A morte da porta-estandarte; Tati, a garota e outras histórias

A morte da porta-estandarte; Tati, a garota e outras histórias

R$ 59,90
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ou 3x de R$ 19,97
Sinopse
A morte da porta-estandarte; Tati, a garota e outras histórias reúne 13 contos de Aníbal Machado (1894-1964). Apesar de ter poucas publicações, o autor é considerado um dos maiores contistas brasileiros. Esta reedição conta com novo projeto gráfico e introdução escrita por Mario Pontes. A última publicação ocorreu em 1997. Entusiasta das escolas de vanguarda do início do século XX, toda sua obra literária é muito influenciada pelo Modernismo, mas também apresenta características de diversas tendências da época. A velocidade da vida moderna aparece como elemento fundamental nas ficções do escritor mineiro: navios, trens e linhas telegráficas são recorrentes em sua obra No conto o Iniciado do Vento, dedicado a João Cabral de Melo Neto, o vento tem um papel marcante, ao deixar de ser um mero fenômeno e determinar a solução do conflito. Este conto tem características que o aproximam sutilmente do surrealismo por apresentar elementos do real e do fantástico. O desvio da realidade também pode ser percebido em O desfile dos chapéus, O piano e O rato, o guarda-civil e o transatlântico. Publicado com o nome de Vida Feliz em 1944, com o já célebre A morte da porta-estandarte, que conta a história de uma tragédia carioca, e outros textos. Em 1954, vários contos foram somados a esta coletânea e o livro passou a se chamar Contos Reunidos, que por motivos editoriais teve seu título trocado para o atual. Entre os contos acrescidos em 1954 está Viagem aos seios de Duília, dedicado a seu amigo Carlos Drummond de Andrade e considerado um dos contos brasileiros mais importantes do século passado. No texto, o autor conta a história de José Maria que após anos de trabalho em uma repartição pública, se aposenta e precisa reinventar a sua vida. Outro destaque do livro é o conto Tati, a garota. Nele, uma mulher grávida se muda de um bairro pobre da periferia do Rio de Janeiro para Copacabana. O texto de Aníbal virou filme, em 1973, com direção de Bruno Barreto e Dina Sfat e Hugo Carvana no elenco.
ISBN978-850-301-074-0
Tradutor
Altura210 mm
Largura140 mm
Profundidade17 mm
Lançamento26/02/2010
Páginas320
Ver informações completas
R$ 59,90
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ou 3x de R$ 19,97
Sobre o autor

Aníbal Machado

Marques Rebelo, pseudônimo de Edi Dias da Cruz, foi jornalista, poeta, contista, romancista e cronista. Nasceu no Rio de Janeiro, em 6 de janeiro de 1907. Sua infância dividiu-se entre o bairro de Vila Isabel e a cidade mineira de Barbacena, para onde se mudou com a família aos 4 anos. Nunca lhe faltaram, no Rio ou em Minas, um terreno baldio para jogar futebol e livros para ler. No início dos anos 1920, ingressou na Faculdade de Medicina, que logo abandonou para se dedicar ao comércio em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Ainda na década de 20, começou a escrever profissionalmente, no jornalismo. Marques Rebelo foi o romancista do Rio de Janeiro, herdeiro do amor pela cidade de Manuel Antônio de Almeida, Machado de Assis e Lima Barreto. Suas obras retratam as transformações dos anos de 1930 a 1960, a vida noturna, a boemia e a sensualidade, uma deliciosa crônica das ruas, dos bondes, da pequena burguesia. Em 1964 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Marques Rebelo faleceu a 26 de agosto de 1973, no Rio de Janeiro, que tanto amou.

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