{"title":"Moacir Assunção","description":"\u003cp\u003eMoacir Assunção é jornalista profissional desde 1990, com pós-graduação em Ciências Sociais. Especialista em história militar e dos movimentos sociais, colabora em diversas publicações com reportagens nestas áreas. Pesquisa o tema cangaço há dez anos e já publicou várias matérias sobre o assunto nas revistas \u003cem\u003eIstoÉ\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eJá\u003c\/em\u003e, \u003cem\u003eProblemas Brasileiros\u003c\/em\u003e e nos jornais \u003cem\u003eO Estado de S. Paulo\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eDiário Popular\u003c\/em\u003e (atual \u003cem\u003eDiário de S. Paulo\u003c\/em\u003e). Diretor de Cultura e Comunicação do Sindicato de jornalistas de São Paulo, o autor teve a oportunidade de percorrer boa parte dos locais por onde passaram Lampião e seu bando e entrevistar chefes e soldados de volantes, além de cangaceiros e descendentes.\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"nem-herois-nem-viloes","title":"Nem heróis, nem vilões","description":"A Guerra do Paraguai foi o maior e mais sangrento conflito da história brasileira. Também foi o maior da América Latina, perdendo em amplitude no continente apenas para a Guerra de Secessão americana. Ao opor os fundadores do Mercado Comum Sul-Americano — Brasil, Argentina e Uruguai — contra o Paraguai, então uma potência militar em busca de espaço na região, definiu as fronteiras do Prata.  Não há estatísticas confiáveis do número de mortos, mas estima-se que pelo menos 300 mil perderam ali suas vidas. Simbólica em todos os sentidos, polêmica, a guerra ganha agora um olhar inovador. Em Nem heróis, nem vilões , o jornalista Moacir Assunção traz dados novos à questão, e discute reflexos que perduram até os dias de hoje, trazendo dificuldades à consolidação do Mercosul.  Fruto de intensa pesquisa, o livro disseca, também, a participação dos EUA na guerra (em apoio ao Paraguai), o que fez com que o Brasil suspendesse por três vezes as relações diplomáticas com o país. Com entrevistas da bisneta de Solano López e intelectuais lopistas, a obra abre espaço para as difíceis relações entre líderes militares do Brasil como o Duque de Caxias e da aliada Argentina, como Bartolomeu Mitre.  Os bastidores de episódios importantes da guerra, como Curupaiti, a maior derrota aliada, que quase levou ao fim do conflito; as doenças que atingiram o país e mataram mais gente que os combates propriamente ditos. O autor ainda discute as conseqüências do conflito, as grandes vilanias da guerra e, pela primeira vez, os livros anti-Brasil lançados em vários países latinos e respondidos por autores brasileiros. Fartamente ilustrado, traz à luz personagens praticamente ausentes na historiografia tradicional: a primeira vítima do conflito, o governador da província de Mato Grosso, que morreu de fome no Paraguai, José Díaz e Caballero, os maiores generais do exército paraguaio, e o filho de Solano López, Enrique, que entrou com ações contra os governos brasileiro e argentino — a família contratou Ruy Barbosa como advogado — para tentar reaver terras que haviam pertencido a sua mãe. Nem heróis, nem vilões é um livro fundamental para se entender a dinâmica social, política e econômica do continente sulamericano.","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159466000636,"sku":"9788501087393","price":84.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/02fb5ea6ef71e87566f3bffad97242c9_520a7d5e-c09d-4ae1-865c-ff1e2b47a7a4.jpg?v=1778320782"},{"product_id":"sao-paulo-deve-ser-destruida-a-historia-do-bombardeio-a-capital-na-revolta-de-1924","title":"São Paulo deve ser destruída: a história do bombardeio à capital na revolta de 1924","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA história do bombardeio à capital na revolta de 1924.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste livro trata do bombardeio impiedoso da segunda maior cidade do país para conter o levante da antiga Força Pública de São Paulo. Os desdobramentos dessa revolta, iniciada em 5 de julho de 1924, foram dramáticos para a população civil. O governo do presidente Arthur Bernardes cercou a capital paulista com um anel de ferro e fogo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA artilharia pesada do Exército atirava de hora em hora contra fábricas e bairros proletários, na tentativa de jogar o povo e os operários contra as tropas amotinadas. Centenas de edificações foram destruídas ou gravemente danificadas pelos canhões enviados de trem, do Rio de Janeiro. As ruas se encheram de escombros. O socorro às vítimas foi extremamente penoso. Como os carros fúnebres não conseguiam circular em meio ao bombardeio inclemente, centenas de mortos foram enterrados em quintais, praças e jardins.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCerca de 300 mil pessoas abandonaram São Paulo, refugiando-se no interior. Moacir Assunção resgata os cenários do período e reconstitui a história de personagens que viveram de perto o drama do bombardeio, permitindo que a violência e a insânia contra o levante de 1924 não sejam sepultadas de vez pelo esquecimento. \u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159756587260,"sku":"9788501100115","price":99.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/08ad7f64a0520b5ed4fb73c49ecff07b_92fb2b46-7347-4529-b6c9-f2b5cac064e0.jpg?v=1778321084"}],"url":"https:\/\/www.record.com.br\/collections\/moacir-assuncao.oembed","provider":"Editora Record","version":"1.0","type":"link"}