{"title":"J.P. Cuenca","description":"\u003cp\u003eJ.P. Cuenca é autor, entre outros, de \u003cem\u003eCorpo presente\u003c\/em\u003e (2003), \u003cem\u003eO único final para uma história de amor é um acidente\u003c\/em\u003e (2013) e \u003cem\u003eDescobri que estava mort\u003c\/em\u003eo (2016), eleito o melhor romance do ano pelo Prêmio Literário Biblioteca Nacional e relacionado ao longa-metragem \u003cem\u003eA morte de J.P. Cuenca\u003c\/em\u003e (2016). Em 2007, foi selecionado pelo Festival de Hay um dos 39 jovens autores mais destacados da América Latina e em 2012 foi escolhido pela revista britânica Granta um dos vinte melhores romancistas brasileiros com menos de 40 anos. Seus livros já foram traduzidos para oito idiomas.\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"qualquer-lugar-menos-agora","title":"Qualquer lugar menos agora","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEm tempos de fronteiras fechadas e planos de viagem suspensos, \u003cem\u003eQualquer lugar menos agora\u003c\/em\u003e guia o leitor pelas mais peculiares vivências do autor em suas andanças pelo mundo e mata um pouco a saudade de estar lá fora. \u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e \u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCom uma escrita ágil e sedutora, Cuenca nos transporta para bares em Nova York e Tóquio, manifestações de rua em Paris e Istambul, pistas de dança em Cabo Verde e no Vietnã, karaokês em Bangkok e no Rio. Há também quadros em movimento — como o mototáxi em Mossoró, o trem noturno Paris-Milão, as caminhadas noturnas em Macau e Buenos Aires — e muitos encontros surreais e inesperados: com a raposa epifânica na madrugada em Berlim, com um fantasma em Portugal ou um mosteiro budista em Hong Kong. Por fim, junto com Cuenca passamos a conhecer de perto os corredores de exclusão: os palestinos em Gaza, os bolivianos subempregados em São Paulo, o insólito intercâmbio entre Porto Príncipe e Nova York, captado com maestria na crônica “As mãos que vêm do Haiti”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm todas essas viagens, encontramos a escrita romanesca e a observação sensível de João Paulo Cuenca. As marcas de sua obra ficcional continuam presentes a começar pelo “sujeito fora de lugar”, que é o desses registros de viagem, nos quais o autor afirma não escrever jamais sobre turismo, mas sobre viajar. A diferença? Viajar sempre esconde a esperança de uma revelação — e esse livro está cheio delas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Se cada viagem é feita de instantes, conte com Cuenca para registrar alguns deles com sensibilidade de quem busca vibrações inesperadas para descrever por onde passa, de uma pista de dança lenta em Cabo Verde a uma noite sem breu em Estocolmo.” – Zeca Camargo\u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47174848610556,"sku":"9786555872897","price":64.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}]},{"product_id":"o-dia-mastroianni","title":"O Dia Mastroianni","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eO Dia Mastroianni\u003c\/em\u003e\u003c\/strong\u003e\u003cstrong\u003e, de J.P. Cuenca, agora em nova edição pela Record, retrata, e ao mesmo tempo subverte, os clichês da geração de jovens dos anos 1990.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eO Dia Mastroianni\u003c\/em\u003e, de J.P. Cuenca, o mesmo autor do livro de crônicas \u003cem\u003eQualquer lugar menos agora\u003c\/em\u003e (Record, 2021), acompanhamos as 24 horas da aventura de Pedro Cassavas e Tomás Anselmo, que flanam pela cidade em encontros com mulheres e bebidas, marcando presença em festas para as quais não foram convidados e saboreando os privilégios e as angústias de sua condição existencial e social.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCuenca usa habilmente os artifícios da metalinguagem para criar uma narrativa questionadora de si mesma, que retrata os clichês de uma geração de jovens de classe média cheia de informações e pretensões artísticas, mas incapazes de criar algo original, e que teme os lugares-comuns, mas que não consegue se desvencilhar deles.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO jornalista e escritor Paulo Roberto Pires acrescenta, na orelha desta nova edição: “Na ficção contemporânea, \u003cem\u003eO Dia Mastroianni\u003c\/em\u003e tem lugar tão indefinido quanto sua trama. A léguas do que ainda hoje se espera de um Brasil supostamente profundo, é também um deboche com a literatura urbana e burguesa à qual o próprio Cuenca se vinculara em \u003cem\u003eCorpo presente\u003c\/em\u003e, seu livro de estreia.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Leve, engraçado e absurdamente cítrico. Um dos melhores livros da última década.” – Fabrício Carpinejar, \u003cem\u003eEstadão\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Enfim, o romance da não geração.” – Bolívar Torres, \u003cem\u003eJornal do Brasil\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Cuenca supera o desafio de escrever o sempre complicado segundo livro depois de uma estreia promissora.” – Adriano Schwartz, \u003cem\u003eFolha de S.Paulo\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47175915536636,"sku":"9786555874921","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/65e88b7c12d963b41248bf11c0026d2e.jpg?v=1778875016"}],"url":"https:\/\/www.record.com.br\/collections\/j-p-cuenca.oembed","provider":"Editora Record","version":"1.0","type":"link"}