Música de mortos suaves

Música de mortos suaves

contos inéditos
Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501925114
Sinopse

Organizado postumamente, Música de mortos suaves, de Ricardo Guilherme Dicke, grande nome da prosa brasileira, reúne catorze contos — doze deles inéditos — encontrados por Rodrigo Simon de Moraes ao vasculhar os alfarrábios deixados pelo autor após sua morte, em 2008.

Natural de Chapada dos Guimarães e figura central da literatura mato-grossense, Dicke construiu ao longo da vida uma obra marcada pela experimentação, pelo mergulho no inconsciente e por uma prosa que desafia os limites do real. Essa reunião de contos se impõe como uma porta de entrada poderosa para seu universo literário, dialogando tanto com a tradição quanto com o delírio. O conto que dá título ao livro inaugura a atmosfera que atravessa todo o volume: um território onírico, entre o surrealismo e o realismo mágico.

“Nestes contos encontrados no espólio do autor, anteriores à sua estreia no romance com Deus de Caim em 1968 — chancelada pelo Prêmio Walmap, cujos jurados eram ninguém menos que Guimarães Rosa, Jorge Amado e Antonio Olinto —, vibram com eloquência as rigorosas obsessões de Ricardo Guilherme Dicke, o sertão, a morte, o sexo e a fúria da linguagem, em palavras rutilantes como esmeraldas na escuridão da mina.” Joca Reiners Terron, na orelha de Música de mortos suaves

ISBN978-850-192-511-4
Tradutor
Altura205 mm
Largura135 mm
Profundidade11 mm
Lançamento23/03/2026
Páginas144
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Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501925114
Sobre o autor

Ricardo Guilherme Dicke

Ricardo Guilherme Dicke nasceu em 16 de outubro de 1936, em Raizama, no município da Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso. Viveu no Rio de Janeiro por dez anos, onde se graduou no curso de Filosofia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. Em 1968, publicou seu primeiro romance, Deus de Caim, que recebeu menção honrosa do Prêmio Walmap, tendo como jurados Antonio Olinto, Guimarães Rosa e Jorge Amado. Em 1977, ganhou o Prêmio Remington de Prosa e Poesia com o romance Caieira, publicado no ano seguinte pela editora Francisco Alves. E, em 1981, ganhou o Prêmio Ficção de Brasília com o romance Madona dos Páramos. Morreu em 9 de julho de 2008, em Cuiabá.

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