{"title":"Fernando Molica","description":"","products":[{"product_id":"uma-selfie-com-lenin","title":"Uma selfie com Lenin","description":"Uma narrativa ficcional que descreve o vertiginoso declínio de determinados ideários políticos Uma selfie com Lenin, de Fernando Molica, pode ser lido como um carta de despedida, de amor ou de desculpas. Mas precisa ser lido até o final para que se descubra por que o protagonista escreve para a ex-namorada. Molica conta a trajetória conflitante de um jornalista que vê seus ideais de juventude serem corroídos pelo galopante avanço de uma estrutura política baseada na corrupção. Diante da ruína de suas convicções, o personagem narra com humor, e certa dose de melancolia, a história de sua vida profissional e dos rumos que trilhou. Uma selfie com Lenin faz, assim, um balanço das experiências compartilhadas pelo casal, que se misturam à história política recente do nosso país, marcada por escândalos de corrupção e pelas grandes manifestações que, nos meses anteriores à Copa do Mundo de 2014, levaram milhões de pessoas às ruas.","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159235444988,"sku":"9788501107022","price":49.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/7c4bd21c324438ec05b18fe3a706e086_1a8d79c6-d890-4b5d-a1de-deb506cab185.jpg?v=1778320106"},{"product_id":"o-homem-que-morreu-tres-vezes-uma-reportagem-sobre-o-chacal-brasileiro","title":"O homem que morreu três vezes: Uma reportagem sobre o Chacal Brasileiro","description":"O homem que morreu três vezes, de Fernando Molica, pode ser lido como um livro de aventuras. É a história de um personagem que não cabe em si mesmo e, a cada cem páginas, troca de pele, surpreendendo o leitor. Num primeiro momento ei-lo no papel de um jovem advogado gaúcho, ambicioso e inescrupuloso, que, gratuitamente, sai delatando desafetos como comunistas. No momento seguinte, já em São Paulo, ocorre exatamente o contrário. É ele quem está pendurado no pau-de-arara, acusado de subversivo. O mais impressionante é que, na tortura, o dedo-duro de ontem não delata ninguém. Sai da prisão quase como um herói. E ganha o mundo: Santiago, Paris, Argel, Beirute e etc. A partir daí, uma fantasia só não lhe basta. Precisa de duas. E, assim, veste-se de boa-vida internacional e perigoso terrorista. Enquanto viaja de primeira classe e come nos melhores restaurantes da Europa, fornece armas para os atentados comandados por Carlos, o Chacal, o homem mais buscado pelos serviços secretos nas décadas de 1970 e 1980. De repente, some do mapa. Anos mais tarde, aparece – ou desaparece? – sob novo nome numa pequena cidade italiana. Fim da linha? Fim da história? Façam suas apostas. O homem que morreu três vezes pode ser lido também como um fascinante mergulho numa época dramática. O Brasil gemia sob a ditadura militar, a Revolução parecia estar na ordem do dia e boa parte da juventude resolveu assaltar os céus. O desfecho do confronto é conhecido, e o livro não chega a trazer novidade nessa área. Mas tem um mérito: passa bem o clima daqueles anos – na fase da guerrilha improvisada, confiança, companheirismo e disposição de luta; na etapa da guerrilha liquidada, ao contrário, desmoralização, infiltrações e traição. O homem que morreu três vezes pode ser lido ainda como uma boa reportagem, como todos os ingredientes a que tem direito uma boa reportagem: ponto de partida instigante, trama desconcertante, personagem imprevisível, depoimentos impressionantes, lances inacreditáveis. E, atrás de tudo isso, um repórter persistente, que não larga o osso quando fareja uma história única que precisa ser contada por ele e merece ser conhecida por todos.","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159585865980,"sku":"9788501067159","price":64.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/8d093639e53356539bce16b2ab9ed140.jpg?v=1778325842"},{"product_id":"o-ponto-da-partida","title":"O ponto da partida","description":"Novo romance de Fernando Molica, O PONTO DA PARTIDA tem início com um repórter que chega ao Arpoador, madrugada alta, para apurar uma matéria sobre um corpo encontrado esquartejado na areia da praia. Mas o desenrolar da trama não poderia estar mais distante do gênero policial. Enquanto Ricardo Menezes espera a chegada do rabecão e apura sua matéria, coloca em xeque sua relação com a família, a profissão e a cidade.Jornalista consagrado, Molica afirma que o mote que dá partida ao romance saiu de um fato real que ele presenciou: “Ando muito pelo Rio, inclusive como jornalista — como repórter fui a um local, há uns dois anos, em que havia um corpo esquartejado. Isso me toca com jornalista e como cidadão, como autor. Tanto que a situação acabou servindo de mote para o livro.”A opção por um personagem jornalista foi prática. Segundo o autor, o importante era que o protagonista estivesse num momento de desencanto. “O Ricardo, o protagonista, poderia ser um médico decepcionado com os plantões marcados por vítimas de balas perdidas, ou um advogado frustrado com a profissão. Um sujeito cuja vida profissional estivesse muito ligada à pessoal. Mas ele virou jornalista por uma questão prática. Teria que pesquisar muito, conversar muito com profissionais de uma dessas áreas para conseguir criar um personagem minimamente convincente.”Fernando Molica aproveitará o lançamento de seu terceiro romance — é autor, ainda, do livro-reportagem O homem que morreu três vezes e do romance Bandeira negra, amor, ambos finalistas do Prêmio Jabuti —, para colocar no ar seu site pessoal, onde arquivará reportagens, resenhas e o blog que já mantém atualmente.","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47174878068988,"sku":"9788501081209","price":54.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/c494f5cc0bd605619dfe33ee9c4c11e3_02479b22-9a58-4636-b6f6-26096031eab3.jpg?v=1778325602"},{"product_id":"o-inventario-de-julio-reis","title":"O inventário de Julio Reis","description":"Compositor, maestro, pianista e crítico musical, Julio Reis nasceu em São Paulo, em 1863. Mas foi no Rio de Janeiro do início do século XX que compôs valsas, polcas, habaneras e tangos que o tornariam popular entre artistas e intelectuais da época. E abririam caminho para a publicação de livros de contos e de críticas, e para a realização de projetos musicais mais ambiciosos. Sinfonias e óperas, como Heliophar, parte da programação oficial do Centenário da Independência.Julio Reis deixou um acervo bem organizado — e extenso —, com partituras e muitos recortes de jornais. Mas pouco ainda se sabe sobre suas motivações e suas lutas. Agora seu bisneto, o jornalista Fernando Molica, recupera a trajetória deste que foi certamente um dos mais importantes nomes do cenário musical clássico brasileiro. Após três romances ambientados na contemporaneidade, o escritor volta ao Rio antigo para compor um rico panorama de uma época de grandes mudanças.O inventário de Julio Reis, no entanto, faz mais que resgatar o legado de um compositor ainda pouco conhecido. Com um pé na realidade, este romance disseca, também, o Rio de Janeiro capital da República. Onde se concentrava o que de melhor e mais importante havia na política, na academias, nas artes. O cenário musical vastíssimo, com companhias internacionais de ópera se revezando em espetáculos concorridíssimos.A Primeira Guerra, a Revolução Soviética, as conquistas científicas, essas e outras transformações fundamentais para a cidade e para Julio Reis desfilam pelas páginas, em meio a histórias controversas e pitorescas. A casa em Piedade, e a incongruência de um gênio clássico perdido no subúrbio, a ojeriza pelo que rompia com o convencional — como Debussy e Villa Lobos —, o amor pelos clássicos. A briga pela verba aprovada para a montagem de sua ópera Sóror Mariana. Que nunca saiu.  Aqui, Fernando Molica compõe, nota a nota, um arranjo de possibilidades. Uma hipótese de Julio Reis que ultrapassa a realidade, sem nunca a perder de vista.","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47175502987516,"sku":"9788501097842","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/e79f75269c8d0ceafdb990d73461ffca.jpg?v=1778312430"},{"product_id":"11-gols-de-placa","title":"11 gols de placa","description":"Organizado pelo jornalista Fernando Molica, 11 GOLS DE PLACA, terceiro volume da Coleção Jornalismo Investigativo, uma iniciativa da Editora Record e da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), traz uma seleção de grandes reportagens que ajudam a explicar muitas das mazelas do nosso futebol. Os textos escalados buscam dar um panorama do que ocorre nos bastidores e oferecem um painel desse esporte desde a década de 60, com as reportagens de João Máximo e de Michel Laurence, revelando a dificuldade em concretizar o sonho de virar craque neste dito ‘país do futebol’, que abrem o livro e funcionam como alicerce para os capítulos seguintes. A leitura das matérias transcritas no livro é uma jornada cheia de emoções e joga luz sobre problemas que se acumulam há muitas décadas. Uma escalação que mistura corrupção, pobreza, desemprego, falsificação de documentos, abuso de poder e exploração de menores. 11 GOLS DE PLACA é uma espécie de cartão amarelo para dirigentes e para todos aqueles que se aproveitam do futebol brasileiro.O futebol revela o que temos de melhor e de pior. Como lembra o jornalista Paulo Vinicius Coelho, que assina a orelha do livro, a editoria de esportes é um celeiro de grandes jornalistas, e engloba todo tipo de reportagem – a eleição de um clube ou a crise em um time podem gerar boas matérias sobre política ou economia, enquanto a lesão de um craque e uma entrevista com o médico da equipe resultam em interessantes pautas de saúde. O futebol brasileiro é pródigo, também, em matérias policiais. Nas páginas dos principais jornais do Brasil, nasceram as CPIs da Nike e da CBF, no começo da década de 2000. O mesmo país do futebol produziu três escândalos de arbitragem num período de oito anos, entre o ‘1-0-0’, de Alberto Dualib, em 1997, ao caso Edílson Pereira de Carvalho, em 2005. Este último caso, na pena de André Rizek, é um dos escolhidos neste trabalho brilhante de Fernando Molica.Como nos outros dois volumes da coleção – 10 Reportagens que abalaram a ditadura e 50 anos de crimes –, as reportagens são enriquecidas por relatos e comentários que detalham os bastidores da apuração, produzidos pelos jornalistas envolvidos na cobertura dos casos e em sua edição, como Marcos Penido e Juca Kfouri, entre outras feras do jornalismo esportivo. Esses textos de apoio contextualizam os fatos e contam como os profissionais conseguiram chegar a revelações importantes.Em 11 GOLS DE PLACA, não faltarão chances para vaias – para cartolas, empresários e juízes – e aplausos. Estes, principalmente, para os atletas que brilham nas redações.","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47176724349180,"sku":"9788501087621","price":64.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/b6baa2271c76c11ea93c0adb01ef77de.jpg?v=1778324567"}],"url":"https:\/\/www.record.com.br\/collections\/fernando-molica.oembed","provider":"Editora Record","version":"1.0","type":"link"}