Viventes das Alagoas

Viventes das Alagoas

R$ 59,90
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ou 3x de R$ 19,97
Sinopse

A única edição autorizada pelo Instituto Graciliano Ramos, onde parte dos direitos autorais são direcionados a ONG Inoccence Brasil. Esta nova edição de Viventes das Alagoas tem como base a 1ª e a 15ª edição, da José Olympio editora. Lançado postumamente, a obra é uma reunião de textos que misturam crônica, ensaio e ficção.

O livro integra o projeto de reedição de toda a obra de Graciliano Ramos, supervisionado por Wander Melo Miranda, professor titular de Teoria da Literatura da Universidade Federal de Minas Gerais.Os textos híbridos que compõem Viventes das Alagoas fazem parte das colaborações de Graciliano para a imprensa a partir de 1937. Considerado um subversivo pela ditadura do Estado Novo, o velho Graça é preso em 1936 em Maceió, e transportado para o Rio de Janeiro, onde é libertado apenas em 1937. Fixado na cidade desde então, o autor de Caetés e Angústia passa a escrever artigos para revistas como O Cruzeiro, Cultura Política e jornais como Diário de Notícias e A Tarde.O livro traz ainda em suas páginas finais, relatórios feitos por Graciliano quando prefeito de Palmeira dos índios (AL). A linguagem burocrática e formal, característica desses documentos, é substituída por notas irônicas e sarcásticas, além de rasgos literários que simbolizam o ingresso de Graciliano na literatura.

ISBN978-850-107-628-1
Tradutor
Altura210 mm
Largura140 mm
Profundidade15 mm
Lançamento29/06/2007
Páginas272
Ver informações completas
R$ 59,90
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Sobre o autor

Graciliano Ramos

Graciliano Ramos nasceu em 27 de outubro de 1892, na cidade de Quebrangulo, em Alagoas. Entre 1914 e 1915, então no Rio de Janeiro, trabalhou como revisor nos jornais Correio da Manhã, A Tarde e O Século. Casou-se em 21 de outubro de 1915 com Maria Augusta de Barros, com quem tem quatro filhos. Em 1926, já viúvo, casou-se novamente, com Heloisa Medeiros. Em 1938, escreveu o livro que se tornaria sua obra-prima: Vidas secas, seu quarto e último romance, voltado para o drama social e geográfico de sua região — melhor expressão de seu estilo, com ênfase regionalista. Em 30 de março de 1953, aos 61 anos, o Mestre Graça — como era carinhosamente tratado — faleceu na cidade do Rio de Janeiro.

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