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Olho de vidro

Autor(es): Marcia Tiburi
Editora: Record
  • Brochura R$49,90 R$14,90

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Sinopse

A televisão e o estado de exceção da imagem.

Em Olho de vidro, Marcia vai além de dissecar a problematização do ser visual. Ela aborda a formação da subjetividade do telespectador em tempos de aniquilação da figura livre e reflexiva do sujeito. Mais que uma crítica do televisual, é a reivindicação de uma política equilibrada entre lucidez e sensibilidade. Um trabalho além da teoria, em sintonia com os que estudam, fazem e assistem televisão. “A intenção de mostrar o que é o olhar biopoliticamente controlado não é apenas teórico, mas sinal de um comportamento ético da teoria”, argumenta Márcia.
Neta da fotografia, filha do cinema e do rádio, a televisão é, no sistema de administração do sensível, um mecanismo poderoso e até mesmo a lógica que comanda o mundo da experiência visual definindo-a como televisual. Como olho eviscerado, a televisão faz parte da história evolutiva da visão. Antes de ser parte dos media, de ser meio de comunicação de massa, a televisão é um mecanismo de visão que nasceu no tempo da imagem técnica. Assim como as artes da visão, da pintura ao cinema, foram um posicionamento autoconsciente dos recursos visuais e sua expressão, a televisão precisa ser interpretada do ponto de vista da história da visão.
As ciências da comunicação dedicam-se a entender a televisão, mas é preciso cada vez mais inseri-la no campo dos Estudos Visuais, compreendendo-a no contexto da experiência estética tendo em vista que esta conexão com a estética determina o que nela é política. Olho de vidro faz exatamente isso. Como diz Mônica Waldvogel na orelha, é um mergulho no espetáculo intermitente e ininterrupto, fragmentado, veloz e onipresente da TV. Sem rancores nem acusações. E com a autoridade de quem filosofa e também conhece o fascínio da televisão por dentro e por fora.

Sobre o autor

Marcia Tiburi

Marcia Tiburi estudou artes e filosofia. É autora de obras importantes para o pensamento crítico contemporâneo, tais como Feminismo em comum: para todas, todes e todos (Rosa dos Tempos), Ridículo político: uma investigação sobre o risível, a manipulação da imagem e o esteticamente correto (Record) e Como conversar com um fascista: reflexos sobre o cotidiano autoritário brasileiro (Record). Participou das eleições de 2018 como candidata a governadora do estado do Rio de Janeiro, pelo Partido dos Trabalhadores (PT). É colunista da Revista CULT.

Características

  • ISBN: 978-85-01-09244-1
  • Formato: Brochura
  • Suporte: Texto
  • Altura: 21cm
  • Largura: 14cm
  • Profundidade: 1.9cm
  • Lançamento: 16-05-2011
  • Páginas: 352