Box Biblioteca Essencial do Feminismo (acompanha ecobag)

Box Biblioteca Essencial do Feminismo (acompanha ecobag)

R$ 199,90
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ou 3x de R$ 66,63
Sinopse

Quatro importantes livros do feminismo reunidos pela primeira vez em uma caixa. Acompanha uma ecobag de algodão tamanho 29 x 38 cm.

Esta Biblioteca Essencial do Feminismo apresenta quatro livros que reúnem de fato o que há de essencial, fundamental, no pensamento feminista.  A mística feminina, clássico de Betty Friedan, que inaugurou a segunda onda, indica que a “causa real para o feminismo [...] era o vazio do papel da esposa dona de casa”. O mito da beleza, de Naomi Wolf marcou o início da terceira onda, afirmando que “Estamos em meio a uma violenta reação contra o feminismo, que emprega imagens da beleza feminina como uma arma política contra a evolução da mulher”. O feminismo é para todo mundo apresenta o feminismo negro e visionário de bell hooks, que registra: “O feminismo é um movimento para acabar com sexismo, exploração sexista e opressão”. Feminismo em comum, de Marcia Tiburi, é uma bela introdução aos feminismos, incluindo o trans e o indígena, e nos conta que “O feminismo é o contrário da solidão”.

 

A mística feminina (560 pág.)

Nesta obra pioneira, a partir de entrevistas, questionários e vasta bibliografia, Friedan identificou um sintoma social que denominou “problema sem nome”. Manipuladas pela sociedade de consumo, mulheres mulheres heterossexuais brancas estadunidenses, moradoras de subúrbios de classe média deixaram o ideal de comportamento libertário das sufragistas, em voga até os anos 1930, e passaram a incorporar um imaginário sobre o “feminino” projetado por homens brancos que haviam voltado da guerra fantasiando padrões de gênero sexistas. 

Criticado por algumas pessoas e louvado por outras, A mística feminina investiga como foi construída e mantida a norma social que define mulher a partir de uma existência frívola, consumista, devotada ao lar, ao marido e aos filhos, à qual estaria fadada.

 

O mito da beleza  (490 pág.)

 

Em O mito da beleza, a jornalista Naomi Wolf afirma que o culto à beleza e à juventude da mulher é estimulado pelo patriarcado e atua como mecanismo de controle social para evitar que sejam cumpridos os ideais feministas de emancipação intelectual, sexual e econômica conquistados a partir dos anos 1970.

As leitoras e os leitores encontrarão exposta a tirania do mito da beleza ao longo dos tempos, sua função opressora e as manifestações atuais no lar e no trabalho, na literatura e na mídia, nas relações entre homens e mulheres e entre mulheres e mulheres.

Esta edição, revista e ampliada,  traz uma apresentação da autora contextualizando o livro para os leitores de hoje, já que esteve mais de duas décadas longe das livrarias brasileiras.

 

O feminismo é para todo mundo (176 pág.)

 

A aclamada feminista negra bell hooks nos apresenta, nesta acessível cartilha, a natureza do feminismo e seu compromisso contra sexismo, exploração sexista e qualquer forma de opressão.

O livro apresenta uma visão original sobre políticas feministas, direitos reprodutivos, beleza, luta de classes feminista, feminismo global, trabalho, raça e gênero e o fim da violência. Além disso, esclarece sobre temas como educação feminista para uma consciência crítica, masculinidade feminista, maternagem e paternagem feministas, casamento e companheirismo libertadores, política sexual feminista, lesbianidade e feminismo, amor feminista, espiritualidade feminista e o feminismo visionário. Com peculiar clareza e franqueza, hooks incentiva leitores a descobrir como o feminismo pode tocar e mudar, para melhor, a vida de todo mundo.

 

Feminismo em comum (126 pág.)

 

Primeiro livro feminista escrito pela filósofa Marcia Tiburi, Feminismo em comum nos convida a repensar estruturas patriarcais de um sistema profundamente enraizado na cultura e nas instituições e  a levar o feminismo muito a sério, para além de modismos e discursos prontos. Espera-se que, ao criticar e repensar o movimento, com linguagem acessível tanto a iniciantes quanto aos mais entendidos do assunto, Feminismo em comum seja capaz de melhorar nosso modo de ver e de inventar a vida.

ISBN978-850-130-430-8
Tradutor Carla Bitelli, Flávia Yacubian, Bhuvi Libanio, Marina Vargas, Waldéa Barcellos, Ana Luiza Libânio
Altura230 mm
Largura155 mm
Profundidade82 mm
Lançamento03/05/2021
Páginas1352
Ver informações completas
R$ 199,90
R$ 199,90
ou 3x de R$ 66,63
Sobre o autor

Betty Friedan

Betty Friedan (1921-2006) foi psicóloga, jornalista e ativista estadunidense. Ajudou a fundar associações pró-escolha, foi cofundadora do National Oganization for Women (NOW) e da National Women’s Political Caucus. Por meio dessas organizações, Friedan teve grande influência na mudança de leis ultrapassadas, como práticas sexistas de contratação, desigualdade salarial de gênero e discriminação na gravidez. Pela Rosa dos Tempos tem publicado A mística feminina, um clássica da literatura feminista.

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Sobre o autor

Naomi Wolf

Naomi Wolf nasceu em São Francisco EUA, em 1962. Tornou-se um grande nome da terceira onda feminista depois que publicou O mito da beleza, no início da década de 1990, livro que se tornou best-seller. Uma das vozes mais ativas de sua geração, a autora escreve para The Guardian, The Huffington Post, entre outros veículos. O mito da beleza é o seu primeiro livro pela Rosa dos Tempos.

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Sobre o autor

bell hooks

Bell hooks (Kentucky/EUA, 1952) é uma aclamada intelectual negra, teórica feminista, crítica cultural, artista e escritora. Escreveu mais de 30 livros, de gêneros diversos, como teoria crítica, memórias, poemas e literatura para crianças. Em seus trabalhos, trata de temas como gênero, raça, classe, espiritualidade, ensino e o significado da mídia na cultura contemporânea. Em 2014, fundou o bell hooks Institute. Pela Rosa dos Tempos, publicou O feminismo é para todo mundo.

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Sobre o autor

Márcia Tiburi

Marcia Tiburi é autora de obras importantes para o pensamento crítico contemporâneo, tais como: Filosofia prática: ética, vida cotidiana e vida virtual, Como conversar com um fascista: reflexões sobre o cotidiano autoritário brasileiro, Ridículo político: uma investigação sobre o risível, a manipulação da imagem e do esteticamente correto (Record) e Complexo de vira-lata: análise da humilhação colonial (Civilização Brasileira). É colunista da Revista Cult.

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