Grupo Editorial Record na Flip: Parceria entre editora Record e Sesc completa 15 anos de sucesso e talentos revelados

23/07/2018 14 visualizações

A ideia era ambiciosa: identificar novos talentos em língua portuguesa e ajudá-los na difícil tarefa de publicar o primeiro livro. Quinze anos depois, com o apoio da Record, o Prêmio Sesc revelou uma geração de novos autores, entre eles Luisa Geisler e Wesley Peres.

Para comemorar a parceria, e, de quebra, os 75 anos do Grupo Editorial Record, a festa será na Festa Literária Internacional de Paraty, no sábado, dia 28 de julho, a partir das 20h, no Sesc Santa Rita, com a presença dos vencedores da edição de 2018 — Juliana Leite e Tobias Carvalho — e de Carlos Andreazza, editor-executivo do Grupo e responsável pelos lançamentos de literatura nacional.

Corroborado por outras e prestigiadas premiações literárias, como Jabuti, Prêmio São Paulo de Literarura, APCA, O Prêmio Sesc já se tornou um selo de garantia de boa literatura e um instrumento de renovação do panorama literário nacional. Confira abaixo os vencedores de cada edição.

 

A primeira edição do Prêmio SESC de Literatura revelou o romance Santo Reis da Luz Divina, do paranaense Marco Aurélio Cremasco. O romance ficou entre os finalistas que concorreram ao Prêmio Jabuti.

Em 2005, venceu o romance As Netas da Ema, da paulistana Eugenia Zerbini, obra indicada ao Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira.

Em 2006, foram eleitas as obras A Secretária de Borges, de Lúcia Bettencourt e Hoje está um dia morto, de André de Leones, respectivamente nas categorias conto e romance.

Em 2007, foi a vez de Casa entre vértebras, romance de Wesley Peres, de Goiás, também indicado ao Portugal Telecom e finalista do Prêmio São Paulo; e Correio Litorâneo, coletânea de contos de Nereu Afonso da Silva.

Em 2008, o romance Zé, Mizé, camarada André, de Sérgio Guimarães e o livro de contos Beijando dentes, de Maurício de Almeida, dividiram holofotes.

Em 2009, os vencedores foram Marcio Ribeiro Leite, com o romance O momento mágico, e Sergio Leo, com os contos de Mentiras do Rio.

Em 2010, venceram Cavala, livro de contos de Sérgio Tavares, e o romance Prosa de papagaio, de Gabriela Guimarães Guazzinelli, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura na categoria autor estreante.

2011 revelou o talento de Luisa Geisler com o livro Contos de mentira, também finalista do Jabuti. Na categoria romance o vencedor foi Arthur Martins Cecim, com Habeas asas, sertão do céu.

Em 2012, Luisa Geisler ganhou mais uma vez, dessa vez com o romance Quiçá, também publicado na Espanha e finalista dos prêmios Jabuti, Machado de Assis e São Paulo de Literatura. Na categoria contos, o vencedor foi Rafael Gallo, com Réveillon e outros dias, finalista do Prêmio Jabuti e um dos selecionados para a Machado de Assis Magazine, sendo publicado em tradução para o espanhol.

Na edição de 2013, Marcos Peres e seu O evangelho segundo Hitler venceram na categoria romance; e João Paulo Vereza conquistou o prêmio de melhor livro de contos com Noveletas.

Em 2014, o romance de Débora Serra, Enquanto Deus não está olhando, e o livro de contos Parafilias, de Alexandre Marques Rodrigues, foram os agraciados.

Em 2015, foi a vez de Antes que seque, livro de contos de Marta Barcellos, e do romance Desterro, de Sheyla Smanioto.

Em 2016, Receita para se fazer um monstro, de Mário Rodrigues, venceu na categoria contos. O livro ainda inspirou a peça “André ou A receita para se fazer um monstro”. Em romance, o vencedor foi Franklin Carvalho, com Céus e Terra.

Em 2017, os ganhadores foram José Almeida Júnior, com o romance Última hora, e João Meirelles Filho, com o livro de contos O abridor de letras.

Em 2018, Juliana Leite venceu com o romance Entre as mãos. Na categoria contos, Tobias Carvalho foi o escolhido com o livro As coisas

 

Prêmio Sesc 2018

Sábado, 28 de julho | 20h | Rua Dona Geralda 320; Largo de Santa Rita – Centro Histórico