apresentam uma solução que é surpreendente, intrigante e vale a pena tentar.” — \u003cem\u003eKirkus Reviews\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Poderoso. [...] Um lembrete de por que a desigualdade importa.” — Andrew Leigh, \u003cem\u003eThe Age\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Um apelo para resgatar os autênticos princípios da social-democracia de maneira a enfrentar grandes desafios, como a transição verde.” — \u003cem\u003eThe Guardian\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Muito acessível. [...] Eles são, sem dúvida, o polo oposto da guerra de Trump e Musk contra o Estado, a tributação, a regulamentação e a igualdade.” — \u003cem\u003eThe Irish Times\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159386145020,"sku":"9786558021896","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/e8006dc5293116132cf9c1f0a116873a.jpg?v=1779160468"},{"product_id":"o-homem-que-calculava","title":"O homem que calculava","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO livro sobre Matemática que ensina e encanta há várias gerações, com nova capa e prefácio de Mamede Jarouche.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo célebre \u003cem\u003eO homem que calculava\u003c\/em\u003e, Malba Tahan (pseudônimo do professor Júlio César de Mello e Souza) relata as incríveis aventuras de um genial calculista persa, Beremiz Samir, cujas soluções fantásticas para problemas aparentemente insolúveis e proezas matemáticas se tornaram lendárias na antiga Arábia, encantando reis, poetas, xeques e sábios. Esta edição conta também com o prefácio do professor da Universidade de São Paulo Mamede Jarouche.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUsando a Matemática de forma leve cativante, \u003cem\u003eO homem que calculava\u003c\/em\u003e vem sendo consumido com rara avidez há gerações. A Matemática leve e divertida apresentada nesta obra é, sem dúvidas, menos dolorosa que a ensinada nas escolas. Malba Tahan conseguiu realizar quase um milagre, uma mágica: unir ciência e ficção. Seu talento e sua prodigiosa imaginação são capazes de criar personagens e situações de grande apelo popular, o que explica seu imenso sucesso.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eO homem que calculava\u003c\/em\u003e é uma oportunidade para os aficionados dos algarismos e jogos matemáticos se deliciarem com os vários capítulos lúdicos deste livro. Beremiz Samir, um viajante com o dom intuitivo da Matemática que maneja os números com a facilidade de um ilusionista, resolve problemas aparentemente sem solução com impressionante simplicidade. Figuras e tabelas facilitam ainda mais a leitura desta obra-prima da literatura infantojuvenil.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159571775740,"sku":"9786555875911","price":64.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/5b5c55dbf9e761aa82ab3e17cba7c9c5.jpg?v=1778876222"},{"product_id":"as-vinhas-da-ira","title":"As vinhas da ira","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eVencedor do Pulitzer e do National Book Award, \u003cem\u003eAs vinhas da ira\u003c\/em\u003e, livro que marcou o auge da carreira do Nobel de Literatura, John Steinbeck, tornando-se um manifesto perene da luta dos excluídos, ganha edição revisada, com novo projeto gráfico.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePublicado em 1939, \u003cem\u003eAs vinhas da ira\u003c\/em\u003e marcou o auge da carreira de John Steinbeck, vencedor do Nobel de Literatura, e se mantém como um documento social e um marco da literatura. Assim como o livro, o filme, que rendeu um Oscar ao diretor John Ford e foi protagonizado por Henry Fonda, tornou-se um clássico.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDez anos depois do início da Grande Depressão de 1929, Steinbeck criou um manifesto perene com foco na luta dos excluídos. \u003cem\u003eAs vinhas da ira\u003c\/em\u003e representa o confronto entre indivíduo e sociedade, através da epopeia da família Joad, expulsa pela seca dos campos de algodão de Oklahoma, para tentar sobreviver como boias-frias nas plantações de frutas do Vale de Salinas, na Califórnia.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePrêmio Nobel de Literatura em 1962, Steinbeck retratou a situação do homem moderno diante das dificuldades, a pobreza e a privação em um universo feroz, protagonizado por vítimas da competição e párias sociais. Ao testemunhar as debilidades humanas diante de um sistema econômico implacável, nos deparamos com situações repletas de dramaticidade. O realismo do texto, com fortes tons naturalistas, expõe o escritor como experimentador de inovadoras técnicas narrativas, ricas em simbolismo e elaboração mítica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTão americano quanto universal, Steinbeck exibe na vida e na arte irredutíveis paradoxos, provocados pela tensão entre instinto e mente, natureza e história, a civilização e seus descontentes. \u003cem\u003eAs vinhas da ira\u003c\/em\u003e é a prova de que homens em lugares e situações comuns podem ser trocados pela intenção épica e conduzidos à imortalidade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDo texto de orelha de Pedro Pacífico, o Bookster:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“\u003cem\u003eAs vinhas da ira\u003c\/em\u003e é [...] uma leitura para ser feita com calma, apreciando a complexidade dos personagens e a construção de Steinbeck de diversas camadas narrativas.”\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159641506044,"sku":"9786555874235","price":84.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/c705f10171b2476b7edfc320ff6b94cf_1c8e71d7-ef8e-444e-8f93-bdfdcba0e951.jpg?v=1778324336"},{"product_id":"dracula","title":"Drácula","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eNa estreia do selo literário Amarcord, \u003cem\u003eDrácula\u003c\/em\u003e, de Bram Stoker, traduzido por Lúcio Cardoso, é reapresentado ao público brasileiro em edição especial, ilustrada e com capa dura.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUm dos maiores clássicos do terror gótico e da literatura universal, \u003cem\u003eDrácula\u003c\/em\u003e, de Bram Stoker, é responsável por concretizar no imaginário coletivo o vampiro moderno. Utilizando-se do artifício de cartas, diários e telegramas, Stoker dá voz a Mina Harker, Jonathan Harker, John Sweard, Lucy Westenra e ao dr. Abraham Van Helsing, seus célebres personagens, responsáveis por transmitir a gerações de leitores a história do terrível conde.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAcredita-se que, para escrever sua \u003cem\u003eopus magnum\u003c\/em\u003e, Bram Stoker tenha se inspirado na história real de Vlad III, o infame e cruel nobre que viveu na região da Transilvânia no século XV. A semelhança entre o nome da família de Vlad, Dracul, e \u003cem\u003edrac\u003c\/em\u003e, demônio, é apontada como provável fonte de inspiração.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eTodos os detalhes desta brilhante obra encantam e assombram o público há mais de 120 anos. A tradução de Lúcio Cardoso, um dos mais importantes escritores e poetas brasileiros, vencedor do Prêmio Machado de Assis pelo conjunto de sua produção literária, é um deleite à parte. Somado a isso, esta edição especial apresenta ilustrações digitais do também premiado artista gráfico Gustavo Piqueira, que baseou-se em \u003cem\u003eframes \u003c\/em\u003edo icônico filme \u003cem\u003eDrácula\u003c\/em\u003e (1931), estrelado por Béla Lugosi – outro grande artista responsável por consolidar na cultura mundial a figura do maior vampiro de todos os tempos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLeitura imperdível para todos, de colecionadores a curiosos.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159812522236,"sku":"9786585854023","price":129.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/e7607f9b25ca507bc61ddd8cb7a5b273_89cc3dbb-c821-478a-8ade-776fecc7ccc8.jpg?v=1778322376"},{"product_id":"reflexoes-sobre-a-guilhotina","title":"Reflexões sobre a guilhotina","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEm \u003cem\u003eReflexões sobre a guilhotina\u003c\/em\u003e, ensaio inédito no Brasil do vencedor do Prêmio Nobel, Albert Camus, o autor demarca sua posição contrária à pena de morte. O livro ainda conta com um prefácio à edição brasileira escrito por Manuel da Costa Pinto.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm 1914, o pai de Camus, descrito como um homem bom, comparece a uma execução pública. Após a decapitação do assassino, considerada por muitos uma pena “suave demais” por conta de seus crimes, ele volta para casa em choque, em completo silêncio, passa mal e vomita. Como essa “justiça” pode deixar um homem nesse estado?, questiona o autor argelino. O que há de errado com essa condenação?\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsse é o ponto de partida de \u003cem\u003eReflexões sobre a guilhotina\u003c\/em\u003e, ensaio em que Camus, um dos mais importantes pensadores do século XX, discute a pena de morte, em especial a morte na guilhotina. Para tanto, ele tece críticas a qualquer argumento em defesa da pena capital. Para Camus, numa sociedade dessacralizada não pode haver uma pena definitiva. Enquanto para a Igreja católica a pena de morte não é o fim – afinal, é provisória: o condenado é arrancado da sociedade, mas com chance de redenção no pós-vida –, na sociedade em que vivemos a pena capital é, sim, definitiva. É uma afirmação de que alguém é absolutamente mau enquanto a sociedade seria absolutamente boa, e coloca o juiz no lugar de Deus.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAlém disso, Camus argumenta que, para se acreditar que a morte na guilhotina teria um caráter exemplar, seria preciso partir do pressuposto de que a morte de um criminoso condenado num processo judicial, sujeito a falhas, impediria crimes que poderiam nunca ser cometidos. Ou seja, mata-se uma pessoa por uma hipótese.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCamus percebe a pena de morte como nada mais que uma lei de talião da sociedade – um “olho por olho”. E vê nela uma contradição: como pode uma lei responder a um instinto natural quando o papel da legislação é justamente inibir os ímpetos mais animalescos da humanidade? Em sua análise, o Estado e a sociedade, mais que cúmplices, são responsáveis por essas mortes; Estado este que mata o indivíduo condenado à morte duas vezes: uma quando o condena e o faz viver com a expectativa do fim; outra quando de fato dá cabo à sua vida.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA última morte por guilhotina na França aconteceu ainda no século XX, em 1977. O autor de grandes livros como \u003cem\u003eO estrangeiro\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eA peste\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eO mito de Sísifo\u003c\/em\u003e apontou as contradições dessa prática em 1957 em um contexto muito específico da França, mas seus argumentos reverberam ainda hoje em nossa sociedade.\u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47174817218812,"sku":"9786555874068","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/6d11bfaa1efa9047d6ea702580947505.jpg?v=1779765522"},{"product_id":"robinson-crusoe-edicao-de-bolso","title":"Robinson Crusoé (edição de bolso)","description":"“Robinson Crusoé é o primeiro de todos os relatos de naufrágio publicados.”James Joyce “Uma obra de arte que se desenvolve com esplêndida simplicidade.”Virginia Woolf “O resultado é maravilhoso.”Edgar Allan Poe Clássico de aventura do século XVIII, a edição original (1719) não contou com o nome de Defoe na capa. A intenção do autor era que os leitores considerassem o texto, em primeira pessoa, um autêntico relato das memórias do náufrago, o herói Robinson Crusoé. Filho de um comerciante, Crusoé contraria a vontade paterna e parte em busca de fortuna em viagens marítimas. Durante uma expedição à África, para adquirir escravos, ocorre o naufrágio. Todos os tripulantes do navio morrem, exceto Crusoé, que vive 28 anos numa ilha deserta. Na luta pela sobrevivência, o personagem fabrica instrumentos de caça, aprende a domesticar animais, a plantar, tornando-se evidente no texto os degraus da atividade econômica e a ascensão do individualismo na sociedade moderna. Assim nasceu o primeiro romance da era burguesa, obra de enorme sucesso na literatura universal.","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47174847791356,"sku":"9788577991013","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/d1f492e73cc9bc13aff3c35e9a3a4d03_49b8a9dd-3e0c-407e-9181-fec0bf3afbc8.jpg?v=1778311861"},{"product_id":"o-primeiro-homem","title":"O primeiro homem","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eRomance inacabado do vencedor do Prêmio Nobel de Literatura Albert Camus, \u003cem\u003eO primeiro homem\u003c\/em\u003e é um retrato da infância do autor e um resgate da história de sua terra natal, a Argélia.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Em suma, vou falar daqueles que eu amava”, escreve Albert Camus numa anotação para \u003cem\u003eO primeiro homem\u003c\/em\u003e. O projeto deste romance, um manuscrito encontrado nos destroços do acidente de carro em que morreu, em Villeblevin, França, no dia 4 de janeiro de 1960, era ambicioso. Ele disse certa vez que os escritores “têm a esperança de descobrir os segredos de uma arte universal que, escorada na humildade e na perícia, afinal ressuscitaria os personagens em sua carne e em sua duração”. Embora tenha levado mais de trinta anos até ser publicado, foi um estrondoso sucesso ao chegar às livrarias francesas, em 1994.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEle havia lançado as bases do que seria o relato da infância do seu “primeiro homem”. O “primeiro homem” é Jacques Cormery, que suporta sua existência miserável com o amor pela mãe silenciosa e analfabeta e pelo professor que transforma sua visão de mundo. Essa redação inicial tem um caráter extremamente autobiográfico que sem dúvida teria desaparecido na versão final do romance. Mas é justamente esse aspecto autobiográfico que é tão precioso hoje.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eO primeiro homem\u003c\/em\u003e nos fornece uma profunda compreensão da vida de Camus e dos poderosos temas subjacentes à sua obra. Lendo estas páginas, vemos surgir as raízes do que constituiria sua personalidade, sua sensibilidade, a gênese do seu pensamento, os motivos do seu engajamento. Porque a vida inteira ele quis falar em nome daqueles aos quais a voz era recusada.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47174849429756,"sku":"9786555874754","price":99.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/c7f21913f9d1cbd658322b225c623316_b37303d0-7115-4498-ae15-990eb4b12e7d.jpg?v=1778313829"},{"product_id":"quadros-geograficos","title":"Quadros Geográficos","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eAutor de obras conhecidas - \u003cem\u003eGeografia e modernidade\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eA condição urbana\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eO lugar do olhar\u003c\/em\u003e, entre outras -, Paulo Cesar da Costa Gomes propõe em seu novo livro que a geografia é uma forma de pensar, uma forma gráfica de estruturar o pensamento, e que a construção do raciocínio geográfico se dá através da significação, a partir do jogo de posições entre elementos espacialmente localizados.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eComo esse raciocínio se estrutura? Qual o campo comum sobre o qual opera o entendimento geográfico? Essas são algumas das perguntas fundamentais contempladas em \u003cem\u003eQuadros geográficos\u003c\/em\u003e, obra indicada não apenas aos estudantes de Graduação ou Pós-Graduação, mas a todos aqueles que têm curiosidade em discutir e conhecer as propriedades e competências de um saber geográfico.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\"A geografia é uma forma original de pensar. Essa é a hipótese anunciada logo nas primeiras páginas de Quadros geográficos. À medida que a leitura avança, a hipótese de partida se desdobra em uma fecunda afirmação: a geografia é uma forma gráfica de estruturar o pensamento, fundada na descrição, e cujo instrumento elementar é o quadro. Tomado de forma abrangente, o quadro designa aqui qualquer superficie sobre a qual elementos diversos são apresentados segundo princípios básicos de localização, extensão e morfologia. O raciocínio geográfico que se apoia neste instrumento é aquele que constrói significações a partir do jogo de posições entre elementos espacialmente localizados, reunidos em uma composição que pode se revelar graficamente.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSe a hipótese do livro é ousada, ambicioso também é seu estilo de argumentação. Os mesmos quadros que constituem o objeto do trabalho servem de recurso para conduzir o leitor pela demonstração da ideia central. Tal como molduras, os capítulos propõem novos pontos de vista que fazem surgir associações inéditas entre personagens célebres e suas ideias - Ptolomeu, Estrabão, Kant, Humboldt, Vidal de La Blache, apenas para citar alguns. Reagrupados a partir de novos arranjos, esses personagens e ideias ora se avizinham, ora se distanciam, embora jamais sejam concebidos como determinantes uns dos outros. As continuidades e as transformações evidenciadas a partir destes quadros sugerem também novas chaves para interpretar o desenvolvimento deste modo singular de pensar o mundo, ao qual os gregos antigos associaram o evocativo e polifonico vocábulo grafia (desenho, marca, inscrição, registro).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePela concisão da forma e pelo prazer que proporciona, a leitura de Quadros geográficos se assemelha à audição de uma peça musical. O livro pode ser percorrido integralmente de maneira corrida, para se ter a impressão do conjunto. Dada a sofisticação dos argumentos, entretanto, ele merece ser lido, executado, repetidas vezes, demorando-se nas frases, passagens e conexões. A estrutura do arranjo é a de um tema com variações. Após a exposição inicial, a ideia fundamental é reiterada, com alterações, e desenvolvida em uma sequência de episódios que convocam novas \"vozes\" para apresentar diferentes declarações sobre o mesmo tema. Conhecemos, portanto, desde a abertura o ponto de chegada da obra, mas é apenas ao trilharmos o percurso proposto pelo autor que a ideia se manifesta em toda a sua potência, descortinando assim um novo horizonte de questões. Trata-se de uma escuta que certamente seduzirá os espíritos curiosos e imaginativos e, sobretudo, aqueles abertos ao prazer da reflexão.\" - Leticia Parente Ribeiro (Departamento de Geografia\/UFRJ)\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47174923288828,"sku":"9788528622454","price":69.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/e106d9961c20660d8b9c46b5d2ae2689_daa049d2-ac84-4925-b560-e817864fce11.jpg?v=1778323572"},{"product_id":"o-nome-da-rosa","title":"O nome da rosa","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO primeiro romance de Umberto Eco, \u003cem\u003eO nome da rosa\u003c\/em\u003e é vencedor do Prêmio Strega e foi listado pelo \u003cem\u003eLe Monde\u003c\/em\u003e como um dos mais importantes do século XX. Essa edição revisada tem novo projeto gráfico e conta com um glossário com a tradução dos termos em latim.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÉ impossível pensar em \u003cem\u003eO nome da rosa\u003c\/em\u003e sem considerar seu extraordinário sucesso global, tanto para a crítica quanto para o público. Trata-se de um desses raros fenômenos editoriais, um best-seller literário que transcende as fronteiras linguísticas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsse é o primeiro romance de Umberto Eco, um dos mais importantes teóricos da comunicação de massa do século XX. O autor utiliza um roteiro policial, no estilo de Conan Doyle, que se desenvolve na última semana de novembro de 1327, em um mosteiro franciscano da Itália medieval.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNeste mosteiro, paira a suspeita de heresia, e para a investigação é enviado o frei Guilherme de Baskerville. Porém, a delicada missão é interrompida por sete excêntricos assassinatos. A morte, em circunstâncias insólitas, de sete monges em sete dias e sete noites conduz uma narrativa violenta, que encanta pelo humor e pela crueldade, pela malícia e pela sedição erótica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsses crimes fazem frei Guilherme atuar como detetive. Ele busca provas, decifra símbolos secretos e manuscritos em códigos e trabalha arduamente no misterioso labirinto que é o mosteiro onde eventos extraordinários ocorrem durante a madrugada.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUm sucesso espetacular, \u003cem\u003eO nome da rosa\u003c\/em\u003e não apenas é uma narrativa de investigação de crimes mas também uma fascinante crônica sobre a Idade Média. Essa edição, revisada pela consagrada tradutora Ivone Benedetti, contém uma atualização da biografia de Umberto Eco, uma nota de revisão e um glossário com a tradução dos termos em latim utilizados pelo autor.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“O impulso narrativo que move a história é irresistível.” \u003cem\u003eThe New York Times\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47174959595772,"sku":"9786555873665","price":109.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/8339ca09db98dcba138e3c960b0cabca_92610718-6ffa-4365-915d-6de73f5f556b.jpg?v=1778311383"},{"product_id":"pedagogia-do-oprimido","title":"Pedagogia do oprimido","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eClássico do Patrono da Educação, \u003cem\u003ePedagogia do oprimido\u003c\/em\u003e é uma das obras de ciências sociais e humanas mais citadas no mundo. Apresentando de forma objetiva reflexões sobre a relação entre opressores e oprimidos, Paulo Freire nos presenteia com um livro revolucionário que reafirma a esperança na libertação do ser humano por meio do diálogo e da práxis.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e\u003cem\u003ePedagogia do oprimido\u003c\/em\u003e, escrito entre 1964 e 1968, quando Paulo Freire estava exilado no Chile, foi proibido pela ditadura civil-militar do Brasil, onde permaneceu inédito até 1974. Ancorado em situações concretas, este livro desvela as relações que sustentam uma ordem injusta, responsável pela violência dos opressores e pelo medo da liberdade que os oprimidos sentem. É um livro radical, sobre o conhecer solidário, a vocação ontológica, o amor, o diálogo, a esperança e a humildade. Aborda a luta pela desalienação, pelo trabalho livre, pela afirmação dos seres humanos como pessoas, e não coisas. \u003cbr\u003e \u003cbr\u003e Além disso, Freire estimula o debate sobre formas alternativas para que nos tornemos seres mais. Ou seja, capazes de estabelecer um diálogo verdadeiro, transformador do mundo. A obra é essencial na biblioteca de todas as pessoas que têm fé na humanidade e na “criação de um mundo em que seja menos difícil amar” – como o Patrono da Educação Brasileira registra nas últimas linhas desta sua obra-prima. É uma obra destinada aos revolucionários, que se comprometem com os oprimidos, para, com eles e ao lado deles, lutar para construir um mundo em que seja mais fácil amar.\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003eEm 1963, em Angicos, interior do Rio Grande do Norte, trezentos trabalhadores rurais foram alfabetizados em apenas 40 horas, pelo método proposto por Paulo Freire. Esse foi o resultado do projeto-piloto do que seria o Programa Nacional de Alfabetização do governo de João Goulart, presidente que viria a ser deposto em março de 1964. Em outubro desse mesmo ano, Freire deixou o Brasil para proteger a própria vida. Apenas voltou a visitar o país em 1979, com a abertura democrática.\u003cbr\u003e \u003cbr\u003e Ao longo de sua história, Paulo Freire recebeu mais de cem títulos de doutor honoris causa, de diversas universidades nacionais e estrangeiras, além de inúmeros prêmios, como Educação para a Paz, da Unesco, e Ordem do Mérito Cultural, do governo brasileiro. Integra o International Adult and Continuing Education Hall of Fame e o Reading Hall of Fame.\u003cbr\u003e \u003cbr\u003e “O opressor só se solidariza com os oprimidos quando o seu gesto deixa de ser um gesto piegas e sentimental, de caráter individual, e passa a ser um ato de amor àqueles. Quando, para ele, os oprimidos deixam de ser uma designação abstrata e passam a ser os homens concretos, injustiçados e roubados. Roubados na sua palavra, por isto no seu trabalho comprado, que significa a sua pessoa vendida. Só na plenitude deste ato de amar, na sua existenciação, na sua práxis, se constitui a solidariedade verdadeira. Dizer que os homens são pessoas e, como pessoas, são livres, e nada concretamente fazer para que esta afirmação se objetive, é uma farsa.” - Paulo Freire\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47175289864444,"sku":"9788577534180","price":53.91,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/c2e6e50d3e17e5253a28109636ac7a18_a228c690-1e66-47ea-b548-e3f554642aa5.jpg?v=1780111230"},{"product_id":"mad-maria","title":"Mad Maria","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eMad Maria\u003c\/em\u003e, obra-prima de Márcio Souza, ganha nova edição com capa e projeto gráfico novos.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEscrito em 1980, \u003cem\u003eMad Maria\u003c\/em\u003e é o segundo livro de Márcio Souza, romancista, dramaturgo e diretor de teatro, e foi adaptado para a televisão em minissérie da Rede Globo em 2003.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA narrativa se passa no interior da Amazônia e relata a construção da ferrovia Madeira-Mamoré entre 1907 e 1912. Na época, os investidores tinham o objetivo de construir uma estrada que pudesse competir com o Canal do Panamá. A ferrovia integraria uma região rica em látex na Bolívia com a Amazônia, mas, no caminho, encontraria obstáculos descomunais: muitas cataratas, milhas e milhas de pântanos e desfiladeiros, centenas de cobras e escorpiões, árvores gigantescas e inúmeros mosquitos transmissores de malária. Antes das obras chegarem ao fim, cerca de três mil homens estavam mortos, milhares hospitalizados e uma fortuna em dólares desperdiçada na selva.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMárcio Souza tece em \u003cem\u003eMad Maria\u003c\/em\u003e um faroeste à brasileira e força o leitor a se embrenhar nos episódios históricos mais terríveis e inimagináveis da construção da ferrovia Madeira-Mamoré.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNa resenha para o \u003cem\u003eLe Monde\u003c\/em\u003e, também texto de orelha desta edição, Jacques Meunier escreve: “\u003cem\u003eMad Maria\u003c\/em\u003e é um romance sem complacência, uma \u003cem\u003eIlíada\u003c\/em\u003e proletária onde os deuses são substituídos por políticos corrompidos. Norte-americanos rapinantes. Chefes sem piedade. E seria errôneo acusar Márcio Souza de maniqueísmo: nenhum de seus personagens redime o outro. Finnegan, o mais confiante, o mais idealista, o mais fraternal, acabará na pele de um assassino. Assim são as coisas em uma Amazônia que deveria inspirar coesão, solidariedade, mas que exacerba egoísmos, multiplica suscetibilidades e conflitos, sacrifica o melhor pelo pior...”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“A ironia amarga de Márcio Souza germina diretamente do coração das trevas.” – \u003cem\u003eThe New York Times Book Review\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Epopeia às avessas, romance notável de um Márcio Souza crescentemente mestre de seu ofício e transbordante de talento. \u003cem\u003eMad Maria\u003c\/em\u003e é um faroeste à medida brasileira: sem ilusões, vigilante e pontiagudo como uma flecha na noite escura.” – Jefferson Del Rios, \u003cem\u003eFolha de S. Paulo\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Ao escolher os episódios mais macabros e inacreditáveis dos registros históricos dos cinco anos da construção da ferrovia e concentrando-os em três meses de pesadelo, Márcio Souza força o leitor — neste momento já quase mais um personagem emaranhado na vegetação — a confrontar aquele inferno.” – Ariel Dorfman, \u003cem\u003eVice\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47175443120380,"sku":"9786555875553","price":89.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/11bc4139c0c0570c33927b2c4ba13c0d_f01ed972-f91b-482d-99d4-f5b89f605e40.jpg?v=1778875626"},{"product_id":"uma-historia-do-corpo-na-idade-media","title":"Uma história do corpo na Idade Média","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003ePor um longo tempo o corpo foi esquecido pela história e pelos historiadores. Na história, alegou-se por muito tempo a idéia de que o corpo estava estritamente ligado à natureza, não existia como objeto cultural. Entretanto, preso entre a repressão e a liberdade, entre a Quaresma e o Carnaval, o corpo na Idade Média é o lugar de uma das principais tensões do Ocidente. Revisitando este corpo por tanto tempo “oculto”, Jacques Le Goff e Nicolas Truong apresentam em \u003cem\u003euma história do corpo na Idade Média\u003c\/em\u003e o trajeto do corpo da humilhação à glória.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e\u003cbr\u003e“Por que o corpo na Idade Média? Porque ele constitui uma das grandes lacunas da história, um grande esquecimento do historiador. A história tradicional era, de fato, desencarnada. Interessava-se pelos homens e, acessoriamente, pelas mulheres. Mas quase sempre sem corpo. Como se a vida deste se situasse fora do tempo e do espaço, reclusa na imobilidade presumida da espécie. Com freqüência, tratava-se de pintar os poderosos, reis e santos, guerreiros e senhores e outras grandes figuras de mundos perdidos que era preciso reencontrar, engrandecer e, por vezes, até mitificar, à mercê das causas e necessidades do momento. Reduzidos a sua parte colocada à mostra, esses seres estavam despossuídos de sua carne. Seus corpos não passavam de símbolos, representações e figuras; seus atos, apenas sucessões, sacramentos, batalhas, acontecimentos. Enumerados, escritos e inscritos, como em tantas estelas que pretendem pontuar a história universal. Quanto a essa maré humana que cercava e concorria para sua glória ou seu fracasso, os nomes plebe e povo bastavam para contar sua história, seus arrebatamentos e suas atitudes, seus modos de agir e suas aflições.”\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47175510884604,"sku":"9788520006740","price":64.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/9a64058f5cc86530a3ef12289346c195.jpg?v=1779852008"},{"product_id":"a-filha-primitiva","title":"A filha primitiva","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eRomance vencedor do Prêmio Kindle de Literatura – 6ª Edição, \u003cem\u003eA filha primitiva\u003c\/em\u003e, escrito pela cearense Vanessa Passos, é uma história sobre amor e raiva, futuro e ancestralidade, violência e perdão. \u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAmbientada em Fortaleza, este conta sobre uma linhagem de mulheres unidas pelo destino, separadas pela dor, pelo abandono, pela fé e pelo ceticismo. Segredam entre si quem são — a avó, mulher negra, esconde de sua filha quem seria seu pai; a filha, branca, luta para sobreviver, escrever e rejeita a maternidade que lhe foi imposta; a neta recebe a raiva da mãe e já nasce sentindo a dor de ser mulher. É uma ficção imersa na crueza da linguagem e calcada no real que transforma a história em grande literatura. Esta edição conta com prefácio de Giovana Madalosso, finalista do Prêmio Biblioteca Nacional e do Prêmio São Paulo de Literatura, e posfácio da premiada cineasta brasileira Susanna Lira que dirigiu, entre outros filmes, \u003cem\u003eFernanda Young, foge-me ao controle\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eNada sobre meu pai\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Este romance de Vanessa Passos é trepidante. (...) Um livro para ganhar o mundo!” - Andrea del Fuego\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“No seu romance, a autora trata de um dos temas mais ricos e mais complexos na literatura sem qualquer receio e reserva.” - Nara Vidal\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“É um livro sobre maternidade, abandono, amor incondicional. É a vida acontecendo em cada página, com estilo, sensibilidade e beleza.” - Marcela Dantés\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Vanessa Passos se entrega à literatura como à vida: em suas mãos nada será deixado de fora, nada será poupado em nome da chance de olhar nos olhos daquilo que nos espanta, assusta, ilumina.” – Juliana Leite\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Neste livro visceral, Vanessa Passos desconstrói a maternidade e seus romantismos, mexendo nas feridas provocadas pelo patriarcado e seus desmandos. A história pede para ser lida, relida e discutida amplamente. É impossível permanecer indiferente às suas provocações brilhantes.” – Elisama Santos\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47175590117628,"sku":"9786558470991","price":64.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/f962ab22c940ba734920dc672729dfb4.jpg?v=1779765762"},{"product_id":"o-dezoito-de-brumario-de-luis-bonaparte","title":"O Dezoito de Brumário de Luís Bonaparte","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eNesta nova edição de \u003cem\u003eO Dezoito de Brumário de Luís Bonaparte\u003c\/em\u003e, Sabrina Fernandes reapresenta e recontextualiza a clássica crítica política de Karl Marx sobre o golpe de Estado de Napoleão III frente à maré reacionária dos tempos atuais.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\r\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\r\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eO Dezoito de Brumário de Luís Bonaparte\u003c\/em\u003e, Karl Marx expõe de que modo a França que, mais uma vez, inspirou o mundo a lutar contra o absolutismo monárquico, através da Revolução de Fevereiro de 1848, se revelou um exemplo caricato de suas próprias contradições.\u003c\/p\u003e\r\n\u003cp\u003eApós frear um refluxo conservador e destituir Luís Felipe I como rei, o país elegeu Luís Bonaparte, sobrinho do seu antigo imperador, Napoleão, como presidente da República recém-declarada. Aquela sociedade permitiu-se enganar pelo ímpeto popular do novo presidente, que, encoberto pelos acenos de ampliação de direitos civis, conduziu o golpe de Estado que o consagrou imperador Napoleão III, refazendo a posição autoritária do poder bonapartista.\u003c\/p\u003e\r\n\u003cp\u003eÉ esse o contexto histórico sobre o qual Karl Marx debruçou nesta obra, uma primorosa crítica que revelou as primeiras experiências empíricas de seu materialismo e se tornou um dos textos mais importantes da ciência política. Esta edição, traduzida por Leandro Konder e Renato Guimarães, conta com preparação, introdução e notas de rodapé da socióloga Sabrina Fernandes, que apresenta a importância da obra para nossa época e explica detalhes do original alemão de modo acessível à leitora e ao leitor brasileiros. Assim, ela continua o trabalho de divulgação marxista iniciado com \u003cem\u003eO manifesto comunista\u003c\/em\u003e, dando seu segundo passo na reapresentação das edições de Karl Marx publicadas pela Editora Paz \u0026amp; Terra.\u003c\/p\u003e\r\n\u003cp\u003eTemos, portanto, a oportunidade de entender não apenas quais foram as explicações de Marx sobre o golpe de Estado de Napoleão III, mas também como esse tipo de expediente continua sendo receita para líderes carismáticos subverterem insurreições populares em prol de si mesmos. Sabrina Fernandes nos ensina como o famoso enunciado de Marx sobre a tragédia e a farsa é nítido também para acontecimentos políticos recentes no Brasil – dos protestos de junho de 2013 ao governo de Jair Bolsonaro.\u003c\/p\u003e\r\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\r\n\u003cp\u003e“Embora Marx tenha escrito \u003cem\u003eO Dezoito de Brumário de Luís Bonaparte \u003c\/em\u003eno calor dos acontecimentos, a obra transcende o objeto de análise e é semente para o método que expõe os limites da democracia burguesa e da tentativa de impedir o avanço autoritário utilizando-se somente das ferramentas e da defesa dessa mesma democracia burguesa.” – Sabrina Fernandes\u003c\/p\u003e\r\n\u003cp\u003e“E, em toda parte, ainda há aqueles que protestam, que se rebelam, que combatem. (...) É para eles que \u003cem\u003eO Dezoito de Brumário \u003c\/em\u003efoi escrito, é para eles que o texto ainda não envelheceu.” – Herbert Marcuse\u003c\/p\u003e\r\n\u003cp\u003e“Escrita com a finalidade de narrar e interpretar os acontecimentos que culminaram em um golpe de Estado, \u003cem\u003eO Dezoito de Brumário\u003c\/em\u003e tornou-se fundamental para o pensamento científico moderno.” – Octavio Ianni\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47175914946812,"sku":"9786555481006","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/48238a7a5a635498030ea93986ab474d.jpg?v=1778325235"},{"product_id":"aventuras-pela-filosofia-com-meus-filhos","title":"Aventuras pela filosofia com meus filhos","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eQuantas vezes você realmente parou para ouvir o que as crianças à sua volta têm a dizer? O professor Scott Hershovitz afirma: \u003cem\u003eToda criança é uma filósofa\u003c\/em\u003e. E, ouvindo-as, nos oferece um novo olhar sobre a filosofia em \u003cem\u003eAventuras pela filosofia com meus filhos\u003c\/em\u003e.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAlguns dos maiores filósofos do mundo se reúnem em lugares surpreendentes: pré-escolas e playgrounds. Eles debatem sobre metafísica e moralidade, mesmo que nunca tenham ouvido essas palavras e provavelmente nem mesmo saibam amarrar o sapato. Eles são crianças. E, como Scott Hershovitz revela em seu encantador livro de estreia, eles são surpreendentemente bons filósofos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eHershovitz é professor de direito e filosofia, além de pai de Hank e Rex, com quem aprendeu que, desde muito novas, as crianças levantam questões que vão além de simples perguntas infantis. Elas recriam discussões antigas. E desenvolvem outras inteiramente novas. As crianças não têm medo de parecer tolas e, por isso, perguntam os \u003cem\u003ecomos\u003c\/em\u003e e os \u003cem\u003epor quês\u003c\/em\u003e sobre todas as coisas, desafiando as respostas que recebem.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eAventuras pela filosofia com meus filhos\u003c\/em\u003e, Hershovitz conduz o leitor por uma viagem leve e descontraída pela filosofia clássica e contemporânea, seguindo o olhar filosófico de seus dois filhos pequenos. As discussões perpassam perguntas como \u003cem\u003eHank tem o direito de beber refrigerante?\u003c\/em\u003e e\u003cem\u003e O número seis realmente existe?\u003c\/em\u003e. Mas também abordam assuntos mais complexos, como punição, autoridade, sexo, gênero, raça, a natureza da verdade e do conhecimento e a existência de Deus.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUm livro inspirado por crianças, mas feito para adultos, \u003cem\u003eAventuras pela filosofia com meus filhos \u003c\/em\u003eusa uma linguagem simples e divertida para discutir os pontos principais a respeito dos mais profundos mistérios sobre o mundo e nosso lugar nele. A trajetória conta com a ajuda de filósofos profissionais, famosos e menos conhecidos. Aprenda com Scott Hershovitz, Rex e Hank a importância de pensar de maneira colaborativa com as crianças, desenvolvendo um senso crítico mais completo, e prepare-se para juntar-se a elas em suas aventuras filosóficas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Hershovitz mistura humor e sabedoria nesta viagem filosófica cuidadosamente agradável que usa conversas com os dois filhos do autor para demonstrar que ‘qualquer um pode ser filósofo e toda criança é’... Repleto de anedotas divertida, Hershovitz demonstra como engajar as crianças levando-as a sério, ensinando-as a fazer perguntas e encorajando-as a explorar o mundo — coisas com as quais os adultos também podem aprender. Este relato sincero e instigante desmistifica a ideia de que a filosofia pertence à torre de marfim da Academia.” – \u003cem\u003ePublishers Weekly\u003c\/em\u003e \u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47176319762684,"sku":"9786557121375","price":89.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/2074d71c595c815c2e2460dc3e4d1233_d09e06c0-ceb9-43bc-9316-93f91f9f0750.jpg?v=1778324897"},{"product_id":"antigona-1","title":"Antígona","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEm \u003cem\u003eAntígona: Ela está entre nós,\u003c\/em\u003e a premiada atriz Andrea Beltrão reinventa a tragédia grega trazendo a história para o presente e dá detalhes exclusivos sobre o processo de montagem da obra de Sófocles.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eHá 2.500 anos, \u003cem\u003eAntígona\u003c\/em\u003e, de Sófocles, é uma dramaturgia comovente que conquista a atenção dos espectadores. A história da princesa que desafiou um rei para que o corpo do próprio irmão fosse sepultado é reencenada brilhantemente por Andrea Beltrão – neste que é um de seus trabalhos mais audaciosos e que lhe rendeu o Prêmio APCA. Ao reinventar a tragédia grega, Andrea Beltrão não apenas concebe, junto ao diretor Amir Haddad, um sucesso de público e crítica, mas dá novo sentido a uma das personagens mais extraordinárias da história do teatro, posicionando-a frente a frente com as maiores lições de luta deste tempo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eAntígona\u003c\/em\u003e é um símbolo de insubmissão. Alguém que converteu o luto em ativismo político. A perda, em força de vida. Ao recriá-la, Andréa Beltrão reconhece a magnitude de sua persistência e traz Antígona para o presente.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNeste livro, a atriz, produtora e diretora de teatro conta sobre o processo de criação e destaca os principais trechos que usa para refabular a história da jovem que desafia o Estado. Quem entra em contato com a Antígona de Andrea Beltrão não permanece incólume. A presença da protagonista pode ser vivenciada – através da tradução de Millôr Fernandes do texto de Sófocles, que acompanha integralmente esta edição –, como se estivéssemos no antigo Teatro de Dionísio. Ela está entre nós.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Para reaproximar a plateia de uma das fontes do cânone ocidental, a atriz Andrea Beltrão e o diretor Amir Haddad criaram uma montagem diferente e modernizada de \u003cem\u003eAntígona\u003c\/em\u003e, de Sófocles.” – Fábio Prikladnicki, \u003cem\u003eZero Hora\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“A expressão \u003cem\u003equarta parede\u003c\/em\u003e define o limite imaginário entre o ator no palco e o espectador. \u003cem\u003eAntígona\u003c\/em\u003e, tragédia grega de Sófocles, foi recriada como monólogo pela atriz Andrea Beltrão e pelo diretor Amir Haddad e subverte o tempo inteiro essa barreira.” - Dirceu Alves Jr., \u003cem\u003eVeja São Paulo\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Andrea Beltrão (...) confirma a atualidade do texto de Sófocles.” - Ubiratan Brasil, \u003cem\u003eEstadão\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47176695185660,"sku":"9786555481020","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/a7bcb62618513c7a21bbda7c08bb58a9_62f17dff-f0e7-44be-8f94-c8d37bd93067.jpg?v=1779765559"},{"product_id":"as-tres-marias","title":"As três Marias","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA nova edição de \u003cem\u003eAs três Marias\u003c\/em\u003e conta com prefácio de Heloísa Buarque de Hollanda, fortuna crítica com textos de Mário de Andrade e Fran Martins e um encarte com fotos da autora e das amigas que inspiraram as personagens do romance.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cbr\u003e \u003cem\u003eAs três Marias\u003c\/em\u003e, romance de Rachel de Queiroz, publicado originalmente em 1939, conta a história das três amigas Maria Augusta (Guta), Maria da Glória e Maria José, desde sua infância em um colégio de freiras até a vida adulta.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNeste romance de formação, Rachel retrata o processo de ajustamento ao mundo pelos olhos das meninas e convida o leitor a acompanhá-las desde os medos e as incertezas da juventude - quando ainda sonhavam com a liberdade além das paredes do internato e se abismavam com a cidade - até o passar dos anos e chegarem ao amadurecimento e aos dilemas da vida adulta. Sempre juntas, independente das escolhas do caminho.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMaria da Glória dedicou-se à maternidade e à família, Maria José, sempre devota, voltou a morar com a mãe e virou professora, e Maria Augusta, diferente das amigas, determinou-se a construir o próprio caminho: voltou a morar com a família, mas, descontente, retornou para Fortaleza. Trabalhou como datilógrafa e, lá, apaixonou-se. É quando a autora permite-se ir mais fundo na perspectiva social e na agudeza da observação psicológica.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eE em nada estas \u003cem\u003etrês Marias\u003c\/em\u003e perdem para as três estrelas da constelação de Orion, que se destacam alinhadas e reluzentes no céu e serviram de inspiração para apelidar as personagens de Rachel: notórias e brilhantes na lembrança de todos que as conhecem.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47176905621756,"sku":"9788503013239","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/2c5365c1c2dc7e0a62200196ed655892.jpg?v=1778876225"},{"product_id":"ubu-rei","title":"Ubu rei","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEdição ilustrada da obra que influenciou o surrealismo e o teatro do absurdo,  com tradução de Ferreira Gullar.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA estreia de \u003cem\u003eUbu rei\u003c\/em\u003e, na Paris de 1896, foi um escândalo. Na peça, Alfred Jarry, seu autor, lança alguns importantes caminhos estéticos, grotescos e polêmicos, que seriam precursores de movimentos como o surrealismo e o teatro do absurdo. Não à toa, o poeta Stéphane Mallarmé, após assistir à primeira encenação da obra, decretou na plateia: “Jarry é poeta, e com este \u003cem\u003eUbu rei \u003c\/em\u003ecomeça uma nova época.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO humor ácido de Alfred Jarry ainda choca, não só pelos atos e falas controversos de seus personagens, mas também por sua atualidade. As figuras caricatas de \u003cem\u003eUbu rei \u003c\/em\u003eilustram perfeitamente governos fascistas que assombraram o século XX e que insistem em emergir no século XXI. Talvez, por isso, o fascínio pela peça persista no imaginário coletivo e as montagens sejam profusas. No Brasil, uma das mais famosas é a do Teatro do Ornitorrinco, de 1985, com direção e atuação de Cacá Rosset no papel de Pai Ubu, Rosi Campos como Mãe Ubu e figurino assinado por Lina Bo Bardi.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta edição da José Olympio conta com tradução de Ferreira Gullar, um dos maiores poetas da língua portuguesa. Gullar, ele mesmo um grande admirador da inventividade de Jarry, realizou esta tradução por vontade própria, sem encomenda. Seu gênio poético é perceptível nas tiradas cômicas e na transcriação dos neologismos, caros ao francês e a seu tradutor brasileiro. Cacá Rosset, outro entusiasta da irreverência de Jarry, assina o prefácio da edição, que se completa com capa e projeto gráfico do premiado estúdio de design Casa Rex.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Jarry é poeta, e com este \u003cem\u003eUbu rei \u003c\/em\u003ecomeça uma nova época” – Stéphane Mallarmé\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“A maioria das traduções que fiz foi encomendada. Só o \u003cem\u003eUbu rei\u003c\/em\u003e é que fiz por minha espontânea vontade.” – Ferreira Gullar\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Alfred Jarry foi um escritor como raramente se é. suas menores ações, suas traquinagens, tudo isso era literatura.” – Guillaume Apollinaire\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Ubu é o exercício do poder através da desqualificação explícita de quem o exerce.” – Michel Foucault\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48519611515132,"sku":"9786558471905","price":69.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/f91b22152a8049f5b28fa69330b8def1.jpg?v=1778874588"},{"product_id":"a-terra-da-doce-eternidade","title":"A terra da doce eternidade","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLivro inédito de Harper Lee, autora de \u003cem\u003eO sol é para todos\u003c\/em\u003e, reúne contos e ensaios. Lançamento simultâneo com Estados Unidos e Reino Unido.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eA terra da doce eternidade\u003c\/em\u003e revela textos recém-descobertos de Harper Lee, autora de \u003cem\u003eO sol é para todos\u003c\/em\u003e, uma das obras mais aclamadas da literatura do século XX. Além de contos, este livro reúne ensaios que foram publicados em revistas como \u003cem\u003eVogue\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eMcCall’s\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eOprah Winfrey Magazine\u003c\/em\u003e, além de palestras e cartas, oferecendo, assim, uma nova perspectiva sobre a impressionante produção da escritora estadunidense.\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003eAntes de se tornar uma lenda literária, Harper Lee era uma jovem autora obstinada que deixou o curso de direito na Universidade do Alabama a apenas um semestre da conclusão e adotou Nova York como sua nova casa. Seu talento nato para a escrita, aliado a uma mente inquieta, um repertório intelectual vasto e uma bagagem cultural riquíssima, sempre ecoou em textos sensíveis e reflexivos, permeados de humor sutil e observações afiadas.\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eA terra da doce eternidade\u003c\/em\u003e apresenta histórias e textos que nos levam dos pátios escolares do Alabama de sua juventude aos cafés e cinemas de Manhattan, com temas que abrangem questões universais e pessoais: a desigualdade e o racismo, os desafios de conviver com familiares de visão oposta, a cultura sulista norte-americana, a educação responsável, o brilho inquieto da mente infantil e o sentido de uma vida criativa e engajada.\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e A introdução fica a cargo de Casey Cep, biógrafa oficial de Harper Lee, que contextualiza a obra, conectando-a à vida da autora, de modo a ampliar a compreensão do seu talento extraordinário.\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e“\u003cem\u003eA terra da doce eternidade\u003c\/em\u003e amplia nossa compreensão do talento extraordinário de Lee. Será um recurso inestimável para qualquer pessoa interessada no desenvolvimento de Lee como escritora.” – \u003cem\u003eThe Guardian\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48519612104956,"sku":"9786558471912","price":69.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/8c3d14a424b07934685c5e7fb579d83d.jpg?v=1778875079"},{"product_id":"contos-plausiveis","title":"Contos plausíveis","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA nova edição de \u003cem\u003eContos plausíveis\u003c\/em\u003e reúne histórias curtas marcadas pelo olhar irônico e sensível de Carlos Drummond de Andrade. Com novo projeto gráfico e posfácio inédito de João Anzanello Carrascoza, os contos cheios de humor seguem sendo uma leitura atual e indispensável.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e \u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUm homem busca nos classificados de jornal a própria alma perdida; o menino Paulo é diagnosticado como poeta por mentir demais; convivendo com duas sombras, Meneses se torna “polo turístico” de sua cidade; uma mesa adquire o dom da fala após servir mais de vinte anos aos trabalhos de um médium.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsses são alguns dos motes e tipos que compõem os espirituosos \u003cem\u003eContos plausíveis\u003c\/em\u003e, publicados originalmente na coluna de Carlos Drummond de Andrade no \u003cem\u003eJornal do Brasil\u003c\/em\u003e e reunidos em livro pela primeira vez em 1981. Acostumado a transformar o mundo em poesia, Drummond conta grandes histórias de maneira minimalista, exercitando-se no miniconto, um gênero à época pouco usual na literatura brasileira.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMas o conto drummondiano nasce metamorfoseado: é meio crônica, meio fábula; tem toques de anedota e de “causo”. Textos em tom de conversa, recheados de humor, em que a tão propalada ironia do escritor mineiro vai longe.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDrummond joga sua observação no liquidificador da fabulação e dá vida a ficções que dialogam com a realidade daquele tempo, mas permanecem atuais. Por outro lado, algumas histórias são totalmente alegóricas, como “A fala vegetal”, em que um jardim é transformado numa espécie de Torre de Babel das plantas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA observação do cotidiano e o embate entre vida moderna e tradição, traços da poética do autor, também estão presentes nessas saborosas histórias, nas quais os personagens nem sempre acompanham as transformações do tempo. Poeta maior, nesta rara incursão pela prosa de ficção, Drummond mostra que os gêneros literários não o definem.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Neste caudaloso volume de preciosidades, irrompe não só a ampla imaginação ficcional de Drummond, mas, sobretudo, a sua capacidade de observar a vida cotidiana, prosaica e ordinária, e, a partir dela, encontrar a matéria-prima de suas tramas concentradas, de poderoso impacto.” ­– João Anzanello Carrascoza, para o posfácio de \u003cem\u003eContos plausíveis\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48522697670908,"sku":"9788501924056","price":69.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/fc0abc7328c162bf005e62459a2255b2_0771fac7-dc46-44fa-9767-f3f358dbd857.jpg?v=1778876988"},{"product_id":"fantasmas","title":"Fantasmas","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDaniel Munduruku, vencedor do Prêmio Jabuti, estreia na Editora Record \u003c\/strong\u003e\u003cstrong\u003ecom um romance potente sobre memória, justiça e ancestralidade.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e \u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA pedido de seu advogado de defesa, um indígena aprisionado conta suas memórias. É assim que conhecemos o episódio traumático em que homens brancos, denominados por ele como “fantasmas”, dizimaram seu povo. Movido pela dor, confessa seu crime: o assassinato dos responsáveis pelo fim do seu povo. No entanto, sem provas de seu testemunho, cabe ao advogado Salomão, um homem negro, lutar por sua liberdade – e assim nasce uma amizade inesperada, movida por uma busca comum: não calar o passado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA novidade do romance de Munduruku está em contar a história de um massacre indígena e o movimento, por vezes violento, de vingança, do ponto de vista dos indígenas. Na trama, é a aliança entre minorias que conta a história, fazendo deste livro uma espécie de ponto de virada no nosso modo de ver a literatura. É a construção de uma nova lei, de uma nova justiça, e, quando a verdade finalmente vem à tona, o destino desses personagens marcantes é conduzido a um final que transcende o que pode ser explicado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Ao longo de mais de sessenta obras, Daniel Munduruku escreve para produzir manifestos, pensando no futuro sem se esquecer daquilo que permanece desde seus ancestrais, apesar do colonialismo que subsiste como força de destruição e apagamento.” ­— Maria da Conceição de Almeida para a orelha de \u003cem\u003eFantasmas\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Este romance toca em muitos pontos sensíveis e profundos. É muito interessante acompanhar as reflexões de um jovem negro advogado e de um jovem indígena aprisionado não só em uma cela, mas também nas memórias do massacre de seu povo.” ­— Maria Luiza Jorge para a quarta capa de \u003cem\u003eFantasmas\u003c\/em\u003e.\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48522701439228,"sku":"9788501924346","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/cc13b1eac028031f39d4d905f34c671b.jpg?v=1778876218"},{"product_id":"o-agente-secreto","title":"O agente secreto","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eRoteiro original de \u003cem\u003eO agente secreto\u003c\/em\u003e, filme de Kleber Mendonça Filho escolhido para representar o Brasil no Oscar, tem prefácio do cineasta e posfácio de Wagner Moura, além de imagens exclusivas do storyboard e das filmagens.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRecife, governo Geisel. Um homem chega à capital pernambucana. Não sabemos de onde ele vem ou qual é o seu nome. Aos poucos, descobrimos cada camada dessa narrativa que nos leva ao assombro do passado sempre à espreita do presente.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNeste roteiro original do filme escolhido para representar nosso país no Oscar 2025,  Kleber Mendonça Filho – premiado diretor de O som ao redor, Aquarius e Bacurau – nos conduz por uma história de espionagem e ação bem brasileira. Somos guiados por um Recife ao mesmo tempo carnavalesco e sombrio, uma Gotham City tropical onde o absurdo se confunde com o cotidiano.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAqui lemos o impressionante roteiro de \u003cem\u003eO agente secreto\u003c\/em\u003e como quem participa de seu processo de criação, se deliciando com o storyboard e com as rubricas. Os frames que acompanham o roteiro, além das fotos de bastidores e das filmagens, aproximam ainda mais o leitor do universo criado pelo cineasta.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO livro traz, ainda, prefácio de Kleber e posfácio de Wagner Moura, que protagoniza o filme com excelência. O projeto gráfico foi assinado pelo premiado designer Gustavo Piqueira, da Casa Rex.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Em \u003cem\u003eO agente secreto\u003c\/em\u003e temos um expressivo passeio pela paisagem humana, social e urbana daquele Recife de final dos anos 1970.” – Marcos Augusto Gonçalves, \u003cem\u003eFolha de S.Paulo\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Um grande filme que magnetiza o público.” – Luís Zanin, \u003cem\u003eEstadão\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Uma mistura prazerosa e nada previsível de tons, climas e gêneros – romântico, dramático e a mais extravagante das ficções pulp – \u003cem\u003eO agente secreto\u003c\/em\u003e funde o pessoal e o político, ziguezagueia entre registros, faz desvios cinéfilos, retrocede ao passado e olha para o futuro.” – Manohla Dargis, \u003cem\u003eThe New York Times\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e “O deslumbrante drama de época do cineasta brasileiro revela uma surpreendente rede subterrânea de apoio que operava durante a ditadura, quando vidas humanas eram consideradas descartáveis.” – Peter Debruge, \u003cem\u003eVariety\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“É um filme com título de thriller mas a ação é sobretudo um fantasma.” – Vasco Câmara, \u003cem\u003ePúblico\u003c\/em\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“O cineasta Kleber Mendonça Filho assina sua obra mais alucinada, entre política, filme policial, terror gore e reminiscências do real.” – Clarisse Fabre, \u003cem\u003eLe Monde\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Kleber Mendonça Filho é um dos grandes cineastas contemporâneos.” – Roger Koza, \u003cem\u003eClarín\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“O diretor brasileiro é meticuloso com suas trilhas sonoras, e \u003cem\u003eO agente secreto\u003c\/em\u003e não é exceção” – Etienne Sorin, \u003cem\u003eLe Figaro\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Kleber domina muito plenamente os momentos de estranheza enigmática próxima do onírico, mesmo estando permanentemente firmes na realidade.” – Diego Quaglia, Letterboxd\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e “Com \u003cem\u003eO agente secreto\u003c\/em\u003e, Mendonça exuma o passado como base para uma história inteiramente ficcional e, ao fazê-lo, mostra como a ficção pode ser ainda mais valiosa como veículo da verdade do que como instrumento para encobri-la.” – David Ehrlich, \u003cem\u003eIndieWire\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO intenso thriller \u003cem\u003eO agente secreto\u003c\/em\u003e, de Kleber Mendonça Filho, se passa nos anos 1970, mas lança luz sobre a política atual. – Tom Phillips, \u003cem\u003eThe Guardian\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Editora Record","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48627988857084,"sku":"9786585854368","price":69.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/67979d5af4a3643bd5d391381735f265_98a9f046-ca3a-45c8-94b3-0adbef76d0d3.jpg?v=1778728391"},{"product_id":"box-essencial-carlos-drummond-de-andrade","title":"Box Essencial - Carlos Drummond de Andrade","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eOs cinco clássicos essenciais de Carlos Drummond de Andrade, em box exclusivo, com projeto gráfico de Mayumi Okyama e ensaio inédito do poeta Tarso de Melo.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara celebrar um dos maiores nomes da poesia moderna brasileira, foram reunidos em um box de luxo os 5 clássicos essenciais de Carlos Drummond de Andrade: \u003cem\u003eAlguma poesia\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eSentimento do mundo,\u003c\/em\u003e \u003cem\u003eJosé \u0026amp; Novos poemas\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eA rosa do povo\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eClaro enigma\u003c\/em\u003e. Com projeto gráfico assinado pela designer Mayumi Okuyama, os livros têm capa dura e pintura trilateral. De brinde, o box traz um livreto, \u003cem\u003eVida e obra\u003c\/em\u003e, reunindo um ensaio inédito do poeta Tarso de Melo e a cronologia completa de vida e obra de Drummond; e 6 cards com diferentes autocaricaturas e versos de Drummond.  \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eAlguma poesia\u003c\/em\u003e (120 páginas)\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“No meio do caminho”, “Poema de sete faces” e “Quadrilha” estão entre os poemas mais conhecidos de Drummond, e fazem parte de \u003cem\u003eAlguma poesia \u003c\/em\u003e(1930), seu livro de estreia. Aqui, mais do que em qualquer outra de suas obras, transparece a influência da Semana de Arte Moderna de 1922 e, sobretudo, de Mário de Andrade, com quem Drummond manteve farta correspondência literária.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eSentimento do mundo\u003c\/em\u003e (80 páginas)\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eSentimento do mundo\u003c\/em\u003e (1940) é o terceiro livro de poemas de Drummond, mas o primeiro escrito após a mudança para o Rio de Janeiro, então capital do país. O poema-título registra a abertura do poeta para uma visão mais ampla da humanidade. Nos demais poemas, há também uma atitude política mais participativa e empenhada na transformação da realidade.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eJosé \u0026amp; Novos poemas\u003c\/em\u003e (88 páginas)\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCom “José”, poema que dá título a um dos livros (de 1942) deste volume, Drummond demoliu a barreira entre alta e baixa cultura. O verso inicial “E agora, José?” ganhou diversas interpretações e conotações na boca do povo, “viralizando” por meio de citações que vão da literatura à propaganda. Já com \u003cem\u003eNovos poemas\u003c\/em\u003e (1948), o poeta escreve um capítulo essencial da história da poesia brasileira, equilibrando-se entre o sentido trágico da vida e a esperança.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eA rosa do povo\u003c\/em\u003e (209 páginas)\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO contexto histórico em que este livro foi produzido e lançado ajuda a dar ainda mais sentido aos 55 poemas que compõem essa obra-prima, publicada em 1945. Escritos sob o impacto da Segunda Guerra Mundial e da ditadura do Estado Novo no Brasil, os versos trazem grande carga “politizada” e a fé inabalável do poeta no ofício da escrita.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eClaro enigma\u003c\/em\u003e (136 páginas)\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eClaro enigma\u003c\/em\u003e (1951), os recursos da poesia moderna passam a conviver com formas fixas, entre elas os sonetos, e com esquemas de rimas e metros clássicos, como a redondilha, o decassílabo e o alexandrino. E, como a contradição dos termos no título do livro sugere, \u003cem\u003eClaro enigma\u003c\/em\u003e demonstra que a maturidade, longe de representar um ponto de vista fixo e seguro, recoloca em outro patamar as inquietações e angústias da juventude.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eVida e obra\u003c\/em\u003e (104 páginas)\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLivreto exclusivo do box reunindo um ensaio inédito de Tarso de Melo sobre as cinco obras essenciais e uma cronologia completa de vida e obra do poeta.\u003c\/p\u003e","brand":"Editora Record","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48798524408060,"sku":"9788501925862","price":279.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/4d94b521b4b55698fdde823420fc83f7.jpg?v=1778312552"},{"product_id":"sociedade-digital","title":"Sociedade digital","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eManuel Castells, um dos maiores cientistas sociais da atualidade, analisa como a tecnologia e a transformação digital reconfiguram as relações humanas, a economia global e o até mesmo o poder político. \u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003eEm\u003cem\u003e Sociedade digital \u003c\/em\u003eo renomado professor Manuel Castells se baseia em décadas de pesquisas acadêmicas e em análises empíricas rigorosas e atualizadas para examinar as consequências sociais, econômicas, culturais e políticas que a digitalização tem exercido sobre diversas áreas da vida.\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003eNesta obra, o autor investiga temas como comunicação em rede, vigilância estatal e privacidade, mercados financeiros, estrutura espacial das cidades, educação e o impacto das \u003cem\u003ebig techs\u003c\/em\u003e e das redes sociais na sociedade. Além disso, explora como a desinformação, as desigualdades e exclusões digitais e as novas tecnologias de guerra têm moldado a geopolítica contemporânea. E discute, ainda, temas extremamente atuais, como o papel da inteligência artificial, do trabalho remoto, das criptomoedas e do capitalismo de dados, destacando os dilemas éticos e regulatórios que se fazem presentes nesse cenário.\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003eNo contexto de sua teoria da sociedade em rede, Castells revela como a era digital constitui a base sociotecnológica da estrutura social do nosso tempo.\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003eCom a clareza e a profundidade que fazem de Manuel Castells uma referência mundial, \u003cem\u003eSociedade digital\u003c\/em\u003e é uma leitura instigante e enriquecedora para estudantes, pesquisadores e todos os interessados em compreender as mudanças estruturais do século xxi, oferecendo uma análise lúcida a respeito da sociedade em um mundo que se torna cada vez mais digitalizado.\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e“Manuel Castells (...) é um dos mais celebrados especialistas do impacto das modernas tecnologias em tempo de comunicação acelerada e informações falsas.” – \u003cem\u003eVeja\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e“Referência nos estudos sobre internet e mobilizações sociais.” — \u003cem\u003eValor econômico\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e“O sociólogo espanhol Manuel Castells é uma das maiores autoridades acadêmicas mundiais quando o assunto é o impacto das tecnologias da informação na sociedade.” – \u003cem\u003eGalileu\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\\n\u003cp\u003e“Um dos principais teóricos da comunicação.” – \u003cem\u003eO Globo\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Editora Record","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48804153524476,"sku":"9786555481679","price":89.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/3274fba79053c9df567af9975e774963.jpg?v=1778555560"},{"product_id":"filandras-1","title":"Filandras","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEm \u003cem\u003eFilandras\u003c\/em\u003e, Adpelia Prado reune 43 contos curtos que retratam a vida cotidiana simples de mulheres que aprendem a se mover, sonhar, desejar e sofrer no espaço íntimo da casa, entre as obrigações de todos os dias e anseios de uma vida inteira. Ao traçar vários retratos dessas mulheres, os contos se unem num contexto maior e formam um painel delicado e íntimo da existência feminina.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEster está deprimida por conta da menopausa; Calixtinha ficou grávida depois de namorar em segredo Otavianinho; uma sonhadora vê no casamento com moço da rede ferroviária “garantia de solidez e conforto”. Essas são algumas das personagens que aparecem nos contos de \u003cem\u003eFilandras\u003c\/em\u003e, publicado pela primeira vez em 2001, e que traz, em prosa, os temas mais preciosos para Adélia Prado: religião, amor, desejo, inocência, morte, tudo entrelaçado por fios delicados, como sugere o título, mas também muito passíveis de se estreitarem em nós fatais. É dessa trama que se cria o universo ficcional de Adélia Prado, a maior poeta brasileira hoje, capaz de transformar histórias cotidianas em grandes épicos. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSe a maioria dos grandes contistas brasileiros da segunda metade do século XX concentrou-se em narrar as mazelas vindas a reboque da urbanização das metrópoles, Adélia Prado vai em sentido contrário ao olhar para o interior, revelando grandes dramas no microcosmo da pequena cidade. Em sua escrita, o humano surge das miudezas. Dona Ceres, Olinda e Célia, personagens recorrentes na obra, andam de “ônibus de linha”, dão conselhos, receitam remédios caseiros e emprestam açúcar a quem bater palma na frente de seus portões. Há ainda o resgate de Dona Doida, personagem que faz referência à peça estrelada por Fernanda Montenegro nos anos 1980, aqui retratada como uma mulher humilde e cômica, levada ao hospital por conta do “istrés”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo plano estilístico, as histórias são tão notáveis pela contenção das coisas não ditas quanto pelo retrato vívido do cotidiano no interior. Numa “terra de donasmarias”, a visão católica manifesta-se na angústia metafísica da existência das personagens. Um mundo que, conforme bem define uma das narradoras do livro, é ao mesmo tempo “maravilhoso e imperfeito”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA tempo de comemorar os prêmios Camões e Machado de Assis (ABL), conquistados em 2024, e os 90 anos da autora, completados em dezembro de 2025, \u003cem\u003eFilandras \u003c\/em\u003echega aos leitores com capa nova criada pelo premiado designer Leonardo Iaccarino a partir da tela do artista plástico Pedro Meyer.\u003c\/p\u003e","brand":"Editora Record","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48804168761596,"sku":"9788501925213","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/418a3e1c7b622abdc98997700749371d.jpg?v=1778875728"},{"product_id":"meu-nome-e-francisca","title":"Meu nome é Francisca","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEm \u003cem\u003eMeu nome é Francisca: uma história de Chica da Silva\u003c\/em\u003e compreendemos as complexidades do poder, do dinheiro, da influência e, sobretudo, dos papéis sociais que levaram uma mulher negra à posição de poder incomum para os padrões de sua época.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eRevisitada por romances, peças de teatro, poemas e até mesmo pelo audiovisual, a vida de Francisca da Silva de Oliveira – mais conhecida por Chica da Silva –, agora é recontada pela premiada historiadora Mary Del Piore. Assim como nos perfis anteriores de Tarsila do Amaral, da imperatriz Leopoldina e da filha, Maria da Glória, neste livro a autora assume a narração em primeira pessoa, aliando sua vasta leitura crítica ao refinamento de seu estilo literário. O resultado é um texto primoroso, em que nos acercamos dos fatos históricos sem perder de vista as emoções que essa personagem icônica nos revela sobre o Brasil Colônia e seus desafios econômicos e morais.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMulher negra nascida escravizada, Chica da Silva foi alforriada e se tornou a mulher mais rica do Brasil. O amor foi o motivo de sua ascensão. Ela se apaixonou pelo seu senhorio e contratador de diamantes da região, João Fernandes de Oliveira, com o qual viveu uma relação amorosa intensa que marcou para sempre a história do Arraial do Tijuco, atual Diamantina, nas Minas Gerais. Seu casamento, contudo, nunca pôde ser oficializado, pois as leis racistas da época não permitiam a união entre um branco e uma negra. Vivendo em concubinato, Chica da Silva e João Fernandes tiveram treze filhos e dele herdou toda a fortuna.\u003c\/p\u003e","brand":"Editora Record","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48804172366076,"sku":"9786558472025","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/5b28001e0a1eef34fb773a10f0b396cd_d5a82394-a96d-4f81-86ad-cadb4841e0f0.jpg?v=1778874395"},{"product_id":"solte-os-cachorros-1","title":"Solte os cachorros","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEm sua estreia na prosa, Adélia Prado usou a mudança de gênero literário para se apresentar como uma narradora feroz, sem medo de impor-se como uma das prosas mais contundentes para retratar a vida das mulheres de sua geração. Quase 50 anos depois, o texto permanece absolutamente atual. \u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePrimeiro livro de Adélia Prado em prosa, lançado originalmente em 1979, \u003cem\u003eSolte os cachorros\u003c\/em\u003e mostra que, para a poeta, a poesia está em toda parte, derramando a mesma força da linguagem de seus primeiros livros numa prosa inventiva e madura. O salto da poeta na ficção não foi ao acaso. O domínio da linguagem deu à escritora mineira a segurança para forjar uma prosa bem urdida, em que a tríade temática que guiaria sua produção – sexo, Deus e morte – está “amarrada” a histórias em que a vida comezinha ganha contornos filosóficos, quando não épicos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA narrativa que dá nome ao livro apresenta uma mulher “na metade da vida”. Amparada pela experiência, ela fala, com alguma contundência, mas sempre com afeto, sobre o mundo ao redor e sobre como Deus se insere na franja dos dias. Assim, sua voz se alterna a cada novo assunto, podendo soar reflexiva, divertida, desesperada ou esperançosa. E, num exercício de concisão provavelmente vindo da poesia, Adélia flerta com o miniconto na segunda parte do livro, expondo a beleza coloquial da língua portuguesa em narrativas enxutas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eSolte os cachorros\u003c\/em\u003e é uma celebração de certa língua inventada por Adélia, e também do universo criado por ela para retratar a mulher de meia-idade, que, a despeito no mundo, não desistirá de desejar.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA tempo de comemorar os prêmios Camões e Machado de Assis (ABL), conquistados em 2024, e os 90 anos da autora, completados em dezembro de 2025, \u003cem\u003eSolte os cachorros \u003c\/em\u003echega aos leitores com capa nova criada pelo premiado designer Leonardo Iaccarino a partir da tela do artista plástico Pedro Meyer.\u003c\/p\u003e","brand":"Editora Record","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48804172497148,"sku":"9788501925176","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/a160df583aba2c785c514eb24446758e.jpg?v=1778876654"}],"url":"https:\/\/www.record.com.br\/collections\/ensino-media.oembed","provider":"Editora Record","version":"1.0","type":"link"}