Box Carla Madeira - Obra Reunida

Box Carla Madeira - Obra Reunida

Autor: Carla Madeira
Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501922267
Sinopse

Os três best-sellers de Carla Madeira – Tudo é rio, A natureza da mordida e Véspera – juntos, pela primeira vez, em um box de luxo. Com capa dura, pintura trilateral e novo projeto gráfico, os romances contam com prefácios inéditos de Mia Couto, Luiz Antonio de Assis Brasil e Tatiana Salem Levy, e vão acompanhados de um livreto com textos nunca antes reunidos em livro.

 

Carla Madeira é um fenômeno literário. A escritora de ficção brasileira mais vendida e lida entre nós nos últimos anos chegou a ter, ao mesmo tempo, seus três livros na lista dos mais vendidos! Suas obras já foram publicadas com grande sucesso em Portugal, Itália, México, França e Rússia, e também terão edições nos Estados Unidos e na Turquia. Além de tudo isso, Madeira conquistou o reconhecimento da crítica, como fica evidente nos prefácios inéditos incluídos nestas novas edições, escritos por nomes incontornáveis dos meios literário e acadêmico.

Para comemorar os 10 anos do primeiro lançamento de Tudo é rio, seus três romances são reunidos em um box rígido de luxo. Neste novo projeto gráfico, assinado pela premiada designer Flávia Castanheira, todos os livros têm capa dura, pintura trilateral e imagens da artista plástica inglesa Jess Allen. A coleção contém ainda um livreto com três contos da autora e um texto em que ela discorre sobre seu processo criativo, nunca reunidos em livro.

 

Tudo é rio (176 páginas)

Tudo é rio conta a história de Dalva e Venâncio, casal que tem a vida transformada após uma perda trágica, e de Lucy, a prostituta mais depravada e cobiçada da cidade, que forma com eles um triângulo amoroso. Com uma escrita madura, precisa e, ao mesmo tempo, forte e poética, Carla Madeira nos apresenta uma narrativa emocionante e personagens de uma rara densidade psicológica.

Prefácio de Mia Couto.

 

A natureza da mordida (240 páginas)

“O que você não tem mais que te entristece tanto?” É com esta pergunta que Biá, uma psicanalista aposentada, aborda a jovem jornalista Olívia pela primeira vez. A provocação inesperada, vinda de uma estranha, desencadeia uma sucessão de encontros, marcados pela intimidade crescente e que, aos poucos, revelam as histórias das duas. Com alternância entre as vozes, a força do discurso objetivo, descritivo e linear de Olívia contrapõe-se às anotações esparsas de Biá, cujos fragmentos de uma memória já falha e pouco confiável conduzem a um ponto de virada na trama que irá revelar os eventos que marcaram o passado de cada uma.

Prefácio de Luiz Antonio de Assis Brasil.

 

Véspera (264 páginas)

Destroçada por um casamento marcado pelo desamor, Vedina, em um momento de descontrole, abandona o filho na rua. Imediatamente arrependida, ao voltar ao lugar onde o deixou, já não o encontra mais. A partir deste trauma inicial, a narrativa nos mostra a vida dos gêmeos Caim e Abel, bem como as de Vedina e Veneza, marcadas pela fatalidade e o desencontro. Contado em dois tempos, os dias posteriores ao abandono do menino na rua e os dias que vieram antes dele, o romance avança como duas ondas, que então se chocam e iluminam todo o quadro humano posto em movimento.

Prefácio de Tatiana Salem Levy

ISBN978-850-192-226-7
Tradutor
Altura225 mm
Largura155 mm
Profundidade74 mm
Lançamento15/07/2024
Páginas720
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Conteúdo do livro
CÓDIGO DA OBRA9788501922267
Sobre o autor

Carla Madeira

Alberto Mussa é contista e romancista. Em 2020, publicou o livro de ensaios A origem da espécie, que investiga a gênese do conceito de humanidade a partir dos mitos da origem do fogo. Além de figurar em listas de “melhores do ano” de veículos como Veja, O Globo e Folha, ganhou os prêmios Casa de Las Américas, Academia Brasileira de Letras, Oceanos, Machado de Assis (FBN) e APCA.

Nélida Piñon estreou em 1961 com o romance Guia-mapa de Gabriel Arcanjo. Vencedora dos mais importantes prêmios de literatura no Brasil, ganhou no exterior os prêmios Juan Rulfo, do México; Jorge Isaacs, da Colômbia; Gabriela Mistral, do Chile; Rosalía de Castro, e Menéndez Pelayo, da Espanha, e Príncipe de Astúrias. Em 1990, foi empossada como imortal pela Academia Brasileira de Letras e, em 1996, por ocasião do centenário da Academia, tornou-se a primeira mulher a presidi-la.

Francisco Azevedo é romancista, dramaturgo, roteirista, poeta e ex-diplomata. Seu primeiro romance, o best-seller O arroz de Palma, foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura. É autor, também pela Editora Record, de Doce Gabito, Os novos moradores e A roupa do corpo, que completa a tetralogia de sagas familiares, e de Eu sou eles, livro que reúne fragmentos de sua obra na literatura, no teatro e no cinema.

Antônio Torres estreou na literatura em 1972, com o romance Um cão uivando para a lua, que causou grande impacto na crítica e no público. Entre seus livros, destacam-se Trilogia Brasil (Essa terra, O cachorro e o lobo e Pelo fundo da agulha) e Querida cidade, de 2021. É membro da Academia Brasileira de Letras, da Academia de Letras da Bahia, da Academia Petropolitana de Letras e da Academia Contemporânea de Letras (São Paulo), e sócio correspondente da Academia de Ciências de Lisboa.

Carla Madeira nasceu em Belo Horizonte em 1964. Largou um curso de matemática e se formou em jornalismo e publicidade. Foi professora de redação publicitária na Universidade Federal de Minas Gerais e é sócia e diretora de criação da agência de comunicação Lápis Raro. É autora dos romances Tudo é rio, best-seller que já vendeu mais de 100 mil exemplares, A natureza da mordida e Véspera.

Nei Lopes é compositor de música popular e autor dos romances Rio Negro, 50 e O preto que falava iídiche, e dos contos de Nas águas desta baía há muito tempo, todos pela Editora Record. Ganhou o Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Não Ficção e Livro do Ano com o Dicionário da história social do samba, em coautoria com Luiz Antonio Simas. Em 2022, recebeu a medalha Luiz Gama, do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), pela atuação em prol dos direitos humanos e do Estado democrático de Direito.

Claudia Lage é autora do livro de contos A pequena morte e outras naturezas e do romance Mundos de Eufrásia, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura de 2010. Em 2013, lançou o livro Labirinto da palavra, com ensaios-crônicas sobre literatura e criação literária, que recebeu o Prêmio de Literatura de Brasília e foi finalista do Prêmio Portugal Telecom. Em 2019, lançou o romance O corpo interminável, vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura na categoria de Melhor Romance de Ficção do Ano, em 2020.

Cristovão Tezza escreveu mais de uma dezena de romances desde Trapo (1988), entre eles Juliano Pavollini, A suavidade do vento, O professor, A tradutora e A tirania do amor. Lançou ainda Beatriz, uma seleção de contos, duas coletâneas de crônicas – Um operário em férias e A máquina de caminhar — e uma autobiografia literária, O espírito da prosa. O filho eterno, seu romance de maior destaque, ganhou os mais importantes prêmios literários brasileiros, foi traduzido em uma dezena de países e virou filme e peça de teatro.

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