{"title":"Michael White","description":"","products":[{"product_id":"stephen-hawking-uma-vida-para-a-ciencia","title":"Stephen Hawking: Uma vida para a ciência","description":" Normal 0 21  false false false    MicrosoftInternetExplorer4     \/* Style Definitions *\/  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:\"Tabela normal\";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:\"\";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:\"Times New Roman\";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;}   Stephen Hawking é o cientista mais famoso de nosso tempo. Considerado uma espécie de Einstein contemporâneo por suas descobertas na física, encarna também o mito de um herói trágico por viver quase imóvel em uma cadeira de rodas e dependente de um sintetizador de voz em consequência da esclerose lateral amiotrófica. Esta doença se manifestou ainda na juventude, quando Hawking começou a surpreender os acadêmicos das universidades de Oxford e Cambridge consolidando pesquisas e teorias sobre buracos negros que começaram a revolucionar a cosmologia a partir da década de 1970. O escritor Michael White e o astrofísico John Gribbin esclarecem aqui de forma acessível as teorias de Hawking que envolvem as implicações entre espaço e tempo, matéria e energia, desenvolvendo temas como o Big Bang, o Big Crunch, a origem e a evolução do Universo e até viagens do tempo, do espaço e da matéria, propicia a descrição de passagens surpreendentes, como o encontro deste gênio com o papa João Paulo II, em uma reunião de cosmólogos convocados ao Vaticano, durante a Conferência de Roma, em 1981. Além das conquistas, Stephen Hawking: uma vida para a ciência traz um retrato dos bastidores da academia britânica, mostra as dificuldades e as lições da vida pessoal e familiar deste pop star ciência e sua militância política pelos direitos dos deficientes físicos, meio ambiente e causas sociais na Grã-Bretanha. Protagonista de uma proeza editorial, ele transformou em best seller mundial o livro Uma breve história do tempo, no qual mostrou a leigos aquilo que parecia incompreensível: tornar a física mais sedutora e um poucos menos complicada para muitos. “Hawking está na vanguarda do que sabemos sobre o cosmo”, afirmam os autores deste biografia vitoriosa na combinação de perfil pessoal com divulgação científica.","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47174509461756,"sku":"9788501069849","price":74.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/baf81a5457fc72eebf12a3da6541248c.jpg?v=1776894778"},{"product_id":"rivalidades-produtivas","title":"Rivalidades produtivas","description":"O sofrimento pode enobrecer o homem. Mas é a rivalidade que o impulsiona. Como Marlowe a Shakespeare, Da Vinci a Michelangelo e Salieri a Mozart, a competição funciona como uma alavanca para a evolução, um caldo primal de idéias em ebulição, esperando apenas um duelo para escolher seu modo de expressão. Em Rivalidades produtivas, Michael White, consultor do Discovery Channel e autor de Newton, aprendiz de feiticeiro e Leonardo, o primeiro cientista — também lançados pela Editora Record e frequentadores das listas de mais vendidos de vários veículos —, faz uma análise de oito conflitos intelectuais que marcaram a história da Ciência. E o progresso tecnológico.Newton x Leibniz; Lavoisier x Priestley; Darwin x Owen; Edison x Tesla; Heisenberg x Szilard; Crick e Watson x Pauling; EUA x URSS; Bill Gates x Larry Ellison. As disputas ganham dimensão através da narrativa ágil de White. Com um estilo próprio, o autor traz à vida os responsáveis pelas principais descobertas dos últimos séculos e seus respectivos rivais. Quando egos desse calibre se encontram, vingança pessoal e convicção científica se combinam. O resultado é mais explosivo do que muitas descobertas e o rancor torna-se ilimitado. White lembra, ainda, que às vezes a disputa científica não é domínio exclusivo de cientistas isolados e cita como exemplo a corrida entre aliados e alemães para a construção da bomba atômica.  Rivalidades produtivas mostra como, muitas vezes, a luta para ser o primeiro não é a chave de todas as discussões. Em alguns casos, o que parece ser um conflito profissional tem origem em animosidades não-ditas e razões secretas. Newton se sentia ameaçado pela simples presença de Leibniz, que trabalhava com igual engenhosidade nas áreas dominadas por Newton. Lavoisier e Priestley tinham visões religiosas e políticas distintas, assim como opiniões científicas fundamentalmente incompatíveis. O matemático inglês John Wallis combateu violentamente o filósofo e também matemático Thomas Hobbes não só porque discordava de suas teorias, mas porque, como cristão convicto, sentia-se compelido a invalidar noções ateístas do outro. As disputas apresentadas foram escolhidas por White com o intuito de cobrir o período que vai de Newton até os dias de hoje. A escolha foi feita para ilustrar as diferentes formas de rivalidade: pessoal, nacional e industrial. A rivalidade existe em todos os laboratórios, em qualquer época.","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47174820036860,"sku":"9788501062000","price":109.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/a89400ff71b1d65b61679a8d5304a9ea_0e6e223e-019a-4d48-ba4b-36b6aa8d919f.jpg?v=1776899254"}],"url":"https:\/\/www.record.com.br\/collections\/michael-white.oembed","provider":"Editora Record","version":"1.0","type":"link"}