O Dia Mastroianni

O Dia Mastroianni

Autor: J.P. Cuenca
Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9786555874921
Sinopse
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O Dia Mastroianni, de J.P. Cuenca, agora em nova edição pela Record, retrata, e ao mesmo tempo subverte, os clichês da geração de jovens dos anos 1990.

 

Em O Dia Mastroianni, de J.P. Cuenca, o mesmo autor do livro de crônicas Qualquer lugar menos agora (Record, 2021), acompanhamos as 24 horas da aventura de Pedro Cassavas e Tomás Anselmo, que flanam pela cidade em encontros com mulheres e bebidas, marcando presença em festas para as quais não foram convidados e saboreando os privilégios e as angústias de sua condição existencial e social.

Cuenca usa habilmente os artifícios da metalinguagem para criar uma narrativa questionadora de si mesma, que retrata os clichês de uma geração de jovens de classe média cheia de informações e pretensões artísticas, mas incapazes de criar algo original, e que teme os lugares-comuns, mas que não consegue se desvencilhar deles.

O jornalista e escritor Paulo Roberto Pires acrescenta, na orelha desta nova edição: “Na ficção contemporânea, O Dia Mastroianni tem lugar tão indefinido quanto sua trama. A léguas do que ainda hoje se espera de um Brasil supostamente profundo, é também um deboche com a literatura urbana e burguesa à qual o próprio Cuenca se vinculara em Corpo presente, seu livro de estreia.”

 

“Leve, engraçado e absurdamente cítrico. Um dos melhores livros da última década.” – Fabrício Carpinejar, Estadão

“Enfim, o romance da não geração.” – Bolívar Torres, Jornal do Brasil

“Cuenca supera o desafio de escrever o sempre complicado segundo livro depois de uma estreia promissora.” – Adriano Schwartz, Folha de S.Paulo

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ISBN978-655-587-492-1
Tradutor
Altura205 mm
Largura135 mm
Profundidade13 mm
Lançamento11/07/2022
Páginas160
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Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9786555874921
Sobre o autor

J.P. Cuenca

J.P. Cuenca é autor, entre outros, de Corpo presente (2003), O único final para uma história de amor é um acidente (2013) e Descobri que estava morto (2016), eleito o melhor romance do ano pelo Prêmio Literário Biblioteca Nacional e relacionado ao longa-metragem A morte de J.P. Cuenca (2016). Em 2007, foi selecionado pelo Festival de Hay um dos 39 jovens autores mais destacados da América Latina e em 2012 foi escolhido pela revista britânica Granta um dos vinte melhores romancistas brasileiros com menos de 40 anos. Seus livros já foram traduzidos para oito idiomas.

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