O tempo é um rio que corre

O tempo é um rio que corre

Autor: Lya Luft
R$ 54,90
R$ 54,90
ou 3x de R$ 18,30
Sinopse
AS FASES DA VIDA NA VISÃO DE UMA DAS MAIORES ESCRITORAS DO PAíS Lya Luft lança um poderoso livro, que faz o leitor refletir sobre nosso mais precioso bem: o tempo. Logo no título a força e a beleza do texto se anunciam. O tempo é um rio que corre ininterruptamente, afinal, da nascente até a foz, não há desembocadura que pare o rio e seu curso de água natural. Sempre caudaloso, torrencial, porém jamais imóvel. Se só o título já suscita tanta reflexão, é certo que essa leitura tem capacidade de mudar a vida e o pensamento de muita gente. Ao mesclar memória e reflexões sobre a passagem do tempo, Lya cria um pungente ensaio sobre as relações humanas, a infância, a juventude, o amadurecimento e a morte, e o valor da vida, temas e inquietações que são sua especialidade. O livro é divido em três partes — Águas mansas, Marés altas e A embocadura do rio, mostrando como é a passagem do tempo nas diferentes etapas da vida e buscando caminhos para usufruir o que há de melhor em cada uma delas. Em uma era marcada pela suposta falta de tempo, esta obra é uma importante reflexão sobre a cultura da futilidade e da eterna juventude em que vivemos.
ISBN978-850-110-201-0
Tradutor
Altura210 mm
Largura140 mm
Profundidade9 mm
Lançamento12/03/2014
Páginas144
Ver informações completas
R$ 54,90
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ou 3x de R$ 18,30
Sobre o autor

Lya Luft

Formada em letras anglo-germânicas e com mestrados em Literatura Brasileira e Lingüística Aplicada, Lya Luft é autora de diversas grandes obras, entre elas A asa esquerda do anjo (1981), Reunião de família (1982), Mulher no palco (1984), O quarto fechado (1984), Exílio (1987) entre outras. Trabalha desde os 20 anos como tradutora de alemão e inglês, e já converteu para o português obras de autores consagrados, como Virginia Woolf, Günter Grass, Thomas Mann e Doris Lessing, além de ter recebido o prêmio União Latina de melhor tradução técnica e científica em 2001 pela tradução de Lete: Arte e crítica do esquecimento, de Harald Weinrich. Desde 2004, assinava a coluna Ponto de vista, da revista Veja. Faleceu em dezembro de 2021.

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