{"title":"Taiane Santi Martins","description":"\u003cp\u003eTaiane Santi Martins nasceu em Vacaria, RS, em 1988. É doutora em Escrita Criativa pela PUCRS, formada em História pela FAED\/UDESC e em Letras pela UFSC. Tem poemas e contos em coletâneas e revistas. É editora da \u003cem\u003eTravessa em Três Tempos\u003c\/em\u003e, revista literária que fundou em 2010. \u003cem\u003eMikaia\u003c\/em\u003e é seu primeiro romance e foi parcialmente escrito na Ilha de Moçambique, onde residiu.\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"mikaia","title":"Mikaia","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eMikaia\u003c\/em\u003e foi vencedor do Prêmio Sesc de Literatura 2022 na categoria Romance.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eMikaia\u003c\/em\u003e, romance de estreia de Taiane Santi Martins e vencedor do Prêmio Sesc de Literatura de 2022, narra, através da busca de Mikaia, uma dançarina de balé que sofre uma amnésia repentina, a história de três gerações de mulheres que viveram e fugiram da guerra civil moçambicana. Narrado por múltiplas vozes, o livro joga com as diferentes maneiras de se lidar com um passado traumático, pois, enquanto Mikaia quer lembrar, sua irmã, Simi, quer esquecer e sua avó, Shaira, decide silenciar. O desenrolar da trama se dá no embate entre as tentativas de Mikaia em recuperar um passado que lhe foi roubado, os retalhos de memória que lhe voltam confusos, e a resistência de Simi em renunciar a uma infância inventada e cultivada por vinte anos às custas do esquecimento.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO livro transita por temas como o corpo, a dança e a violência contra a mulher, a guerra, a construção da memória e a identidade cultural, além de discutir o olhar do Brasil sobre a cultura moçambicana, já que Mikaia vive o dilema de se sentir brasileira ao mesmo tempo que precisa reaprender o que significa ser moçambicana. Nesse sentido, assim como a personagem central transita entre identidades e pertencimentos, deslocando-se entre os oceanos Índico e Atlântico, a construção de linguagem do romance também transita entre as variantes do português brasileiro e moçambicano – e sua língua materna, o emakhuwa, torna-se elemento central nesse movimento de resgate.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNo texto de orelha, Luciany Aparecida e Itamar Vieira Junior escrevem:\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Ao trazer como protagonistas mulheres negras que desejamos amar e escutar, o romance recria na dimensão literária histórias que nos foram tiradas por tempos de brutal invisibilidade. Se à primeira leitura \u003cem\u003eMikaia\u003c\/em\u003e parece apresentar uma história sobre silenciamentos, ao final se entende que este é um romance de fala e, portanto, uma história que deve ser ouvida. Que possamos parar e escutar \u003cem\u003eMikaia\u003c\/em\u003e, sentir com o corpo e o coração seus movimentos de esperança.”\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47159734337788,"sku":"9786555875614","price":69.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/9a9cd308f5a1d7cb1e681e39fac44fbc_070a9848-2dc4-4940-9cdb-7abf3722776c.jpg?v=1778310035"}],"url":"https:\/\/www.record.com.br\/collections\/taiane-santi-martins.oembed","provider":"Editora Record","version":"1.0","type":"link"}