{"title":"Nana Queiroz","description":".\u003cp\u003eNana Queiroz é uma paulista criada no coração de uma família paraibana, autora dos livros \u003cem\u003ePresos que menstruam\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eEu, travesti\u003c\/em\u003e, também pela Editora Record, e \u003cem\u003eVocê já é feminista: abra este livro e descubra o porquê\u003c\/em\u003e. É bacharel em Jornalismo pela USP, especialista em Relações Internacionais pela UNB e em direitos das mulheres por necessidade vital. Também é criadora do protesto #NãoMereçoSerEstuprada e fundadora da revista AzMina, referência em jornalismo feminista no Brasil. Em 2017, liderou a equipe premiada com o Troféu Mulher Imprensa de Melhor Projeto Jornalístico. É mãe do Jorge e do Vicente.\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"presos-que-menstruam","title":"Presos que menstruam","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA brutal vida das mulheres - tratadas como homens - nas prisões brasileiras.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eGrande reportagem sobre o cotidiano das prisões femininas no Brasil, um tabu neste país, Nana Queiroz alcança o que é esperado do futuro do jornalismo: ao ouvir e dar voz às presas (e às famílias delas), desde os episódios que as levaram à cadeia até o cotidiano no cárcere, a autora costura e ilumina o mais completo e ambicioso panorama da vida de uma presidiária brasileira. Um livro obrigatório à compreensão de que não se pode falar da miséria do sistema carcerário brasileiro sem incorporar e discutir sua porção invisível.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003ePresos que menstruam\u003c\/em\u003e, trabalho que inaugura mais um campo de investigação não idealizado sobre a feminilidade, é reportagem que cumpre o que promete desde a pancada do título: os nós da sociedade brasileira não deixarão de existir por simples ocultação - senão apenas com enfrentamento.\u003c\/p\u003e\n\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159267852540,"sku":"9788501103673","price":69.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/0ed31430cc69acd98b7f0473f783dde3.jpg?v=1778319019"},{"product_id":"os-meninos-sao-a-cura-do-machismo","title":"Os meninos são a cura do machismo","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEm \u003cem\u003eOs meninos são a cura do machismo, \u003c\/em\u003eNana Queiroz propõe que uma educação feminista amorosa é a vacina contra nossa pandemia patriarcal.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDepois de trabalhar ao longo de uma década combatendo o machismo, com foco nas mulheres, Nana Queiroz percebeu que, de certa forma, era como se estivesse secando gelo. As mulheres eram, sem dúvida, o remédio mais efetivo que conhecia contra o machismo, com seu grito e sua coragem para quebrar silêncios e conquistar direitos. Mas eram isso: antibiótico para uma infecção generalizada que resistia em retroceder. Eram o grito desesperado de um corpo social na UTI.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eComo mãe de um homenzinho, viu-se então diante da oportunidade de trabalhar na erradicação desse mal. Os meninos podem ser a cura do machismo. Uma educação feminista amorosa é a vacina contra nossa pandemia patriarcal. Porque ninguém nasce insensível, ninguém nasce agressor, ninguém nasce estuprador — isso é, na verdade, o que o machismo quer que a gente pense sobre os homens. Que existe alguma natureza perversa que os rebaixa e os leva a agir irracionalmente.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNana escolheu acreditar nos meninos: eles mudarão tudo — desde que a gente deixe de treiná-los para oprimir. \u003cem\u003eOs meninos são a cura do machismo\u003c\/em\u003e ensina como cultivarmos um antiexército de homens decentes que se atrevam a mudar o mundo para melhor.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“A metáfora que melhor descreve meu ponto de vista é a do hospedeiro consciente e o vírus. Uma pessoa doente não é culpada por contrair um vírus (ao menos, não na maioria dos casos), mas, se não busca tratamento disponível, é responsável pela deterioração da própria saúde e pela infecção daqueles com quem entra em contato. O machismo estrutural é o vírus dessa história. Os homens, o hospedeiro. Nós, a sociedade, somos os profissionais de saúde que têm de tornar o tratamento disponível. Podemos — e devemos — nos valer de medicamentos fortes como protestos, leis e punições. Mas também devemos trabalhar a prevenção, construindo uma educação que impeça que os meninos sejam seduzidos pelo torpor dessa febre.”\u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159329194236,"sku":"9786555873078","price":79.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/b323e1b9db738c32754fedb63e581ba6.jpg?v=1781755370"},{"product_id":"eu-travesti","title":"Eu, travesti","description":"\"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eEu, travesti\u003c\/em\u003e é a biografia da travesti e ativista Luísa Marilac, coescrita com Nana Queiroz, autora de \u003cem\u003ePresos que menstruam\u003c\/em\u003e.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLuísa Marilac nasceu em Minas Gerais e assumiu-se travesti aos 17 anos. Além dos tradicionais traumas associados à transição de gênero em uma família conservadora e de classe baixa, foi abusada sexualmente na infância, levou sete facadas aos 16 anos, foi vítima de tráfico sexual na Europa antes dos 20 anos, prostituiu-se, foi estuprada e presa mais de uma vez. Resiliente, reergueu-se, reinventou-se, viveu grandes amores e grandes decepções, acolheu travestis como filhas e amigas, perdeu tantas outras para as drogas, a aids, a brutal violência de gênero, a cafetinagem, e reconstruiu a vida mais de uma vez.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm Eu,\u003cem\u003e travesti\u003c\/em\u003e, Luísa Marilac relata episódios cômicos e trágicos, relações polêmicas e encontros que mudaram sua vida. Alçou-se à fama depois que viralizou no YouTube um vídeo seu com o bordão “E disseram que eu estava na pior”, mas logo descobriria que a celebridade instantânea não traz apenas coisas boas.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm um país onde muitas travestis têm a prostituição como único meio de ganhar a vida e não chegam a completar 40 anos, Luísa Marilac conta sua história, repleta de episódios de dor, traição e perda, mas também de superação, força e transformação de sofrimento em energia para lutar pela mudança do mundo para mulheres que nascem como ela - com um “pedaço de picanha entre as pernas”, como costuma brincar. Ativista das travestis, trabalha para combater o preconceito com humor e diálogo franco - seu canal no YouTube, principal forma de comunicação com seu público, possui mais de 80 mil inscritos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCom a premiada jornalista e autora Nana Queiroz, \u003cem\u003eEu, travesti\u003c\/em\u003e constrói um relato a quatro mãos, visceral e poético, sobre a trajetória de Marilac, dedicado “a todas as travestis que nunca viveram para contar suas histórias”.\u003c\/p\u003e\"","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159700947196,"sku":"9788501116253","price":69.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/e3f7fa80b469fcb294caa933440e08f6_7dd922ec-0f5f-4416-9017-67c6dd75eccc.jpg?v=1778312542"}],"url":"https:\/\/www.record.com.br\/collections\/nana-queiroz.oembed","provider":"Editora Record","version":"1.0","type":"link"}