No fim dá certo

No fim dá certo

R$ 59,90
R$ 59,90
ou 3x de R$ 19,97
Sinopse

Descobertas e reminiscências em retratos bem humorados e ternos, do grande cronista brasileiro Fernando Sabino, agora em nova edição.

 

Ao longo de No fim dá certo - título tão expressivo quanto otimista -, o que ocorre são alguns preciosos achados, vistos com lupa por este autor tão sensível do cotidiano.

Com humor característico, Fernando Sabino relaciona ""Na lista das pequenas coisas que o desagradam a cada passo"": os compromissos marcados com mais de 24 horas de antecedência; responder cartas; compras a prestação; tirar gelo de formas da geladeira; qualquer espécie de farda ou uniforme; poltronas sem braços; bichos que voam, exceto passarinhos; cortar unha, especialmente do pé; luz fluorescente; poema lido pelo autor; banho frio; talher de peixe; filme dublado; despedida em aeroporto; e, curiosamente, escrever.

Por outro lado, o autor também enumera algumas pequenas coisas que aprecia: dia de chuva sem precisar sair de casa; o momento em que o avião toca no solo e vira automóvel; a parte do meio da torrada Petrópolis partida em três; pagar a última prestação; descobrir que ainda é cedo, dar tempo de tomar mais um; já ter lido Guerra e paz, Odisseia e Dom Quixote; passarinho solto; andar pela casa sem testemunhas, falando sozinho ou completamente nu; sair sem se despedir; e, naturalmente, fazer listas de pequenas coisas que o agradam.

Ainda, sugestões para trocas de títulos de livros famosos de amigos escritores, brincadeiras com pérolas da tradução literária, os princípios do que chama ""Lei Anti-Murphy"" - é destas e outras descobertas que No fim dá certo é composto.

ISBN978-655-587-116-6
Tradutor
Altura210 mm
Largura135 mm
Profundidade12 mm
Lançamento05/10/2020
Páginas244
Ver informações completas
R$ 59,90
R$ 59,90
ou 3x de R$ 19,97
Sobre o autor

Fernando Sabino

Fernando Sabino (1923-2004) nasceu em Belo Horizonte (MG). Publicou seu primeiro livro, Os grilos não cantam mais (1941), ainda na adolescência. Recebeu, então, uma carta elogiosa do poeta modernista Mário de Andrade, dando início à preciosa correspondência entre ambos, mais tarde publicada sob o título Cartas a um jovem escritor (1981). Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1944, onde foi sócio do cronista capixaba Rubem Braga, na Editora do Autor e na Editora Sabiá. Escreveu alguns romances que se tornaram clássicos da literatura nacional, entre eles O encontro marcado (1956), O grande mentecapto (1976) e O menino no espelho (1982). Sabino também foi um grande cronista, famoso por coletâneas como O homem nu (1960) e A cidade vazia (1963). Em 1999, recebeu da Academia Brasileira de Letras o prêmio Machado de Assis pelo conjunto da obra.

Clarice Lispector (1920-1977) nasceu na Ucrânia e chegou ao Brasil ainda criança, em 1922, com seus pais e duas irmãs. Graduou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mas nunca exerceu a profissão, tendo se dedicado, toda a vida, à literatura. Seu livro de estreia, Perto do coração selvagem (1943), foi lançado quando ela tinha apenas 24 anos, e ganhou o prêmio de melhor romance de estreia da Fundação Graça Aranha em 1944. Além dessa obra, Clarice publicou mais de vinte livros, incluindo romances, contos, crônicas e literatura infantil. Foi agraciada com diversos prêmios, como o Jabuti (1961 e 1978) e o Carmem Dolores Barbosa (1961). Em 2011, foi postumamente homenageada com a medalha da Ordem do Mérito Cultural, reconhecida como uma das personalidades mais importantes para a cultura brasileira.

Ver mais sobre o autor
9786555871166.jpg
No fim dá certo