Com a maturidade fica-se mais jovem

Com a maturidade fica-se mais jovem

Autor: Hermann Hesse
R$ 59,90
R$ 59,90
ou 3x de R$ 19,97
Sinopse
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Em um sensível e lúcido elogio à maturidade, Hermann Hesse, Nobel de Literatura, mostra que a velhice pode ser tão rica e exuberante quanto a juventude.

 

Em Com a maturidade fica-se mais jovem, Hermann Hesse dedica-se com lirismo ao último desafio de sua longa vida de escritor: aceitar graciosamente a velhice e a proximidade da morte. Os belos textos trazem histórias cheias de referências a experiências pessoais, autoanálise e confissões literárias.

A influência de Nietzsche, o conhecimento da psicanálise, a austeridade religiosa e o ceticismo subsequente estão representados em impressões sobre a efemeridade e a transitoriedade do mundo. A índole acentuadamente romântica transparece nas breves histórias e em seus pensamentos. Há ainda recordações íntimas, pequenos poemas em prosa e em verso, aforismos e breves tratados filosóficos. A natureza variada dos textos escolhidos marca a pluralidade do autor e aborda a dicotomia entre corpo e mente, espiritualidade e materialismo, conflito que permeou toda a sua obra.

Hesse nos lembra, neste livro, do ciclo natural da vida, da primavera dos anos e da regeneração que anualmente se repete. Algo que não deve ser encarado como motivo de tristeza, por ele próprio se encontrar no inverno da existência, e sim como uma oportunidade para proceder à transformação e à regeneração interior.

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ISBN978-850-107-110-1
Tradutor Roberto Rodrigues
Altura230 mm
Largura155 mm
Profundidade8 mm
Lançamento15/01/2018
Páginas154
Ver informações completas
R$ 59,90
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ou 3x de R$ 19,97
Sobre o autor

Hermann Hesse

Hermann Hesse nasceu em Calw, na Alemanha, em 2 de julho de 1877. Começou a vida profissional como livreiro, mas idealizando uma carreira literária, que de fato iniciou muito cedo, aos 21 anos, quando publicou suas primeiras poesias. A chamada “primeira fase” do escritor se estende até Knulp (1915), produzindo nesse período romances de grande valor, como Peter Camenzind (1904), Gertrud (1910) e Rosshalde (1914). Demian foi publicado logo depois da Primeira Guerra Mundial, em 1919, inaugurando uma nova fase. Em protesto contra o militarismo germânico, Hermann Hesse tornou-se residente permanente da Suíça e sem dúvida figurava ao lado dos maiores ícones da literatura em idioma alemão. A profunda humanidade e a penetrante filosofia que impregnam seus livros foram confirmadas em obras-primas que produziu posteriormente, entre outras Sidarta (1922), O Lobo da Estepe (1927) e Narciso e Goldmund (1930), que com seus poemas, contos e um considerável número de trabalhos de crítica valeram-lhe um lugar muito especial entre os pensadores contemporâneos. Em 1946 ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. Hermann Hesse faleceu em 1962, pouco depois do seu 85º aniversário.

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