{"title":"Mike Davis","description":"\u003cp\u003eMike Davis (Fontana\/Estados Unidos, 1946 – San Diego\/Estados Unidos, 2022) foi um pensador e ativista marxista, crítico do poder político e de classe. Tido por muitos como uma espécie de profeta, foi editor da revista \u003cem\u003eNew Left Review\u003c\/em\u003e e colaborador dos periódicos \u003cem\u003eLos Angeles Review of Books\u003c\/em\u003e e \u003cem\u003eSocialist Review\u003c\/em\u003e, entre outros. Sua análise original e a sua personalidade reluzente cruzaram estudos sobre urbanismo, economia política, teoria social e história dos Estados Unidos, revelando a devastação do capitalismo global nas pessoas e no planeta, com destaque para as organizações de resistência. É autor de \u003cem\u003eCidade de quartzo\u003c\/em\u003e (Boitempo) e \u003cem\u003eHolocaustos coloniais\u003c\/em\u003e (Veneta), entre outros.\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"cidades-mortas","title":"Cidades mortas","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eNova edição de \u003cem\u003eCidades mortas\u003c\/em\u003e reafirma a importância da crítica visionária de Mike Davis frente aos desafios das grandes cidades em conciliar desenvolvimento econômico com o convívio multicultural e as mudanças climáticas.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e \u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm 1907, ao descrever uma catástrofe de grandes proporções em plena ilha de Manhattan, em Nova York, H. G. Wells explorou uma cena típica de ficção científica: prédios em chamas, confusão nas ruas, pessoas desbaratinadas e um clima de tensão pela proximidade da morte. Essas imagens, resgatadas brilhantemente por Mike Davis na introdução deste \u003cem\u003eCidades mortas\u003c\/em\u003e, deixaram de pertencer apenas à mente criativa de um escritor. Quase cem anos depois, foi exatamente assim que ficaram as ruas de Manhattan com o atentado às Torres Gêmeas e o fim do excepcionalismo dos Estados Unidos. Wells não apenas escreveu um romance. Ele predisse o futuro.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO apelo à ficção como base da crítica política é indício de como Mike Davis demandou da imaginação para superar os limites estreitos do urbanismo. Ao explorar a sagacidade de artistas e a cosmovisão dos povos originários para questionar os rumos das cidades, Davis se destacou como observador atento dos anos 1990 e 2000, uma época em que o apogeu econômico trouxe a reboque uma crise de consciência nos Estados Unidos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eSe, por um lado, o autor se tornou célebre como crítico arguto do modelo de desenvolvimento urbano que não respeita a natureza e muito menos o bem-estar das pessoas, por outro, seu espírito marxista o impeliu à ação – desde a consideração dos novos modos de ativismo à lida com a repressão –, encorajando-nos, como sociedade, a tomar a frente na luta por igualdade no espaço urbano e pelo fim do ecocídio.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eCidades mortas\u003c\/em\u003e traz em seu conjunto pedaços dessa paisagem de destruição e soterramento que muitas vezes é celebrada como modelo de cidades bem desenvolvidas. Ao investigar a história de centros urbanos estadunidenses, principalmente no Oeste, como Salt Lake City, Los Angeles, Las Vegas, San Diego e São Francisco, Mike Davis emite um alerta. O fim do mundo está próximo. E não se trata de um sucesso de bilheteria.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEsta nova edição de \u003cem\u003eCidades mortas\u003c\/em\u003e conta com prefácio de Rebecca Solnit, autora de \u003cem\u003eOs homens explicam tudo para mim \u003c\/em\u003e(Cultrix), entre outros.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Vidas são finitas, mas a obra perdura. E os livros de Mike Davis serão sempre estudados, debatidos e postos a serviço do socialismo e da liberdade, do trabalho e da ecologia.” – Samuel Stein, \u003cem\u003eJacobin\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Davis resistiu à alcunha de ‘profeta do fim do mundo’ com o qual era confrontado de tempos em tempos. Ele estava mais para um profeta da compaixão, clamando por um retorno ao que considerava um espírito de solidariedade que pairou após a Grande Depressão.” – Neda Ulaby, \u003cem\u003eNPR\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Totvsrj-record-dc","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48516739760380,"sku":"9786555481419","price":129.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/8f95596d9559b1a919270bbc56868d14_1e66f189-4769-4b1c-97b2-c8e3b608a6d5.jpg?v=1778322695"},{"product_id":"o-monstro-bate-a-nossa-porta","title":"O monstro bate à nossa porta","description":"Especialista em teoria urbana e um dos mais respeitados intelectuais da atualidade, Mike Davis analisa o quão perto estamos do caos. Em O monstro bate à nossa porta, o autor alerta que o H5N1 está chegando próximo a uma mutação que permitirá o contágio de homem para homem e poderá matar até 100 milhões de pessoas em dois anos - duas de cada três pessoas infectadas morrerão. Davis reconstrói a história científica e política do desenvolvimento deste perigo biológico entrincheirado nos nichos ecológicos criados pelo agrocapitalismo global. Explica por que a essência dessa ameaça é o fato de ser uma gripe mutante, de virulência assombrosa.","brand":"Editora Record","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":48902261670140,"sku":"9788501075864","price":59.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0722\/9197\/5420\/files\/53fdf77631bc6c44e9101a62733773d9_d4c1ffd4-9f6f-4888-ae4d-4c6b056fcc0a.jpg?v=1778320068"}],"url":"https:\/\/www.record.com.br\/en\/collections\/mike-davis.oembed","provider":"Editora Record","version":"1.0","type":"link"}