Luxúria

Luxúria

R$ 59,90
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Sinopse
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Do roteirista de Estação Carandiru e Cazuza - O tempo não para, Luxúria narra com ironia e realismo o momento em que a soberba se espalhou pelo pais.

 

Quando Fernando Bonassi terminou de escrever Luxúria, a ascensão da nova classe C parecia anunciar um futuro de plena prosperidade no Brasil e a crise do abastecimento de água nas metrópoles do país soaria como ficção. Agora, no entanto, esta fábula contemporânea, sobre uma família comum, com ambições comuns, mas cujas escolhas aos poucos a leva a um cenário apocalíptico, parece anunciar os impasses desse Brasil em que progresso significa consumo. 

Inebriados pelo crédito fácil neste “momento histórico de prosperidade”, como alardeiam as propagandas do governo, a família de um metalúrgico - que mora em uma casa financiada, com carro financiado e eletrodomésticos financiados - decide construir uma piscina no quintal de casa. Porém, como afirma um dos personagens, “Há tempos a água não significa pureza: é a mãe de todas as guerras”, e essa decisão aparentemente banal vai expor as bases instáveis em que se assenta a normalidade da classe média, num equilíbrio fraco entre a pobreza e o bem-estar, entre a família feliz e a tragédia.

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ISBN978-850-110-430-4
Tradutor
Altura210 mm
Largura135 mm
Profundidade21 mm
Lançamento27/08/2015
Páginas368
Ver informações completas
R$ 59,90
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ou 3x de R$ 19,97
Sobre o autor

Fernando Bonassi

Fernando Bonassi nasceu em São Paulo, em 1962. É roteirista de cinema e TV, dramaturgo e escritor de diversas obras, entre elas a trilogia de romances Luxúria, Degeneração e Violência, todos editados pela Record. É corroteirista de filmes como Os matadores (de Beto Brant); Carandiru (de Hector Babenco) e Cazuza: O tempo não para (de Sandra Werneck e Walter Carvalho). No teatro, destacam-se as montagens de Apocalipse 1,11 (em colaboração com o Teatro da Vertigem) e de Arena conta Danton, com a Cia. Livre de Teatro. Bolsista em Artes do Deutscher Akademischer Austauschdienst (DAAD), viveu e escreveu em Berlim, em 1998, o volume de contos Passaporte. Entre 1997 e 2007, foi colunista do jornal Folha de S.Paulo. De 2008 até 2022, criou e desenvolveu, em parceria com o escritor Marçal Aquino, os seriados Força-tarefa e Carcereiros, além das minisséries O caçador e Supermax, todos produzidos pela Rede Globo de Televisão. Atualmente desenvolve roteiros de cinema para Amazon, Migdal Filmes e O2 Filmes, entre outros.

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