best business
+4
"Procure clientes em vez de emprego"
Por Cesar Souza
14 milhões de desempregados! Nenhuma garantia que esse número decrescerá nos próximos meses. A recuperação das vagas de trabalho é sempre o último indicador da retomada de uma economia. No nosso caso, esse processo será lento e só ocorrerá como consequência de vários outros fatores: queda dos juros, aumento da confiança de investidores, maior otimismo dos consumidores, aumento nas exportações, aprovação de reformas e estabilização política.
Algumas dessas vagas jamais voltarão. Muitas estão sendo suprimidas pela nova dinâmica da economia, novos hábitos dos consumidores e por tecnologias que substituem a mão de obra pesada. Certas qualificações perderam a vez e passam a ser desnecessárias. Os manobristas e os garagistas perdem importância pois os aplicativos de compartilhamento de automóveis diminuem a necessidade dos estacionamentos. Atendentes e vendedores tradicionais do varejo serão menos necessários pois as lojas físicas se transformarão mais em locais de experimentação dos clientes, em vez de continuarem a ser os tradicionais PDVs – Pontos de Vendas. Há uma profunda migração, ainda pouco percebida, que exigirá novas qualificações para quem quer voltar a ter carteira assinada.
Qual a saída para quem perdeu o emprego e está há semanas ouvindo “não temos vagas” ao bater nas portas das empresas?
Empreender, trabalhar por conta própria, focar na sua vocação iniciando negócios e fabricando bens ou prestando serviços para clientes que necessitam daquilo que você sabe fazer. E de forma coerente com a vocação do nosso país, que se projetará muito mais como uma economia de serviços do que como uma potência industrial como equivocadamente alguns “desenvolvimentistas” ainda acreditam.
Investir em negócios vinculados a turismo, varejo, gastronomia, publicidade, moda, música, entretenimento, pecuária, agricultura, educação, saúde, tecnologia da informação, aplicativos, energia, transporte, serviços em geral, etc, faz muito mais sentido do que nos pesados investimentos nas chaminés do passado que consomem muitos recursos e geram poucas oportunidades.
Visando oferecer um “antídoto contra a crise”, escrevi dois livros, um já consagrado pelos leitores, o “Você é do tamanho dos seus sonhos” que ultrapassou a marca dos 200 mil exemplares vendidos, e o recém-lançado “Jogue a seu favor: Vire o jogo trabalhando por conta própria”. O primeiro busca estimular o leitor a resgatar sua capacidade de sonhar e a acreditar nos seus sonhos, inspirando-se em vários exemplos de empreendedores de sucesso que começaram pequenos, pensaram grande e cresceram rápido. O outro livro oferece uma metodologia para transformar o sonho em realidade, através de alguns passos para que quem perdeu o emprego ou está na iminência de perdê-lo, possa virar o jogo a seu favor e vá trabalhar por conta própria.
Não adianta lamentar o emprego perdido. Pouco adianta ficar batendo de porta em porta atrás do emprego que não voltará. Melhor dar a volta por cima e procurar clientes.
Qual a sua vocação? Quais as oportunidades que você percebe? Qual o sonho que você precisa desengavetar? Qual o diferencial do negócio que você pode montar? Qual o tipo de cliente que você pode servir? Essas são algumas questões que você precisa enfrentar para superar a situação e vencer a crise que teima em perdurar.
Melhor procurar clientes que procurar empregos!
*Cesar Souza é presidente do Grupo Empreenda, fundador do EdE - Espaço do Empreendedor, palestrante e autor de "Você é do tamanho dos seus sonhos" e de “Jogue a seu favor”, ambos publicados pela Best Business.
Artigos Relacionados
Nenhum artigo relacionado encontrado.
Quem somos
Nós somos um dos maiores conglomerados editoriais da América Latina e com o maior catálogo no segmento dos não-didáticos, o Grupo Editorial Record tem atualmente cerca de seis mil títulos.
Saiba MaisLivros em alta
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE

EM BREVE
EM BREVE

EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE

EM BREVE
EM BREVE

EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE

EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE

EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE

EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE

EM BREVE
EM BREVE

EM BREVE
EM BREVE

EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
EM BREVE
