{"title":"Jorge M. B. de Almeida","description":"Theodor Ludwig Wiesengrund-Adorno foi um filósofo, sociólogo, musicólogo e compositor alemão de descendência judaica. Nasceu em Frankfurt, em 1903, e emigrou para os Estados Unidos em função das perseguições nazistas.  Após o fim da Segunda Guerra, retornou à Alemanha e passou a fazer parte da Escola de Frankfurt, voltada aos estudos de pensamentos filosóficos e sociológicos e à pesquisa social, de cunho marxista. Pela Paz \u0026amp;; Terra, publicou Educação e emancipação.","products":[{"product_id":"industria-cultural-e-sociedade","title":"Indústria cultural e sociedade","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eReunião de ensaios de Adorno, \u003cem\u003eIndústria cultural e sociedade\u003c\/em\u003e retorna às livrarias com novo projeto gráfico.  “Um volume de Adorno é equivalente a toda uma estante de livros sobre literatura” – Susan Sontag\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAnalisar e compreender a organização e a manifestação da cultura dentro do desenvolvimento do capitalismo foi um dos motores de pensamento do alemão Theodor W. Adorno. E, sem dúvida, a extensão dessa elocubração que se detém ao ritmo industrial da produção cultural, sempre rápido, duro, pasteurizado e “sem alma”, segundo Adorno, é criticável em qualquer regime político, econômico e ideológico.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eUm dos principais nomes da Escola de Frankfurt – grupo responsável por uma série de leituras sociais e filosóficas de embasamento crítico –, Adorno, descendente de judeus, estudioso de Kant e amante das artes (em especial da música), foi obrigado a fugir da Alemanha durante a perseguição judaica e socialista. Durante o exílio nos Estados Unidos, seu interesse pelo imbricamento de técnica, cultura e consumo gerou a obra \u003cem\u003eDialética do esclarecimento\u003c\/em\u003e, escrita em conjunto com Max Horkheimer, na qual aparece pela primeira vez o conceito de indústria cultural.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO termo, utilizado como uma atualização da ideia de cultura de massa, remete às ideias de dominação, difusão e velocidade com o qual a cultura, o entretenimento e a diversão passam a ser tratados e oferecidos pelo capitalismo aos trabalhadores-consumidores, que, ao fim do dia, encontram apenas o sempre-igual, a eterna repetição do passado.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNesta nova edição de \u003cem\u003eIndústria cultural e sociedade\u003c\/em\u003e, leitores e leitoras encontrarão três importantes ensaios de Theodor Adorno escolhidos pelo professor da Universidade de São Paulo Jorge de Almeida. São eles: “Indústria cultural: o Iluminismo como mistificação das massas”, “Crítica cultural e sociedade” e “Tempo livre”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEscritos entre 1947 e 1969 – ano de morte do autor –, estes textos apresentam suas ideias centrais acerca do empobrecimento da experiência, da desvalorização do ócio e do desenvolvimento artístico. A partir da discussão sobre os principais meios de difusão de sua época – o rádio e o cinema –, Adorno abre portas que nos permitem compreender manifestações culturais, artísticas e de entretenimento dos séculos XX e XXI.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDiante destes ensaios clássicos da filosofia da comunicação e da estética, podemos conhecer e questionar as atuais implicações e imposições da ideologia e da técnica. Se até agora estivemos diante do sempre-igual, com este livro será possível refletir e modificar a pseudocultura da indústria cultural.\u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159198089468,"sku":"9786555480146","price":69.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/047b08215c3ccd68d6407f625a9c8733_3d5201ad-8d85-4dc9-b963-5b11a18b008b.jpg?v=1778641928"}],"url":"https:\/\/www.record.com.br\/collections\/jorge-m-b-de-almeida.oembed","provider":"Editora Record","version":"1.0","type":"link"}