Copa no Grupo Editorial Record: Brasil x Costa Rica

Dentro das quatro linhas, o Brasil não teve lá o resultado mais esperado por nós brasileiros, mas como já dizia o ditado: não desistimos nunca. Para continuar em clima de torcida, trouxemos mais uma leva pé quente de livros neste Brasil x Costa Rica. A bola vai rolar às 9h (horário de Brasília) desta sexta-feira e dá para correr na livraria logo depois da partida para reviver os melhores momentos contra os costarriquenhos.

Do lado da Costa Rica, o autor Martin W. Brock representa o país onde mora. No livro ‘O voo de sexta-feira’ Martin trata de uma investigação contra policiais corruptos na cidade de Munique, localizada na Alemanha Ocidental. A obra é de 2008 e levanta uma consistente discussão sobre corrupção policial em forma de drama e suspense. Vale a leitura!

Na mesma área de jogo, o renomado autor brasileiro Alberto Mussa narra o primeiro crime formalmente registrado na história do Rio de Janeiro no romance ‘A primeira história do mundo’. Com uma linguagem não muito convencional em narrativas policiais, a obra faz parte de uma série composta por cinco livros que se passam em séculos diferentes da história do Rio de Janeiro. O autor, premiado pela Casa de Las Américas, pela Biblioteca Nacional e pela Associação Paulista de Críticos de Arte é uma ótima opção para conhecer mais um pouquinho da história do Brasil e se deliciar com uma joia literária.

 

Saiba mais sobre os livros:

livro Costa Rica banner 02O VOO DE SEXTA-FEIRA

Martin W. Brock

Uma seqüência de ações fracassadas vem ridicularizando a polícia de Munique. A suspeita de corrupção leva o comissário e polícia a investigar seus próprios colegas. Quando extratos bancários de uma conta na Suíça são encontrados na gaveta do delegado Ricardo Bauer, oficial considerado exemplar, sua situação torna-se insustentável. Agora, Bauer vai correr contra o tempo para limpar seu nome.

 

A PRIMEIRA HISTÓRIA DO MUNDOlivro Brasil banner 02

Alberto Mussa

O romance baseia-se em parte da documentação de um caso real – o primeiro registro formal de um assassinato no Rio de Janeiro, de 1567, crime passional, história de adultério, que enredou, entre acusados e testemunhas, espantosos 15% da população [que não passava de 400] da cidade então – para tecer uma deliciosa trama policial, em que os mitos fundadores do Brasil, sobretudo os indígenas, associados à própria tradição do gênero literário policial, serão fundamentais para a solução do caso. A primeira história do mundo é, sem dúvida, o mais popular dos livros do autor.