Fantasia de Victoria Schwab, poesia, mistérios de Jo Nesbo e mais

24/05/2021 477 visualizações

A casa da dor, do Jo Nesbø

O quarto caso de Harry Hole o leva do frio de Oslo ao calor do nordeste brasileiro em uma caçada a um arqui-inimigo. Enquanto sua namorada está na Rússia tentando obter a guarda do filho, Harry aceita o convite de uma ex-namorada para jantar. Mas a situação sai do controle, e no dia seguinte Harry acorda com uma ressaca fenomenal, sem nenhuma lembrança dos eventos da noite anterior. E, assim que chega ao trabalho, o inspetor da polícia de Oslo descobre que a ex está morta. Ela foi brutalmente assassinada dentro da própria casa. Confuso, ele começa a desconfiar de si mesmo, e, para piorar a situação, passa a receber e-mails ameaçadores. Será que alguém está tentando incriminá-lo?

A cidade dos fantasmas, da Victoria Schwab

Cassidy Blake vive uma rotina simples e tranquila com seus pais no subúrbio. Sua vida é perfeitamente normal – exceto pelo fato de ela conseguir se mover, através do Véu, entre o mundo dos vivos e o do mortos e por ter como melhor amigo Jacob, um fantasma. Quando seus pais são convidados por uma emissora de televisão para apresentar um programa sobre os lugares mais assustadores do mundo, seu cotidiano vira de cabeça para baixo. Em pouco tempo, estão todos – Cassidy, seus pais, seu melhor amigo fantasma e Ceifador, seu gato – em direção à superassombrada Edimburgo, na Escócia. Lá, Cass se vê cercada, para onde quer que olhe, por fantasmas de todos os tipos, e, é claro, nem todos são gentis e amigáveis. Em meio às incertezas sobre como deve usar seu dom, Cassidy e Jacob se deparam com a Rapina Rubra, um espírito maligno e lendário que surge a cada inverno para assombrar a população local – principalmente as crianças. Cruzando a cidade e passando pelos pontos turísticos mais célebres da região, Cassidy e Jacob conhecem a fundo as fábulas, mitos e segredos da cidade, e precisam confrontar a história sangrenta e sobrenatural da capital escocesa.

Sol descalço, do Carlos Cardoso

Com poemas fortemente articulados entre si e de vocação minimalista, Sol descalço é uma reunião de poemas, que inclui textos do início da produção literária do autor, e mostra sua força no contraste entre a poética da depuração e do verso discursivo, alinhavando referências religiosas e sacrílegas para criar uma poesia do despojamento, transparente, descalça. Com apresentação de Italo Moriconi: “Sol descalço nos permite descortinar as fontes mais originárias da sensibilidade poética de Carlos. Se Melancolia evidenciava maturidade técnica e temática, composta por um corpo orgânico de poemas em torno do tema-título e das metáforas que o representavam (a principal sendo a figura da pedra), o presente volume é mais como um palimpsesto, em que podem ser discernidas camadas diferentes da evolução do poeta.

Clientividade – A arte de falar a linguagem do cliente, do César Souza 

Em nova edição, Clientividade traz uma nova capa e prefácio de Luiza Helena Trajano, para aprender a se conectar com o cliente na era digital. O o consultor César Souza, criador do Princípio da Clientividade®, explica em detalhes por que a razão de ser de qualquer negócio é o cliente e por que existe um enorme descompasso entre os desejos e expectativas dos clientes e o que as empresas entendem como tal, condicionando a forma inadequada de relacionamento entre ambos. Com base em sua larga experiência prática, o autor dá dicas de como superar esse verdadeiro calcanhar de aquiles do mundo dos negócios.

Antologia poética, do Pablo Neruda

Esta Antologia poética reúne poemas escritos por Pablo Neruda desde seu primeiro livro, Crepusculario (1923), até Las manos del día (1968), apresentando várias facetas do poeta, de temáticas amorosas a melancolias ou políticas. Também fica evidente sua relação com a natureza e o amor pela vida.

Traduzidos por Eliane Zagury, Antologia poética tem prefácio de Jorge Edwards, escritor, diplomata e amigo pessoal de Pablo Neruda, e breve cronologia da vida e da obra de Neruda, por Margarita Aguirre, escritora, crítica literária chilena e primeira biógrafa do poeta.

Médico das roupas, de Carpinejar

Médico das roupas conta a história de um menino solitário que descobre a sua vocação e passa a ser amado e reconhecido pela família e pelos amigos. Na história, Juliano não gosta de futebol, não gosta de redes sociais, não gosta de videogame, não gosta do que todo mundo de sua idade gosta. O que lhe encanta é a arte da linha e da costura. Seu grande desejo é fazer as próprias roupas e não depender mais do irmão para se vestir. Utilizando sua imaginação e talento, Juliano se torna médico das roupas, salvando peças mortas e descartadas com o seu desenho e com a sua criatividade.

 

Construir o inimigo e outros escritos ocasionais, do Umberto Eco 

Uma reunião de ensaios sobre arte e cultura, Construir o inimigo – e outros escritos ocasionais, reflete sobre a necessidade de ter — ou, se necessário, inventar — um inimigo. Umberto Eco aborda tópicos sobre os quais escreveu e palestrou em seus últimos anos: a ideia de que todo país precisa de um inimigo; discussões sobre temas que inspiraram seus primeiros romances, levando-nos, ao longo do processo, a explorar ilhas perdidas, reinos míticos e o mundo medieval; resenhas indignadas a respeitos de Ulisses, de James Joyce, e de jornalistas fascistas das décadas de 1930 e 1940; uma análise das noções de Santo Tomás de Aquino sobre a alma dos que ainda não nasceram; e muitos outros temas, como censura, violência e o WikiLeaks.

O poder do subconsciente, de Joseph Murphy

O poder do subconsciente já ajudou milhões de pessoas em todo o mundo a alcançar grandes objetivos apenas mudando a maneira de pensar. Nesta nova edição, em capa dura e com conteúdo inédito, Murphy traz técnicas para desenvolver todo o potencial da mente, superar as adversidades, alcançar objetivos e mudar situações aparentemente irreversíveis.  Quando a mente pensa corretamente, quando você compreende a verdade, quando os pensamentos depositados em seu subconsciente são construtivos, harmoniosos e pacíficos, o poder mágico do seu subconsciente responderá com situações harmoniosas, circunstâncias agradáveis, tudo o que há de melhor. Quando você começa a controlar seus processos de pensamento, pode aplicar os poderes do subconsciente a qualquer problema ou dificuldade.

Como falar sobre cinema – Um guia para apreciar a sétima arte, da Ann Hornaday

Em um guia completo como sobre a sétima arte, Como falar sobre cinema, a crítica de cinema do The Washington Post e indicada ao Pulitzer de melhor crítica Ann Hornaday nos conduz pelos aspectos da produção de um filme – do roteiro e elenco à edição de som – e explica como avaliar cada etapa do processo. Como saber se um filme foi bem escrito, para além de diálogos rápidos? O que constitui uma ótima atuação? O que torna uma fotografia, edição e edição de som notáveis? E o que realmente faz um diretor? A autora nos oferece essas respostas e nos mostra como a experiência de assistir a um filme pode ser muito mais rica do que imaginávamos.

 

Cartas a Cristina – Reflexões sobre minha vida e minha práxis, de Paulo Freire e Ana Maria Araújo Freire

Em Cartas a Cristina, Paulo Freire volta-se para o mais profundo de seu ser com a intenção de analisar crítica e filosoficamente sua própria vida, suas ações, seus sentimentos, suas frustrações e tristezas. Quando vivia no exílio, em Genebra, recebeu cartas de uma sobrinha pedindo que lhe contasse como tinha se tornado um educador famoso. Ela, Cristina, começava os estudos universitários e lendo os livros de Paulo Freire queria unir o tio amoroso de sua infância com o arguto filósofo que lutava contra as relações opressoras que caracterizavam as sociedades. O tio lhe prometera algumas cartas, que, na realidade, diante da vida atribulada de viagens e trabalhos no Conselho Mundial das Igrejas, jamais foram escritas. Somente mais de uma década depois, após 1988, já vivendo no Brasil, a promessa nunca esquecida começou a tomar corpo num livro, este livro, que alcançaria não somente a sobrinha, mas todos os leitores interessados nos seus afetos e realizações.

Educar com a mídia, de Paulo Freire e Sérgio Paulo Guimarães

Educar com a mídia trata da relação entre o ensino nas escolas e a importância dos meios de comunicação de massa entre os jovens. Na obra, Paulo Freire e Sérgio Guimarães dialogam sobre as possibilidade que as novas mídias oferecem a professores e professoras em sala de aula. Também defendem seu uso em termos de uma política educacional que possibilite a estudantes o espírito crítico fundamental para a formação da cidadania, o respeito à diversidade e o exercício da política.
A presente edição conta ainda com prefácio inédito do professor e autor premiado Luiz Antonio Simas.

Ação cultural para a liberdade e outros escritos, do Paulo Freire 

Em Ação cultural para a liberdade e outros escritos, uma compilação de textos redigidos entre 1968 e 1974, Paulo Freire mostra por que, num período tão mecanicista, a verdadeira pedagogia é aquela que olha a todo momento para a expressividade do aluno, para o exercício de sua compreensão crítica da sociedade, e não para a sua acomodação.
No método freireano, ao conhecer o sentido profundo da palavra e buscar assimilar o mundo através de novas expressões, o aluno se torna capaz de transformar o que está ao seu redor e fazer cultura sabendo a extensão de seus atos. Um verdadeiro maneira de contribuir para o processo libertador do homem.

A condição pós-moderna, de Jean-François Lyotard

Passados praticamente quarenta anos desde seu lançamento, A condição pós-moderna mantém seu poder esclarecedor ao traçar de maneira extremamente nítida e sucinta um panorama das transformações mais profundas que afetam a cultura ocidental no fim do século XX. A obra mais conhecida de Jean-François Lyotard, expõe, de maneira basicamente descritiva, os pressupostos objetivos que permitiam falar de uma transformação radical na maneira como o saber é produzido, distribuído e principalmente legitimado.