Filhos da América

Filhos da América

R$ 74,90
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ou 3x de R$ 24,97
Sinopse
Poucos entre nós, brasileiros, dominam a arte do discurso como Nélida Piñon, algo que a escritora faz vicejar em tudo quanto lhe seja terreno de expressão. Ela é ensaísta o tempo todo. E isso diz muito sobre o alcance deste volume. Título que não esconde a curiosidade e o conhecimento da escritora sobre a tradição ibero-americana, Filhos da América abraça um continente. De assuntos. De ideias. De riscos. De afetos. De apostas. De saudades. De paixões. De, por que não? Obsessões. É assim, sempre por meio da literatura, que a escritora enfrenta a frouxidão moral dos dias correntes, colocando o dever da escrita de pé, de prontidão, cabeça erguida, defendendo o lugar fundamental das culturas que a modernidade asfixiou e lhes celebrando a resistência: São elas que me levam a perambular pelo mundo tendo verbo e imaginação como atributo.
ISBN978-850-108-770-6
Tradutor
Altura210 mm
Largura140 mm
Profundidade23 mm
Lançamento29/09/2016
Páginas400
Ver informações completas
R$ 74,90
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ou 3x de R$ 24,97
Sobre o autor

Nélida Piñon

Nélida Piñon nasceu no Rio de Janeiro em 1937 e estreou em 1961 com o romance Guia-mapa de Gabriel Arcanjo. Ao longo da carreira, colaborou em publicações nacionais e estrangeiras, proferiu conferências em diversos países e foi traduzida para diversas línguas. Foi catedrática da Universidade de Miami e escritora-visitante de diversas universidades, entre elas Harvard, Columbia, Johns Hopkins e Georgetown. Vencedora dos mais prestigiosos prêmios de literatura no Brasil, ganhou no exterior os prêmios Juan Rulfo, do México; Jorge Isaacs, da Colômbia; Gabriela Mistral, do Chile; Rosalía de Castro e Menéndez Pelayo, da Espanha; e Vergílio Ferreira e Lusofonia, em Portugal. Em 2005, pelo conjunto de sua obra, recebeu o importante Prêmio Príncipe de Astúrias. Foi doutora honoris causa das universidades Poitiers, Santiago de Compostela, Rutgers, Florida Atlantic, Montreal, UNAM e PUC-RS. Em 1989, foi eleita para a Academia Brasileira de Letras e, em 1996, por ocasião do centenário da ABL, tornou-se a primeira mulher a presidi-la. Em 2012, foi nomeada Embaixadora Ibero-Americana da Cultura. Faleceu em 2022, aos 85 anos, em Lisboa.

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