Cadernos sobre o mal

Cadernos sobre o mal

Autor: Joel Birman
R$ 79,90
R$ 79,90
ou 3x de R$ 26,63
Sinopse
As novas formas de violência e de agressividade são analisadas por Joel Birman em Cadernos sobre o mal. Através da psicanálise, campo do saber que há muito já trata do tema crueldade, o autor lança novos olhares sobre as diversas manifestações desta faceta da natureza humana. Grandes nomes da intelectualidade mundial foram consultados por Birman: Sigmund Freud, Adorno, Walter Benjamin, Lacan, Maquiavel e muitos outros, que já trataram sobre o tema da violência-crueldade, contribuíram para a construção teórica do livro. Hoje, as grandes cidades brasileiras vivem em estado permanente de alerta devido à escalada de episódios de extrema violência. Levando em conta este cenário, Birman afirma que a perseguição e a paranóia são, sem sombra de dúvida, as formações psíquicas mais bem distribuídas entre nós. O livro apresenta caminhos para um melhor entendimento deste fenômeno e, assim, ajudar no fardo que hoje se constitui viver em uma sociedade sitiada e ostensivamente segregada. O autor ressalta que o objetivo da publicação é transcender o espaço da Academia e empreender um esforço extra-disciplinar para tratar deste tema. Em sua análise, Joel Birman demonstra que há diversas formas de agressividade e violência e traça um paralelo entre elas: a delinquência entre as classes menos abastadas tem como correspondente a corrupção e o crime do colarinho branco entre as classes média e alta. O autor alerta para o problema da violência não ser restrito ao Brasil e estar presente em todo o cenário internacional. Porém, ele destaca que a inconsistência das instituições brasileiras aliada à desigualdade social no país faz com que esta problemática ganhe proporções “quase apocalípticas”.
ISBN978-852-000-830-0
Tradutor
Altura230 mm
Largura160 mm
Profundidade19 mm
Lançamento10/09/2009
Páginas336
Ver informações completas
R$ 79,90
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ou 3x de R$ 26,63
Sobre o autor

Joel Birman

Joel Birman é professor titular e professor aposentado no Instituto de Medicina Social da Uerj. Doutor em Filosofia pela Universidade de São Paulo, pós-doutor pela Université Paris VII, é membro de honra do Espace Analytique. Foi premiado três vezes com o Jabuti, categoria Psicanálise e Psicologia, e recebeu o Prêmio Sérgio Buarque de Holanda, categoria Ensaio Social, da Biblioteca Nacional. Pela Civilização Brasileira, publicou O trauma na pandemia do Coronavírus, Cartografias do avesso, Cadernos sobre o mal, Mal-estar na atualidade, Gramáticas do erotismo, Arquivos do mal-estar e da resistência, O sujeito na contemporaneidade e As pulsões e seus destinos.

 

Claudine Haroche é doutora em Sociologia pela Universidade de Paris VII. Diretora de Pesquisas no Centre National de Recherche Scientifique e membro do Centro Edgar Morin na École d’Hautes Études em Sciences Sociales. Publicou diversos livros, entre os quais Da palavra ao gesto (Papirus, 1998), La Face obscure des démocraties modernes com Eugène Enriquez (Érès, 2002), e Histoire du visage: exprimer et taire ses émotions du XVIe au début du XIXe siècle, com Jean-Jacques Courtine (Petite Bibliothèque Payot, 2007).

 

Georges Balandier foi etnólogo, antropólogo e sociólogo francês. Professor emérito da Universidade de Sobornne, diretor de estudos da École d'Hautes Études en Sciences Sociales, escreveu importantes livros sobre a globalização nos ditos países em desenvolvimento. Seu estudos focaram em especial nos países africanos e foi responsável pela criação da cadeira de sociologia africana na Sorbornne. Faleceu em 2016.

 

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