Novo de Cuenca tem pré-venda exclusiva em livrarias de rua

26/07/2021 322 visualizações

O novo livro de João Paulo Cuenca está em pré-venda com exclusividade em livrarias de rua e independentes. Qualquer lugar menos agora, crônicas de viagem para tempos de quarentena reúne textos sobre as visitas do autor a destinos que vão de Tóquio ao Haiti, passando por Cabo Verde, Berlim, Paris e Nova York. O livro com o autógrafo de Cuenca poderá ser adquirido diretamente nas lojas e nos canais digitais de estabelecimentos do Rio, de São Paulo, Porto Alegre e Recife.

Confira a lista abaixo. (Outros endereços serão adicionados ao longo da pré-venda)

Casa da Árvore | Escariz | Leonardo da Vinci | Livraria da Vila Multicampi (LDM)Travessa

Qualquer lugar menos agora, crônicas de viagem para tempos de quarentena é o primeiro livro de Cuenca pela Editora Record, que contratou outras duas obras do autor, incluindo um romance autobiográfico sobre a perseguição jurídica promovida pela Igreja Universal, em função de um tuíte de Cuenca.

 

UM LIVRO PARA VIAJANTES, E NÃO PARA TURISTAS

Em todas as viagens descritas em Qualquer lugar menos agora, crônicas de viagem para tempos de quarentena, o leitor vai se deparar com a escrita romanesca e a observação sensível de João Paulo Cuenca. As marcas de sua obra ficcional continuam presentes a começar pelo “sujeito fora de lugar”, que é o desses registros de viagem, nos quais o autor afirma não escrever jamais sobre turismo, mas sobre viajar. A diferença? Viajar sempre esconde a esperança de uma revelação — e esse livro está cheio delas.

O livro traz em sua contracapa depoimentos de Flora Sussekind, de Gaía Passarelli e Zeca Camargo. “Se cada viagem é feita de instantes, conte com Cuenca para registrar alguns deles com sensibilidade de quem busca vibrações inesperadas para descrever por onde passa, de uma pista de dança lenta em Cabo Verde a uma noite sem breu em Estocolmo”, elogia Zeca Camargo.

Com uma escrita ágil e sedutora, Cuenca nos transporta para bares em Nova York e Tóquio, manifestações de rua em Paris e Istambul, pistas de dança em Cabo Verde e no Vietnã, karaokês em Bangkok e no Rio. Há também quadros em movimento — como o mototáxi em Mossoró, o trem noturno Paris-Milão, as caminhadas noturnas em Macau e Buenos Aires — e muitos encontros surreais e inesperados: com a raposa epifânica na madrugada em Berlim, com um fantasma em Portugal ou um mosteiro budista em Hong Kong.

Por fim, junto com Cuenca passamos a conhecer de perto os corredores de exclusão: os palestinos em Gaza, os bolivianos subempregados em São Paulo, o insólito intercâmbio entre Porto Príncipe e Nova York, captado com maestria na crônica “As mãos que vêm do Haiti”.