Tudo é rio

Tudo é rio

Autor: Carla Madeira
R$ 62,91
R$ 62,91 -10% R$ 69,90
ou 3x de R$ 20,97
Sinopse
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Tudo é rio é o livro de estreia de Carla Madeira.

 

Com uma narrativa madura, precisa e ao mesmo tempo delicada e poética, o romance narra a história do casal Dalva e Venâncio, que tem a vida transformada após uma perda trágica, resultado do ciúme doentio do marido, e de Lucy, a prostituta mais depravada e cobiçada da cidade, que entra no caminho deles, formando um triângulo amoroso.

Na orelha do livro, Martha Medeiros escreve: “Tudo é rio é uma obra-prima, e não há exagero no que afirmo. É daqueles livros que, ao ser terminado, dá vontade de começar de novo, no mesmo instante, desta vez para se demorar em cada linha, saborear cada frase, deixar-se abraçar pela poesia da prosa. Na primeira leitura, essa entrega mais lenta é quase impossível, pois a correnteza dos acontecimentos nos leva até a última página sem nos dar chance para respirar. É preciso manter-se à tona ou a gente se afoga.”

A metáfora do rio se revela por meio da narrativa que flui – ora intensa, ora mais branda – de forma ininterrupta, mas também por meio do suor, da saliva, do sangue, das lágrimas, do sêmen, e Carla faz isso sem ser apelativa, sem sentimentalismo barato, com a habilidade que só os melhores escritores possuem.

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ISBN978-655-587-178-4
Tradutor
Altura230 mm
Largura155 mm
Profundidade11 mm
Lançamento08/02/2021
Páginas210
Ver informações completas
R$ 62,91
R$ 62,91 -10% R$ 69,90
ou 3x de R$ 20,97
Sobre o autor

Carla Madeira

Alberto Mussa é contista e romancista. Em 2020, publicou o livro de ensaios A origem da espécie, que investiga a gênese do conceito de humanidade a partir dos mitos da origem do fogo. Além de figurar em listas de “melhores do ano” de veículos como Veja, O Globo e Folha, ganhou os prêmios Casa de Las Américas, Academia Brasileira de Letras, Oceanos, Machado de Assis (FBN) e APCA.

Nélida Piñon estreou em 1961 com o romance Guia-mapa de Gabriel Arcanjo. Vencedora dos mais importantes prêmios de literatura no Brasil, ganhou no exterior os prêmios Juan Rulfo, do México; Jorge Isaacs, da Colômbia; Gabriela Mistral, do Chile; Rosalía de Castro, e Menéndez Pelayo, da Espanha, e Príncipe de Astúrias. Em 1990, foi empossada como imortal pela Academia Brasileira de Letras e, em 1996, por ocasião do centenário da Academia, tornou-se a primeira mulher a presidi-la.

Francisco Azevedo é romancista, dramaturgo, roteirista, poeta e ex-diplomata. Seu primeiro romance, o best-seller O arroz de Palma, foi finalista do Prêmio São Paulo de Literatura. É autor, também pela Editora Record, de Doce Gabito, Os novos moradores e A roupa do corpo, que completa a tetralogia de sagas familiares, e de Eu sou eles, livro que reúne fragmentos de sua obra na literatura, no teatro e no cinema.

Antônio Torres estreou na literatura em 1972, com o romance Um cão uivando para a lua, que causou grande impacto na crítica e no público. Entre seus livros, destacam-se Trilogia Brasil (Essa terra, O cachorro e o lobo e Pelo fundo da agulha) e Querida cidade, de 2021. É membro da Academia Brasileira de Letras, da Academia de Letras da Bahia, da Academia Petropolitana de Letras e da Academia Contemporânea de Letras (São Paulo), e sócio correspondente da Academia de Ciências de Lisboa.

Carla Madeira nasceu em Belo Horizonte em 1964. Largou um curso de matemática e se formou em jornalismo e publicidade. Foi professora de redação publicitária na Universidade Federal de Minas Gerais e é sócia e diretora de criação da agência de comunicação Lápis Raro. É autora dos romances Tudo é rio, best-seller que já vendeu mais de 100 mil exemplares, A natureza da mordida e Véspera.

Nei Lopes é compositor de música popular e autor dos romances Rio Negro, 50 e O preto que falava iídiche, e dos contos de Nas águas desta baía há muito tempo, todos pela Editora Record. Ganhou o Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Não Ficção e Livro do Ano com o Dicionário da história social do samba, em coautoria com Luiz Antonio Simas. Em 2022, recebeu a medalha Luiz Gama, do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), pela atuação em prol dos direitos humanos e do Estado democrático de Direito.

Claudia Lage é autora do livro de contos A pequena morte e outras naturezas e do romance Mundos de Eufrásia, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura de 2010. Em 2013, lançou o livro Labirinto da palavra, com ensaios-crônicas sobre literatura e criação literária, que recebeu o Prêmio de Literatura de Brasília e foi finalista do Prêmio Portugal Telecom. Em 2019, lançou o romance O corpo interminável, vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura na categoria de Melhor Romance de Ficção do Ano, em 2020.

Cristovão Tezza escreveu mais de uma dezena de romances desde Trapo (1988), entre eles Juliano Pavollini, A suavidade do vento, O professor, A tradutora e A tirania do amor. Lançou ainda Beatriz, uma seleção de contos, duas coletâneas de crônicas – Um operário em férias e A máquina de caminhar — e uma autobiografia literária, O espírito da prosa. O filho eterno, seu romance de maior destaque, ganhou os mais importantes prêmios literários brasileiros, foi traduzido em uma dezena de países e virou filme e peça de teatro.

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