Nova série de Sarah J. Maass, Enola Holmes, romance LGBT e mais

24/09/2020 106 visualizações

Casa de terra e sangue, de Sarah J. Maas

Autora #1 do New York Times, Sarah J. Maas, lança nova série: Cidade da Lua Crescente. Neste primeiro volume, Casa de terra e sangue (Galera, R$ 69,90, 896 págs), conhecemos a história da semifeérica Bryce Quinlan, que tinha a vida perfeita – trabalhava duro o dia todo e festejava noite adentro -, até que um demônio assassina alguns de seus melhores amigos, deixando-a destruída e mudando sua vida para sempre. Hunt Athalar é um notório anjo caído, agora escravizado pelos arcanjos que um dia tentou derrubar. Suas habilidades brutais e força incrível foram definidas para alcançar um único objetivo: assassinar os inimigos do seu chefe. Mas com um demônio causando estragos na cidade, ele ofereceu um acordo irresistível: ajudar Bryce a encontrar o assassino, e sua liberdade estará ao seu alcance. Enquanto eles se aprofundam nas entranhas da Cidade da Lua Crescente, eles descobrem um poder sombrio que ameaça tudo e todos que amam, e encontram um no outro uma paixão ardente – que teria o poder de libertar os dois, se eles apenas a aceitassem.

Enola Holmes: O caso do marquês desaparecido, de Nancy Springer

O livro que inspirou o filme da Netflix, Enola Holmes: O caso do marquês desaparecido (Verus Editora, R$ 34,90, 176 págs) é protagonizada por Enola Holmes, a irmã do famoso detetive Sherlock Holmes. No dia de seu aniversário de catorze anos a jovem descobre que sua mãe desapareceu. Então, ela embarca em uma viagem a Londres em busca de pistas que indiquem o paradeiro da mãe. Mas nada poderia preparar Enola para o que a espera na cidade grande. Ao chegar, ela se vê envolvida no sequestro de um jovem marquês, é obrigada a fugir de vilões assassinos e, ainda, tentar se esquivar de seus astutos irmãos mais velhos — tudo isso enquanto reúne pistas sobre o estranho desaparecimento de sua mãe. Porém, nessa busca por sua mãe, ela conta com aliado muito importante: um caderno de mensagens cifradas deixado pela mãe.

Querido ex, de Juan Jullian

A única coisa pior e mais desastrosa do que levar um pé na bunda, é levar um pé na bunda e ver seu ex se tornar a maior subcelebridade do Brasil. Não só isso, mas assistir em tempo real enquanto ele se apaixona por outro cara em TV nacional. Poucas palavras conseguem expressar esse nível de decepção amorosa. Nem mesmo Taylor Swift seria capaz de entender. Mas é justamente a tentativa de colocar a dor em palavras, reunidas em cartas para o maldito ex, que faz com que nosso protagonista repense algumas coisas. Além de abordar de forma sensível, irônica e crua as diferentes nuances de um relacionamento abusivo, Querido ex (Ed. Galera Record, R$ 34,90, 176 págs) também traz questionamentos sobre os preconceitos sociais que jovens negros e gays estão sujeitos em nossa sociedade. Publicado originalmente de forma independente, o livro vendeu mais de 20 mil exemplares e ficou mais de 100 dias seguidos no 1° lugar dos mais vendidos na categoria LGBT da Amazon.

A vida é curta, que seja ótima!, de Dale Carnegie

Em A vida é curta, que seja ótima! (Ed. BestSeller, R$ 39,90, 224 págs), o leitor aprende a lidar com dificuldades, estresse e conflitos enfrentados no dia a dia e também a perceber e valorizar o que é realmente importante e gratificante na vida. Através dos princípios estabelecidos por Dale Carnegie é possível reprogramar o mindset, além de ser capaz de planejar a maneira de agir de acordo com a variedade de situações que encontra na vida e aprender a diagnosticar os pontos fortes e fracos, aprimorarando os primeiros e superarando os segundos. Além disso o leitor aprenderá a equilibrar as principais áreas da vida: pessoal, familiar, profissional, atividades sociais; minimizar o estresse e a preocupação; omo desenvolver um estilo de vida que priorize a saúde; se tornar uma pessoa mais carismática; lidar com pessoas difíceis e  a controlar suas emoções.

Pequena história da República, de Graciliano Ramos 

Clássica crônica histórica de Graciliano Ramos ganha nova edição. A Pequena história da República (Ed. Record, R$ 39,90, 240 págs) foi pensada originalmente para o concurso promovido pela revista Diretrizes, em 1939, cujo objetivo era a premiação de um texto que contasse, para crianças, a história de nossa República, em comemoração aos 50 anos de sua proclamação. O texto, que não chegou a ser inscrito no concurso, viria a ser publicado em Alexandre e outros heróis.  Abordando a queda do Império e a evolução da chamada República Velha, a obra é uma espécie de crônica histórica. O tom irreverente, acentuado na primeira parte, é muito semelhante ao do famoso relatório do prefeito de Palmeira dos Índios, dirigido ao governador do estado, que iria possibilitar a descoberta, pelo editor Augusto Frederico Schmidt, do escritor Graciliano Ramos.

O lobo da estepe, de Hermann Hesse 

O lobo da estepe (Ed. Record, R$ 59,90, 252 págs) conta a história de Harry Haller, um homem de 50 anos que acredita que sua integridade depende da vida solitária que leva em meio às palavras de Goethe e às partituras de Mozart; um intelectual tentando equilibrar-se à beira do abismo dos problemas sociais e individuais, ante os quais sua personalidade se torna cada vez mais ambivalente e, por fim, estilhaçada. A primeira parte do livro é o pesadelo do lobo Haller, sua depressão e sua incapacidade de se comunicar que está na base da crueldade e da destruição. Na segunda, o lobo se humaniza, através da entrada em cena de Hermínia, que tenta reaproximá-lo do mundo, no caso uma comunidade simplória, com salas de baile poeirentas e bares pobres. O livro foi escrito quando Hesse tinha 50 anos, como seu personagem, e estava profundamente influenciado pela psicanálise. O estilo adotado, altamente revolucionário para a época, foi elogiado por Thomas Mann, para quem, como novela experimental, O lobo da estepe era tão genial quanto Ulisses, de James Joyce.

Corrupção Mortal, de Nora Roberts 

Em Corrupção Mortal (Ed. Bertrand Brasil, R$ 54,90, 434 págs), o 32º volume da série policial mais bem-sucedida do mundo, a tenente Eve Dallas persegue de forma incansável todos os que violam a lei — em especial os que juraram defendê-la. Ela e sua parceira, a detetive Peabody, desvendam um crime brutal e sem sentido. Um idoso dono de uma loja de conveniência é morto por três clientes drogados. Pela primeira vez em sua carreira, Peabody se torna a investigadora principal de um caso e precisa se habituar ao novo grau de autoridade e responsabilidade. Para sua sorte, aprendeu os truques do ofício com Eve Dallas, a melhor instrutora que uma policial poderia ter. Depois de encerrar o caso, Peabody se depara com uma situação muito mais perigosa: seus dois colegas policiais são corruptos e estão envolvidos em um caso de assassinato. Embora Peabody tenha recebido um bom treinamento de Eve, uma situação como essa é perigosa demais para desvendar sozinha. Agora Peabody, Eve e seu marido, Roarke, precisam conseguir evidências concretas para condenar os criminosos.

Pedagogia da tolerância, Paulo Freire 

Pedagogia da tolerância (Ed. Paz & Terra, R$ 59,90, 400 págs) é uma reunião de textos de Paulo Freire, organizada e anotada por Ana Maria Araújo Freire. Inclui análises e reflexões do Patrono da Educação Brasileira sobre diferentes temas: os “nacionais”, como ele nomeava os indígenas brasileiros; a africanidade, que inclui uma conferência sobre Amílcar Cabral; a ação cultural e cidadania; o ensino/aprendizagem; alguns discursos pronunciados; cartas cheias de sabedoria e humor; além de testemunhos e depoimentos de sua vida. O prefácio é da educadora Lisete R. G. Arelaro, que foi braço direito de Paulo Freire na Secretaria de Educação da cidade de São Paulo. Ao longo de sua história, Paulo Freire recebeu mais de cem títulos de doutor honoris causa, de diversas universidades nacionais e estrangeiras, além de inúmeros prêmios, como Educação para a Paz, da Unesco, e Ordem do Mérito Cultural, do governo brasileiro. Integra o International Adult and Continuing Education Hall of Fame e o Reading Hall of Fame.