O homem que calculava

O homem que calculava

Autor: Malba Tahan
Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9786555875911
Sinopse

O livro sobre Matemática que ensina e encanta há várias gerações, com nova capa e prefácio de Mamede Jarouche.

 

No célebre O homem que calculava, Malba Tahan (pseudônimo do professor Júlio César de Mello e Souza) relata as incríveis aventuras de um genial calculista persa, Beremiz Samir, cujas soluções fantásticas para problemas aparentemente insolúveis e proezas matemáticas se tornaram lendárias na antiga Arábia, encantando reis, poetas, xeques e sábios. Esta edição conta também com o prefácio do professor da Universidade de São Paulo Mamede Jarouche.

Usando a Matemática de forma leve cativante, O homem que calculava vem sendo consumido com rara avidez há gerações. A Matemática leve e divertida apresentada nesta obra é, sem dúvidas, menos dolorosa que a ensinada nas escolas. Malba Tahan conseguiu realizar quase um milagre, uma mágica: unir ciência e ficção. Seu talento e sua prodigiosa imaginação são capazes de criar personagens e situações de grande apelo popular, o que explica seu imenso sucesso.

O homem que calculava é uma oportunidade para os aficionados dos algarismos e jogos matemáticos se deliciarem com os vários capítulos lúdicos deste livro. Beremiz Samir, um viajante com o dom intuitivo da Matemática que maneja os números com a facilidade de um ilusionista, resolve problemas aparentemente sem solução com impressionante simplicidade. Figuras e tabelas facilitam ainda mais a leitura desta obra-prima da literatura infantojuvenil.

ISBN978-655-587-591-1
Tradutor
Altura205 mm
Largura135 mm
Profundidade21 mm
Lançamento21/08/2023
Páginas384
Ver informações completas
Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9786555875911
Sobre o autor

Malba Tahan

Malba Tahan é o pseudônimo do professor de matemática e escritor Julio Cesar de Mello e Souza, que nasceu no Rio de Janeiro em 6 de maio de 1895 e viveu a infância em Queluz, São Paulo. No Rio de Janeiro, em 1906, foi aluno do Colégio Militar e, em 1909, do Colégio Pedro II. Em 1918, escreveu seus primeiros contos para o jornal O Imparcial. Em 1923, formou-se em engenharia e foi nomeado professor do Instituto de Educação, onde lecionou matemática, literatura infantil, folclore e a arte de ler e contar histórias, tornando-se professor catedrático. Em 1925, Mello e Souza casou-se com Nair Marques da Costa, com quem teve três filhos. Nessa época, criou a mistificação literária que chamou de Ali Yezzid Iz-Edin Ibn-Salin Malba Tahan, escritor árabe que teria iniciado a carreira no jornal A Noite. Mello e Souza inventou Malba Tahan com biografia e personalidade dignas de admiração.

\n

Seu primeiro livro, de 1925, intitulou-se Contos de Malba Tahan, depois vieram Céu de Alá, Amor de beduíno, Lendas do deserto e Mil histórias sem fim. Publicava histórias e vendia contos que se espalhavam por jornais de todo o país, sempre assinados pelo misterioso Malba Tahan.

\n

Depois do livro Matemática divertida e curiosa, em 1937 foi a vez da primeira edição de O Homem que Calculava. Nos anos 1940, Malba Tahan proferiu centenas de palestras, criou a Universidade do Ar - programa pioneiro de ensino à distância - e lançou as revistas Lilivati e Al-karismi.

\n

Foi precursor de uma nova forma de ensinar matemática, escrevendo títulos como Matemática divertida e pitoresca, em 1941, e O escândalo da geometria, em 1947. Lançou temas diferenciados como Beleza e maravilhas do céu e Romance do filho pródigo. Foram mais de cem títulos publicados entre contos orientais, recreações matemáticas, livros didáticos, contos infantis, novelas e dicionários. Dedicou a vida à educação e morreu aos 79 anos em Recife, em 18 de junho de 1974.

Ver mais sobre o autor