{"title":"Lisa Appignanesi","description":"","products":[{"product_id":"tristes-loucas-e-mas","title":"Tristes, loucas e más","description":"Da depressão sofrida por Virginia Woolf e Sylvia Plath à angústia mental e aos vícios das belas Zelda Fitzgerald e Marilyn Monroe. De Théroigne de Méricourt, que desceu dos triunfos sangrentos da Revolução Francesa a uma intratável insanidade no asilo de La Salpêtrière, a Mary Lamb, irmã de Charles, que, na torturante agonia de um colapso nervoso, voltou-se contra a mãe com uma faca de cozinha.  Autora premiada do romance O homem da memória e coautora do ensaio As mulheres de Freud, Lisa Appignanesi retorna aos temas da mulher e da loucura, que sempre despertaram seu interesse, em um fascinante estudo que ajuda a desvendar o enigmático e muitas vezes perturbador papel da mulher na compreensão e no tratamento dos transtornos mentais. TRISTES, LOUCAS E MÁS é um livro com um alcance amplo e um objetivo ambicioso: olhar para a história do estudo da mente feminina nos últimos dois séculos. De Freud a Jung e os grandes avanços da psicanálise até a construção por Lacan de um movimento moderno e as terapias centradas na nova mulher. Afinal, a mente da mulher deve ser considerada diferente da de um homem? A premissa desde o início é clara: Lisa Appignanesi não enxerga as mulheres como inerentemente tristes, loucas ou más, mas questiona por que muitas desordens mentais – histeria, anorexia, personalidade múltipla, até depressão – são diagnosticadas com mais frequência entre mulheres do que entre os homens.   Ao investigar os motivos, a autora traz à vida uma série de mulheres excepcionais, símbolos de seu tempo, e seus médicos e terapeutas, e explora o fato de como elas nem sempre se beneficiaram dos tratamentos disponíveis. Debruçando-se sobre cartas, diários, artigos de escritoras feministas como Betty Friedan, psicólogos como Melanie Klein e psiquiatras, como R.D. Laing, Appiganesi narra a evolução do diagnóstico e do tratamento de doenças mentais em mulheres. Desde o início do século XIX, quando distúrbios mentais eram muitas vezes associados a possessões, até os dias de hoje, em que os manuais psiquiátricos oficiais listam cerca de 350 desordens mentais, a autora nos leva a uma fascinante viagem pela extraordinária e frágil mente humana. “Este livro agradável e bem pesquisado evita resposta fáceis.” – Times Literary Supplement “Fascinante e perturbador.” – The New York Times “Um estudo rigoroso e inteligente” Observer ","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159265034492,"sku":"9788501084255","price":119.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/4f4347558134af3d851e3362e4f0c945_f6af6074-022b-40ee-bac1-fdff4441a819.jpg?v=1778323585"},{"product_id":"as-mulheres-de-freud","title":"As mulheres de Freud","description":"Ao analisar um de seus sonhos em A interpretação dos sonhos, Freud se refere a Ela, de Rider Haggard, como “um livro estranho, mas repleto de sentido oculto”, onde o guia pela “estrada cheia de riscos, que leva a uma região ainda não descoberta” é uma mulher. Ela se torna, para Freud, alegoria de seu próprio livro dos sonhos, seu mapa da nobre e perigosa rota que leva à região inexplorada do inconsciente. As mulheres — parentes, amigas ou pacientes — seriam para ele bússolas, e muito mais, ao longo de sua vida. Em AS MULHERES DE FREUD, Lisa Appignanesi e John Forrester dissecam a importância e influência dessas mulheres na vida do pai da psicanálise. Mesmo após a morte de Freud, o fascínio por essas mulheres só aumentou: Sabina Spielrein foi tema de dois filmes e de uma peça escrita por Christopher Hampton. A princesa Marie Bonaparte, que com tanta naturalidade passou da corte ao divã, foi interpretada por Catherine Deneuve. Livros que abordam as primeiras histéricas continuam a ser produzidos, muitas vezes atacando Freud. AS MULHERES DE FREUD analisa as acusações de que Freud seria um misógino, um patriarca conservador que via como principal função das mulheres servir à reprodução da espécie. Os autores examinam, ainda, as mulheres-chave da família de Freud: a mãe, a noiva e esposa, as filhas. O Freud em questão é filho, amante, pai — e sonhador. Rastreiam o desenvolvimento da prática e das teorias de Freud por meio da colaboração com suas pacientes, expondo o Freud médico, desbravador, descobridor e, acima de tudo, ouvinte e narrador. Appignanesi e Forrester focalizam as mulheres distintas e singulares que se tornaram as primeiras analistas no círculo de um Freud amigo e mentor, e lembram de um Freud como teórico do feminino, o Freud da inveja do pênis e do “mítico” orgasmo vaginal. Os autores documentam, também, diversas ocasiões em que as amizades e os relacionamentos íntimos de Freud se entrelaçaram com a análise. AS MULHERES DE FREUD debate todas essas questões. A trajetória dessas mulheres, assim como a história de Freud, são permeadas com o ar estimulante do início do século passado. Algumas vezes, o que hoje parece ter sido feito com muita certeza e consciência do risco envolvido, foi na verdade produto da ingenuidade. Mas a aventura do moderno na qual elas embarcaram, com todos os sofrimentos e tumultos, foi o que virou de cabeça para baixo uma época prosaica e convencional. O nosso mundo é o resultado disso. Entender essas mulheres ajuda a questionar nossas próprias convicções.","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47175393280252,"sku":"9788501079701","price":134.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/a2db5d6f556cb12b383f174b8e11eb14.jpg?v=1778316996"}],"url":"https:\/\/www.record.com.br\/collections\/lisa-appignanesi.oembed","provider":"Editora Record","version":"1.0","type":"link"}