São Paulo deve ser destruída: a história do bombardeio à capital na revolta de 1924

São Paulo deve ser destruída: a história do bombardeio à capital na revolta de 1924

A história do bombardeio à capital na revolta de 1924
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Sinopse

A história do bombardeio à capital na revolta de 1924.

Este livro trata do bombardeio impiedoso da segunda maior cidade do país para conter o levante da antiga Força Pública de São Paulo. Os desdobramentos dessa revolta, iniciada em 5 de julho de 1924, foram dramáticos para a população civil. O governo do presidente Arthur Bernardes cercou a capital paulista com um anel de ferro e fogo.

A artilharia pesada do Exército atirava de hora em hora contra fábricas e bairros proletários, na tentativa de jogar o povo e os operários contra as tropas amotinadas. Centenas de edificações foram destruídas ou gravemente danificadas pelos canhões enviados de trem, do Rio de Janeiro. As ruas se encheram de escombros. O socorro às vítimas foi extremamente penoso. Como os carros fúnebres não conseguiam circular em meio ao bombardeio inclemente, centenas de mortos foram enterrados em quintais, praças e jardins.

Cerca de 300 mil pessoas abandonaram São Paulo, refugiando-se no interior. Moacir Assunção resgata os cenários do período e reconstitui a história de personagens que viveram de perto o drama do bombardeio, permitindo que a violência e a insânia contra o levante de 1924 não sejam sepultadas de vez pelo esquecimento. 

ISBN978-850-110-011-5
Tradutor
Altura230 mm
Largura160 mm
Profundidade17 mm
Lançamento01/04/2015
Páginas280
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R$ 99,90
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ou 3x de R$ 33,30
Sobre o autor

Moacir Assunção

Moacir Assunção é jornalista profissional desde 1990, com pós-graduação em Ciências Sociais. Especialista em história militar e dos movimentos sociais, colabora em diversas publicações com reportagens nestas áreas. Pesquisa o tema cangaço há dez anos e já publicou várias matérias sobre o assunto nas revistas IstoÉProblemas Brasileiros e nos jornais O Estado de S. Paulo e Diário Popular (atual Diário de S. Paulo). Diretor de Cultura e Comunicação do Sindicato de jornalistas de São Paulo, o autor teve a oportunidade de percorrer boa parte dos locais por onde passaram Lampião e seu bando e entrevistar chefes e soldados de volantes, além de cangaceiros e descendentes.

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