O romance histórico de Ana Maria Gonçalves, lançado em 2006, foi escolhido o livro brasileiro mais importante do século XXI pela Folha de S. Paulo. A convite do jornal, cem especialistas elaboraram as suas listas dos dez maiores livros lançados desde 1º de janeiro de 2001 e Um defeito de cor foi o mais votado. Também publicado pela Record, O filho eterno, de Cristovão Tezza, ficou em quinto lugar.
Outros cinco livros da Record receberam ao menos três votos e figuram na relação da Folha de S. Paulo, entre eles A duração do dia, de Adélia Prado, que, com 89 anos, é a autora mais velha lembrada pelo júri. Constam ainda da relação A chave de casa, de Tatiana Salem Levy, O senhor do lado esquerdo, de Alberto Mussa, Contos negreiros, de Marcelino Freire, e Vozes do deserto, de Nélida Piñon.






