Paz & Terra lança edição especial de Pedagogia da Autonomia

20/08/2021 326 visualizações

Patrono da Educação Brasileira completaria 100 anos no dia 19 de setembro. O Centenário de Paulo Freire é um marco que faz ressurgir no país a urgência de se discutir uma educação inclusiva, acessível e não opressora. Para celebrar o seu legado, a Editora Paz & Terra, que publica a obra do educador brasileiro, prepara uma série de eventos virtuais e lança projetos especiais para valorizar a obra deste que é o intelectual brasileiro mais citado em estudos acadêmicos em todo o mundo. Ainda este ano, a Paz & Terra lançará vinte e seis títulos, entre inéditos, edições comemorativas e reedições com novo projeto gráfico reunidas em boxes temáticos.

Além de colocar à disposição dos leitores a obra completa de Paulo Freire em seu centenário, a Paz & Terra realizará uma série de eventos virtuais gratuitos e convida a comunidade acadêmica a se engajar numa celebração à altura do homenageado. Para isso, entra no ar um portal colaborativo criado para reunir imagens, criações artísticas e todo tipo de homenagem ao Patrono da Educação Brasileira.

Confira a agenda de lives com grandes pensadores influenciados pela obra de Freire.

LIVES COM CORTELLA, DÉBORA DINIZ, SIMAS, FLAVIO DINO, NITA FREIRE E OUTROS

31/08, às 18h
Nita Freire, Alipio Casali, Donaldo Macedo, Marcio Campos
Mediação: Cintia Barreto
A palavra boniteza na leitura de mundo de Paulo Freire

08/09, às 18h
Sonia Couto e Clecio Bunzen
Mediação: Georgina Martins
Conheça para multiplicar: Palestra da “Pedagogia Freireana”

14/09, às 18h
Nita Freire e Mario Sérgio Cortella
Mediação: Livia Vianna
Os ensinos de Paulo Freire pelo mundo: uma visão sobre o alcance do trabalho de Paulo Freire e como alcançou diversos países

17/09, às 18h
Flavio Dino e Luis Antonio Simas
Mediação: Livia Vianna
A liberdade, a verdade e a autenticidade dos sujeitos: uma conversa sobre Pedagogia da Autonomia

18/09, às 17h
Amara Moira e Debora Diniz
Mediação: Livia Vianna
Roda de Conversa: por que a Pedagogia do Oprimido segue fundamental?